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Desmistificando o cEDH!
No artigo de hoje iremos responder algumas duvidas frequentes sobre a nossa variante mais querida!
22/07/2020 10:05 - 5.007 visualizações - 56 comentários
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Fala Galera! Tudo certo?


A quem está habituado e acompanha os artigos da LigaMagic conhece, mesmo que de vista nossa coluna, onde falamos sobre cEDH, que é nada mais nada menos do que uma variante do clássico commander “mesão”, onde 4 jogadores se enfrentam simultaneamente.


Essa variante se apoia em princípios de jogabilidade que tem como intuito apenas extrair a capacidade máxima, tanto do deck quanto do jogador que o pilota. Porém mesmo sabendo disso, é de praxe a presença de jogadores que não se identificam com o mesmo pensamento e que necessitam sempre questionar a validade de uma comunidade competitiva dentro de um formato criado para o casual.


Pensando nesses jogadores, decidimos fazer um compilado de duvidas e afirmações mais frequentes feitas por eles à respeito do formato, afim de esclarecer tudo isso.


Enfim. Vamos ao que interessa!

 

O commander competitivo não pode ser divertido, já que ele acaba no turno 3!

 

Uma das afirmações mais ditas por quem não conhece da variante, e também muito disseminada por conta da forma com que é construído um deck de commander competitivo.


Talvez uma das maiores discrepâncias e que mais incomoda jogadores de casual é o fato de que geralmente quando se trabalha em um lista otimizada temos que
considerar inúmeros fatores na hora da escolha de cartas, evitando assim as chamadas “Groselhas” e Pet Cards.


Isso se deve por que um deck otimizado precisa estar preparado para fazer algo relevante nos 3 primeiros turnos, que são cruciais para o desenvolvimento do restante do jogo.


Essa relevância não significa só uma vitória, mas também a capacidade de impedir um jogador de ganhar, ou preparar seu board de forma consistente e que vá causar impacto nos turnos seguintes.


Uma das principais características do commander competitivo, e que vamos abordar na próxima questão com mais detalhes é a valorização do equilíbrio no jogo. Quando falamos de equilíbrio, nos referimos justamente à esse alinhamento que faz com que até o turno 3, todos os 4 jogadores presentes consigam lidar com investidas e potenciais tentativas de vitória, o que faz com que o jogo se estenda, muitas vezes a um grande numero de turnos.


E sobre a diversão, temos que levar em consideração que estamos falando de algo extremamente subjetivo.

 

Não é difícil encontrar jogadores que acham mais divertido montar um deck tribal baseado em uma criatura enorme que ela gosta muito, e isso pra ela é extremamente divertido. Mas por outro lado, outras pessoas podem preferir montar um deck baseado em uma estratégia rápida e consistente e se divertir com os complexos resultados que conseguiu atingir.

 

Commander é feito pra ser casual, e não competitivo!

 

Outra afirmação feita em peso, inclusive nos comentários dos nossos artigos, e que também não tem uma base argumentativa sólida para se sustentar.


Podemos começar considerando que Magic é um jogo feito pra se divertir, e o intuito do commander foi justamente se divertir de uma forma diferente das habituais na época, criando um formato não-oficial multiplayer que atingiu uma proporção enorme, possuindo hoje um comitê independente, porém reconhecido pela WotC.


Esse comitê que dita todas as regras e a Banlist oficial nunca definiu o nível de poder, ou de casualidade em que o jogo deve se posicionar. Pelo contrário.


A competitividade dentro do commander surge organicamente dentro de todo playgroup, que por consequência vai reforçando seus decks e evoluindo também em sua jogabilidade afim de encontrar resultados interessantes.


Já à algum tempo temos tido um reconhecimento muito maior por parte do CRC, e principalmente por parte do nosso querido Sheldon Menery, que vem dando cada vez mais espaço para opiniões de dentro da nossa comunidade.


Inclusive um dos maiores marcos para quem joga commander competitivamente foi a decisão (depois de muita discussão) de banir Lampejo do commander por conta da difícil fase que enfrentávamos com Flash & Hulk.


Também tivemos uma participação incrível do Sheldon em uma das lives da cEDH Brasil, onde ele jogou tanto cEDH quando EDH tradicional, provando que essa rixa está apenas na cabeça de quem nega que diversidade pode ser algo bom.

 

Eu consigo jogar cEDH sem gastar o valor de um carro popular?

 

Acho que desde que cEDH é um assunto visível dentro da Liga Magic, nunca tivemos um artigo de Primer ou DeckTech onde não comentassem algo parecido em relação ao valor das listas. É muito importante esclarecer algumas coisas sobre isso agora, já que geralmente não consigo responder a todos os comentários.


