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Melhores cartas de Commander Legends para cEDH!
No artigo de hoje vamos fazer um apanhado das cartas mais interessantes da coleção commander legends para o commander competitivo!
26/11/2020 10:05 - 7.937 visualizações - 15 comentários
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Fala galera, tudo certo? 

 

Não da pra negar que o ano de 2020 foi cheio de polêmicas envolvendo o magic como um todo, batendo recordes de bans em formatos principais e lançando cartas problemáticas para outros, se consagrando como um dos piores anos do joguinho para alguns, e o melhor para outros. 


E nesse mês de novembro não foi diferente para nós comandeiros, que pela primeira vez tivemos uma coleção “draftavel” totalmente voltada ao commander, trazendo muitas cartas que geraram as mais diversas emoções nos jogadores. 

 

E pela segunda vez, nossa sequência de artigos sobre deckbuilding será interrompida por conta de commander legends, deixando triste nossa Teysa que logo logo estará estampando a capa da próxima matéria. 


Mas enquanto ela espera linda e plena em seu trono orzhov de cartas duvidosas, vamos falar sobre as melhores cartas de Commander Legends para cEDH!

 

Mas antes de tudo, irei reforçar aos menos habituados com o assunto que o cEDH é nada mais nada menos do que a forma competitiva do commander, que se difere apenas pela forma de construir os decks, e a forma de abordar as partidas, onde o foco é a vitória e o máximo aproveitamento de suas estratégias.


Mas agora sem mais delongas, vamos ao que interessa!

 


- REPRINTS

 

Assim como toda coleção, Commander Legends trouxe pra gente vários reprints muito interessantes, que podemos dizer que foram um dos pontos mais altos desse set. 


Muitos desses reprints são de criaturas lendárias já populares, e em sua maioria partners que já estavam com um preço elevado, e os outros são de staples muito fortes dentro do commander, num âmbito geral. 


  


Mana Drain sempre foi um counter muito popular dentro do cEDH por conta de sua versatilidade, entregando um anula genérico somado a uma vantagem de mana. 


Mesmo que dentro do EDH casual o uso de counters seja menos comum, por conta de outros formatos seu preço sempre se manteve muito alto, numa média entre 500 e 600 reais, a tornando pouco acessível para quem procura um Power level mais elevado.


Seu reprint veio na hora certa, diminuindo consideravelmente seu valor. 

 

Outro caso parecido é o de Scroll Rack, que esteve sempre presente em diversos decks por conta de seu poder e também sua maleabilidade. 


Diferente de Mana Drain, estamos lidando com um artefato, o que aumenta sua procura até mesmo em decks menos otimizados, o que colaborou para que ele viesse sofrendo pela onda de aumento de preços de 2020, onde em outubro atingiu seu pico de R$340,65, se tornando outra peça difícil de se acessar. 


(Vale lembrar que esse reprint trouxe a carta com um nome diferente de sua outra versão em português, transformando “prateleira de pergaminhos” em “Armário de Pergaminhos”)

 

E por último, tivemos outro reprint salvador, que nos trouxe outra staple que também foi assolada por esse problema de valores: Tutor Vampirico


De todas, a mais pedida entre os jogadores de cEDH, já que se trata de um tutor preto extremamente necessário em todos os decks de sua cor. 


Seu preço alcançou os incríveis R$360 em sua versão mais barata em setembro desse ano, então vê-la como um dos reprints de uma coleção de alta procura como Commander Legends traz para os jogadores a esperança de que ela volte a ser logo logo uma carta acessível para quem joga tabletop. 

 


  

 

Outras aparições importantes foram nossos comandantes, partners ou não, que não possuíam muitos prints apesar da enorme procura. 


Na imagem vemos três desses comandantes que dentro do cEDH sempre foram muito populares, e que tinham “recentemente” atingido a casa das centenas.


Além deles tivemos inúmeros outros que foram trazidos de volta, pela nossa alegria, como por exemplo Kraum, Opus de Ludevic, Vial Smasher the Fierce, Derevi, Empyrial Tactician, Kydele, Chosen of Kruphix, Zur the Enchanter, entre outros. 


Mas como nem só de criaturas vive o homem, vamos falar sobre a parte mais importante de um deck de magic: 


Os terrenos!

 

E não da pra falar sobre commander sem ressaltar o quanto uma boa base de mana afeta na hora de construir um deck. 