A resposta é clara: SIM!


Commander é dentre todos os formatos do magic, o mais abrangente em relação à pool de cartas que temos acesso, e que inclusive é o que inspira jogadores de casual a montarem decks mirabolantes com cartas que somente 2% do publico do jogo conhece, mas que tem algo especial que cativou aquele jogador. Isso quer dizer que quem quer jogar o cEDH, pode também com essa mesma disposição, procurar cartas parecidas, fazer substituições coerentes e diminuir drasticamente o valor de uma lista, mas claro, mantendo um olhar critico, optando pela eficiência e custo beneficio.


Outro ponto importante a ser citado é que no cEDH os terrenos são peças extremamente importantes, e a presença de duals e fetches é recorrente, aumentando drasticamente os valores das listas.


Apesar de menos maleáveis, terrenos também podem ser substituídos, e numa mesa onde muita gente não possui uma base de mana completa, acaba nem fazendo uma diferença muito grande. Reforçando novamente que tudo isso tem que ser feito com coerência e buscando o melhor desempenho. Uma Life Land jamais pode substituir uma shock!


Alem das pesquisas por cartas de substituição, também temos que falar sobre algo que é difícil de entender.


VOCÊ NÃO PRECISA COPIAR O DECK NOS MINIMOS DETALHES PRA ELE FUNCIONAR!


Meus amigos, net decking é legal mas não vai te fazer sair ganhando jogos. Antes tudo precisa de um processo que leva tempo, e inclui consequentemente aprender a utilizar cartas de maneira correta, e adaptar seu deck ao seu playgroup. Durante esse processo é normal que você naturalmente aprenda a fazer adições, substituições e vá criando o seu próprio budget.


Usem net decking com sabedoria! Saibam aproveitar a inspiração que um primer te traz e usar isso ao seu favor. Jogar magic também demanda um pouco de esforço, e mesmo que você seja um milionário, jamais vai comprar a habilidade de um bom jogador.


Por fim, mas não menos importante, vamos continuar falando sobre primers, mas sobre a compra de cartas físicas.


Muita gente antes da quarentena já utilizava plataformas online para jogar Magic à distancia, onde você não precisa gastar um único centavo pra jogar com a lista que bem entender.


Quando alguém faz um primer ou deck tech, aquela pessoa estudou pra extrair o maior potencial daquelas cartas, e opções budget vão ter resultados SEMELHANTES, mas não iguais.


Porém desmerecer todo esse trabalho simplesmente por que você ficou sentido com o valor do deck não faz sentido, até por que muitas vezes o próprio dono do deck não o possui em cartas físicas, mas joga muito bem via plataformas virtuais ou utilizando proxies.


Apesar de causar estranheza a muita gente, o uso de proxies pode ser uma opção viável para quem quer se divertir e ficar em pé de igualdade com outros jogadores. Se seu playgroup concordar, nada te impede de testar uma lista de 20k gastando apenas um pouco do seu tempo pra se distrair com seus amigos.

 

Aprendam que um deck ser caro não faz dele algo inacessível. Só precisamos saber contornar isso.

 

Quem joga cEDH gosta de sentar em mesa casual pra mostrar superioridade!

 

Sempre tento em todos os artigos onde posso deixar o mais claro possível a diferença entre jogar competitivamente e fazer um PubStomp, que é uma pratica abominada por qualquer jogador sensato, não só dentro do Magic.


Pra quem não está familiarizado com o termo, Pubstomp se refere à um jogo onde um dos lados se encontra superior, mas que o jogador por puro prazer faz com que pareça balanceado com o intuito de ter uma vitória desigual.


Esse termo surgiu em jogos online de estratégia multiplayer como DOTA, onde jogadores experientes procuravam novatos utilizando contas falsas pra conseguir vitórias fáceis burlando o matchmaking sem chamar a atenção sobre sua experiência. É quase impossível descrever como essa prática é tóxica e afasta novos jogadores.

 

Quando se senta em uma mesa para um jogo de Magic, já vamos com um formato em mente, até por que um jogador de legacy não pode sentar para um jogo contra um jogador de Standard por motivos óbvios. Assim como quando vamos jogar commander devemos lembrar que igualdade é o principio básico para que haja alguma competitividade e um jogo saudável.


Se você é alguém que pensa que sentar com seu T&T contra uma mesa casual é jogar cEDH, me desculpe, mas você só está sendo uma pessoa extremamente inconveniente. E se você é um jogador casual que presencia coisas do tipo, não associe essa pratica à jogadores de commander competitivo, pois asseguro que toda comunidade que quer jogos equilibrados busca sempre ajudar outros jogadores para que sempre estejam em pé de igualdade.