E foi pensando nisso que em commander legends tivemos o fechamento do ciclo de Bond Lands, originalmente trazido em junho de 2018 na coleção Battlebond que até então tinha nos apresentado apenas as cores aliadas. 


  


Terrenos que entram de pé seguindo um requisito que é cumprido automaticamente quando se inicia uma partida são de uma maneira geral staples, pois além de possibilitarem ações logo no primeiro turno, também contam como mais opções em decks que utilizam estratégias de Tainted Pact e Hermit Druid


Outro ponto forte dessas lands é o fato de não possuírem drawbacks, como as shock, pain e cannopy lands que custam vida para entrar de pé ou adicionar mana. 
Infelizmente não são terrenos "buscáveis" por fetch lands, mas aí estaríamos pedindo por novas old duais, o que acho que já é um pouquinho demais, rs. 

 

E além da incrível adição das Bond lands faltantes, tivemos também dois outros terrenos que terão um espaço dentro de algumas listas, sendo um deles um reprint, e o outro um lançamento. 

 

 


Apesar de Command Beacon já estar presente no jogo a um longo tempo, ela não é uma carta muito comum em listas de cEDH. 


Mas não se engane, pois não é por esse motivo que descartaremos o potencial desse terreno, que pode muito bem encontrar um lugar ao sol futuramente, já que entra de pé e tem um efeito que pode ser “abusavel”. 

 

Por outro lado, nosso Salao de Guerra vem sendo testada em vários decks por trazer draw a um custo relativamente baixo, o que faz dela um ótimo recurso em jogos mais lentos onde estamos esgotados. Ou mesmo quando temos 3 manas sobrando no passe para nosso turno, as transformando em vantagem.


O fato de ser uma land potencializa esse tipo de efeito, já que exige muito mais para ser destruída, e continua útil mesmo sem seu segundo efeito, onde no pior dos casos, ainda gera uma mana incolor. 
 

E agora, sem mais enrolação, vamos falar sobre o que Commander Legends nos trouxe de mais novo e mais útil em relação a Power level, começando pelas nossas três novas estrelas do cEDH. 

 

 

Começando por Opposition Agent, um dos maiores feitos [erros] da dona wizards nos últimos anos, que entregou nas nossas mãos uma carta capaz de impedir tutores, ganhar informações sobre o seu oponente, te dar cartas “de graça” e que como se já não fosse suficiente, ainda possui Lampejo. 

 

Todo o conceito de anti-fun descrito pelo CRC para justificar o banimento de cartas no commander pode ser aplicado diretamente a essa carta, já que ela torna os jogos muito lentos, além de ser impeditiva ao ponto de causar mudanças drásticas quando vamos considerar a montagem de um deck. 


Optar pelo aumento de remoções de criatura agora é uma das primeiras coisas a serem consideradas no deckbuilding, já que apesar da maior versatilidade em ter um bounce, ele não traz tanta vantagem quando utilizado de maneira defensiva, já que estamos devolvendo pra mão do dono uma criatura com Lampejo, que pode ser "reconjurada" a qualquer momento com mana disponível.


E mesmo que estejamos lidando com um formato singleton temos que considerar a densidade de tutores, inclusive de alguns como Wishclaw Talisman que te dão acesso ao agente que irá impedir o jogador que recebeu o controle do artefato no turno seguinte. 


Algo que inclusive foi bastante discutido pela comunidade quando o agente foi anunciado era justamente o quanto a escolha da cor da carta era algo prejudicial, já que temos efeitos parecidos em outras cores, mas nunca em escala tão grande. Vide Aven Mindcensor, por exemplo. 


Além do mais, estatisticamente a cor preta é uma das mais utilizada dentro de decks cEDH, estando presente em 15 dos 23 (65.2%) comandantes apresentados no Tier 1 e 1.5, o que faz com que essa carta tenha presença garantida no formato, já que não tem nenhum drawback e consegue ser encaixada em absolutamente qualquer estratégia. 


Tudo isso sem mencionar que estamos lidando com uma criatura que custa apenas 3 manas, o que permite que ela seja feita utilizando um ritual, até mesmo em instant speed.

 

 

E  agora, passando para nossa próxima estrela de commander legends, vamos falar sobre Hullbreacher, outra criatura de 3 manas com lampejo, que apresenta os mesmos problemas da carta que falamos anteriormente. 


Começando pelo fato de que a cor azul representa 73.9% dos comandantes do tier 1 e 1.5 no database do cEDH, uma parcela significativa dos decks mais presentes do formato, o que faz com que haja espaço de sobra para encaixar nosso perfurador de cascos. 


Olhando por um lado melhor, diferente do agente da oposição, estamos lidando com uma carta que tem mais brechas para ser impedida, já que ela não desacelera o jogo de forma tão abrupta, permitindo tutores e te dando uma vantagem justa.


Ela também veio como uma opção a mais em decks Thief, que se baseiam em efeitos de impedimento de draw como suporte para ativação de Rodas. 


Essa estratégia já era muito popular e muito forte dentro do formato, e já tinha a presença de cartas como Notion Thief e Narset, Parter of Veils.

 

Um dos fatores mais criticados pelos jogadores com o lançamento de Hullbreacher foi uma discussão que já se arrasta por muito tempo, que é a forma com que a WotC trata as cores menos favorecidas, principalmente o Branco. 


Um exemplo claro disso é que o efeito mais próximo que tínhamos era da nossa tão amada Smothering Tithe, que gera uma vantagem enorme em cima dos draws de seus oponentes, mas sem impedi-los de comprar, além da opção do jogador pagar sua taxa para que o tesouro não seja gerado. Sem contar que estamos falando de um encantamento de 4 manas, o que limita suas formas de acesso.


Será que um dia teremos a tão prometida White Powerfull Card?

 

 

E por fim, chegou a vez do artefato mais pesquisado da história da nossa LigaMagic. O artefato que carrega o nome amaldiçoado. O artefato que gerou as discussões mais acaloradas, e me rendeu o título de “Sabe 0 de cEDH, heim colega!”. 


Obviamente que estamos falando da Jeweled Lotus


Pra quem ainda não viu, logo após o spoiler da carta tivemos um artigo opinativo sobre o quanto nossa nova lótus impactaria o formato, e que voce pode ler clicando AQUI

 

Então vamos lá. 


Commander legends teve seu lançamento oficial dia 20 de Novembro, e desde o spoiler do artefato no dia 31 de Outubro a carta vem sendo incansavelmente testada, principalmente em plataformas online. 


É inegável que estamos lidando com um Power level enorme ao falar dessa lótus, afinal, muitos decks se beneficiaram dela de forma surpreendente, como por exemplo nossa Najeela, the Blade-Blossom, Godo, Bandit Warlord, Niv-Mizzet, Parun e etc. 


Todos eles, decks que se beneficiam do comandante na mesa o mais cedo possível para dar andamento às suas estratégias, economizando tempo com um early game explosivo. Porém tudo que foi dito no artigo citado acima continua válido mesmo depois de tanto tempo, e vamos lá conversar um pouco sobre isso. 

 

Mana rocks são o tipo de ramp mais utilizado dentro do formato, pois definitivamente são a forma mais explosiva de se iniciar um jogo por conta das inúmeras pedras positivas das quais temos acesso.


A maioria delas traz drawbacks em seus efeitos, como por exemplo os 3 de dano causados pela Mana Crypt, ou as condições de desvirar presentes em Mana Vault e Grim Monolith. Mas mesmo com essas limitações elas continuam no jogo para serem reutilizadas e abusadas com efeitos de untap, ou formas de recursão. 


Um bom exemplo disso é como bounces são fortes na presença de rocks positivos, sendo muito comum ver um jogador copiar 2 ou 3 vezes uma chain of vapor nos seus próprios artefatos apenas para "reconjurar" e adicionar novamente aquele mana. 

 

Apesar de muito forte, a nova lótus carece desse tipo de possibilidades por possuir uma limitação enorme: A mana pode ser utilizada apenas para conjurar o seu comandante. 


Esse parâmetro imposto pela carta impede ela de ser recursionada, além de a transformar em um dead draw no late game de um jogo lento por exemplo, onde seu comandante pode já estar na mesa. 


“Mas comprar uma cripta no late game de um jogo lento também é ruim”


Com certeza é ruim, mas qualquer outro rock pode ser utilizável pra ativação de efeitos como Thrasios, Triton Hero, Kenrith, the Returned King, Kinnan, Bonder Prodigy, entre outros, que transformar flood em vantagem, diferente da lótus que nem isso permite. 


Tudo isso sem mencionar que muitos decks no nosso meta atual abusam de cards do cemitério, seja com Yawgmoth's Will, ou uma Underworld Breach para trazer ao campo uma LED, ou lótus petal por exemplo. Mas na maioria das situações (salvas as exceções), nossa Jeweled Lotus não é uma recursão promissora, ainda mais se levarmos em conta seu preço que mesmo caindo ainda é exorbitante. 


 


E seguindo adiante, vamos falar sobre dois feitiços que também caíram no gosto dos comandeiros, seja dos mais competitivos aos mais casuais. 


Jeska's Will faz parte do ciclo de “will’s”, sendo a vermelha referente à planeswalker Jeska.


Cada um desses feitiços que compõe o ciclo tem seus efeitos amplificados com a presença do comandante, podendo utilizar ambos de uma so vez. 


No caso de jeska’s Will, temos um ritual vermelho somado a uma forma de card advantage característica da cor, que ajuda a aumentar sua gama de jogadas exilando cartas do topo do deck e podendo conjurá-las até o fim do turno. 


Tanto a aceleração de mana quanto o card advantage são efeitos muito importantes no cEDH, que podem ser acessados juntos por apenas 3 manas, fazendo dessa carta uma poderosa ferramenta.

 

Do outro lado temos outra referência a reserved list, mais especificamente à tão icônica Wheel of Fortune


Apesar do texto enorme e confuso, ela possui um efeito muito útil, mas que também pode ser muito situacional, aplicando o efeito de roda a todos os jogadores que não escolheram o menor número, e causando dano ao jogador que escolheu o maior numero. 


Nesse caso damos a um oponente a chance de manter sua mão escolhendo o menor número, o que pode ser prejudicial em alguns casos, mas que não tira o mérito de que Wheel of Misfortune é uma boa carta para inúmeros decks. 
 

E por último, mas não menos importantes, vamos falar sobre bons comandantes para o commander competitivo, já que tivemos muitas opções dentro das novas 70 lendárias presentes na coleção. 


Já lembrando que muitas delas ainda estão sendo testadas, e muitas vezes podem encontrar seu lugar em decks futuros onde vão ter seu potencial melhor aproveitado. 


Então começando pelos mais importantes, falemos primeiro sobre nosso tão carismático Rograkh, Son of Rohgahh, um kobold guerreiro que custa a bagatela de 0 manas para ser conjurado, além de possuir com ele a habilidade de partner. 

 

 


E quem diria que de todas as lendárias da coleção esse seria um dos maiores destaques, não? 


Poisé! 


Sua capacidade de entrar em jogo a qualquer momento que quisermos o torna extremamente versátil, principalmente com a quantidade de cartas que dependem da presença do comandante que vem sendo lançadas, como Mox Amber, Fierce Guardianship e Deflecting Swat por exemplo. 


Isso pode até parecer simples para alguém que ocupa o espaço de um de seus comandantes, porém ele também serve perfeitamente quando precisamos de “Food” para a ativação de algumas cartas como Culling the Weak e Diabolic Intent, que demandam a presença de criaturas em jogo. 


Até então a lista mais promissora utilizando nosso recém chegado Rograkh é junto ao já conhecido partner Silas Renn, Seeker Adept, que permite a combinação de cores grixis, agora com muito mais gás nos turnos iniciais. 
 

Outros dois grandes destaques dessa coleção foram nossos dois novos piratas, Malcolm, Keen-Eyed Navigator e Breeches, Brazen Plunderer.
 


 
 

Ambos vieram com dois efeitos tribais muito característicos, que se desencadeiam com dano causado por piratas, o que a primeira vista não parece promissor para o cEDH. 


Porém estamos lidando com duas criaturas muito fortes e maleáveis, permitindo inúmeras builds, já que Malcolm gera vantagem de mana e é um pirata 2/2 com voar, enquanto calçola gera card advantage sendo um 3/3 com ameaçar, sustentando por si só uma estratégia onde há essa dependência. 


Apesar dos dois formarem uma ótima dupla izzet, os testes mais comuns têm utilizado Malcolm com amigos diversos, sendo os mais presentes Vial Smasher the Fierce e Tymna the Weaver.

 

E por fim, vale mencionar alguns outros comandantes que vieram trazendo aquela dúvida sobre potencial, e que tem se mostrado úteis em algumas listas de testes.


  


Dargo e Jeska são nossos dois partners vermelhos que tem utilidades um tanto quanto “diferentes”. 


Nosso gigante consegue combar com Altar phyrexiano, garantindo etbs ou mortes infinitas graças ao seu efeito de custar menos quando sacrificamos permanentes, enquanto nossa planeswalker pode finalizar a mesa com sua habilidade de –X, aproveitando as mortes infinitas de Dargo. 


Mas apesar dessa combinação mono red inusitada também temos listas experimentais de Dargo & Tymna, Dargo & Thrasios, Jeska & Thrasios e Jeska & Armix (sim, obrigado rafa por essa lista).

 

Nosso kodama da árvore oriental também foi uma experiência curiosa, já que a primeira vista parece uma carta mais forte no casual. Mas graças aos nossos queridos membros da cEDH Brasil pudemos perceber que junto a outros partner como Tymna que gera advantage por exemplo, temos um potencial de stax muito legal, permitindo que um encantamento traga outro, aumentando a capacidade de stax Ball. 


Agora precisamos esperar mais testes e mais tempo livre pra dizer se esse experimento deu certo. 

 

Tormod por sua vez, diferente dos demais, é mais útil como uma criatura no main deck do que como um comandante, já que é difícil encontrar um partner que aproveite do seu efeito com tanta eficiência. Porém dentro de um deck que utiliza o cemitério ele pode ser uma adição interessante. 

 

Enfim. Commander Legends foi a melhor surpresa do ano para os entusiastas do commander, e para nós do cEDH também foi uma coleção um tanto quanto importante, já que nos trouxe muitas mudanças. 


A verdade é que seja casual ou competitivo, podemos esperar mais produtos de commander vindo por aí. 

 

Agradeço a todos que acompanharam até aqui, e que gostaram do conteúdo. 


Se você tem alguma duvida, sugestão ou opinião, deixe nos comentários para que possamos sempre melhorar. 


Mas se lembrem de usar esse espaço com maturidade e sensatez, sem ofender os demais e respeitando o espaço do próximo. 


Se você se interessa pelo commander competitivo, lembre-se de visitar a cEDH Brasil no Facebook, onde compartilhamos conteúdo sobre o assunto. 


Também temos nosso canal da Twitch, Podcast e Youtube

 

Um grande abraço e até a próxima!

Jefferson C Faria Barbosa ( D3AD)
Jefferson é entusiasta do formato cEdh
Redes Sociais: Facebook
Comentários
Ops! Você precisa estar logado para postar comentários.
(Quote)
- 26/11/2020 23:42
https://youtu.be/LfA1S57SrRg vou doar esse deck ai para os primeiros 100 inscritos no canal!
A turma que joga comigo não curtiu muito o deck. apelao enfrentou mesao de 4 pessoas focado!!
(Quote)
- 26/11/2020 23:05
mal saiu a coleção e os cara não perde tempo em querer empurrar cartas para o pessoal comprar....Stonks!
(Quote)
- 26/11/2020 20:20

O card é muito forte e tem muito potencial para prejudicar o formato ---- ISSO BEM AQUI AMIGO. ISSO

(Quote)
- 26/11/2020 18:45
Eu concordo com o artigo
(Quote)
- 26/11/2020 17:39
Cara, oque me incomoda não é nem de longe o preço da carta. Não vejo muito sentido em "contornar" o valor dela usando outros mana rocks. Jogamos cEDH, um formato que tem como staple diversas cartas da RL, inclusive a p9 "esquecida": timetwister. É claro que existem decks que não a irão utilizar (ex: food chain), mas oque me incomoda é que o power level da carta vai fazer com que o meta migre os decks para as estratégias que utilizem a Jeweled Lotus. E isso é muito pouco saudável pra um formato que depende de uma banlist que é do casual, sendo muitas vezes esquecido por quem controla o EDH. Sobre a questão que alguns "entendidos" falam sobre ser ruim no late game, pelo amor ne. Vocês estão jogando o formato errado, cEDH é sobre fast mana e combo. O formato acaba em 85% das vezes antes do T7 (dados de uma análise sobre o formato), e vale ressaltar que os decks utilizam poucos lands também. O card é muito forte e tem muito potencial para prejudicar o formato.
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