 

Por que não criam uma banlist segregada e dividem cEDH de EDH?

 

Essa pergunta em especifico tem algumas opiniões divididas, porém vou falar sobre o que mais se vê falar dentro da comunidade.


Todo mundo deve saber que Commander é um formato independente, mas que é alimentado pela WotC de inúmeras formas. Já o cEDH não é um formato, e sim uma extensão orgânica do EDH tradicional, compartilhando a mesma comunidade, as mesmas cartas, mesmas regras e etc. Atualmente um jogador de EDH consegue adaptar seu deck e exponencialmente ir evoluindo até um deck competitivo com o tempo, sem precisar perder cartas ou alterar listas.


Essa homogeneidade ajuda também para que não haja segregação dentro de lojas, onde um jogador de cEDH consegue adaptar seu deck com facilidade para um jogo não competitivo caso seja necessário. Isso é muito importante pro desenvolvimento da comunidade, que ainda está engatinhando e não tem tanto espaço devido a todo esse pré julgamento.


Preservem o Gathering!

 

Se eu compro um deck competitivo vou ser um jogador de cEDH?

 

Essa pergunta também aparece com frequência, juntamente de “Pra jogar cEDH preciso gastar muito dinheiro”.


E a resposta é obviamente Não.


O pilar pra qualquer jogo competitivo, seja ele magic, yu gi oh, league of legends e etc, é sempre a mentalidade do jogador em relação a forma de encarar o jogo e as situações diversas que você pode se deparar.


Dentro do Standard por exemplo os jogadores competitivos são sujeitos a treinos intensos, estudos sobre o meta, situações de bad match entre outras, e tudo com o intuito de fortalecer a experiência em cima daquele deck pilotado por ele.


No cEDH é bem parecido, com a diferença de que temos uma pool “eterna” à ser acessada, permitindo que novos lançamentos viabilizem antigas cartas com pouco potencial ate então.


A mentalidade também inclui o comportamento do jogador à mesa, e não estou falando sobre comportamento físico, e sim aprender a lidar com 3 oponentes diferentes que estarão sempre tentando ganhar, ou te impedir de ganhar.


Esse desafio a mais é uma das maiores vantagens de um formato competitivo multiplayer, que te obriga a pensar inúmeras vezes antes de fazer uma jogada, aproveitando muito melhor a pilha e as prioridades, que passam a ser chave nos conflitos importantes.


Isso nos ajuda a entender melhor a duvida seguinte.

 

Jogos de cEDH não são interativos por conta dos combos?

 

Aquela velha frase “Foca o combeiro por que ele gosta de jogar sozinho” soa como um eco no ouvido de todo cEDHzeiro quando ele acaba de pegar sua deckbox pra colocar na mochila a caminho da loja. E é assim que toda diversão e liberdade de escolher seu arquétipo dentro de um formato tão abrangente se esvai.

 

Ninguém gosta de perder pra um combo no turno 4 mesmo no competitivo, e a solução da frase citada não lá das melhores. Vamos analisar.


Os jogadores que não gostam de combo geralmente usam como argumento a falta de interação do combo com o restante da mesa, deixando tudo menos interativo e consequentemente menos divertido. Porém combo é um arquétipo válido até mesmo no EDH tradicional, mas que diferente do cEDH acaba por utilizar linhas maiores e mais mirabolantes.


Imagine quanto tempo um amigo levou pra montar aquele deck de artefatos que ganha utilizando 8 peças diferentes que ele mesmo procurou e estruturou pra testar na loja onde ele joga, e apenas pelo simples fato de estar utilizando o deck, ele é o primeiro a sair. Onde fica a ideia de que commander precisa ser divertido? Ou será que só é divertido quando alguém é excluído da mesa simplesmente por gostar de outra forma de jogar?


Talvez o seu “mana vai” no turno 17 não seja considerado diversão pra outros jogadores.


Mas como essa questão pode ser realmente solucionada?
Simples.


Num jogo multiplayer, por mais casual que seja, é vital que você saiba estruturar um deck pra que ele não seja apenas uma pilha de cartas. Durante essa estruturação temos que levar em conta algo que não se vê muito nas mesas 4fun, que é considerar seu ambiente de jogo como possíveis ameaças. E o que isso quer dizer?


Se eu enfrento decks aggro com frequência vou automaticamente abrir um espaço para remoções globais. Se também enfrento decks Voltron, remoções pontuais são essenciais. Se enfrento alguém que joga com pillow fort, vamos de remoções de artefato/encantamentos.


Isso quer dizer que eu vou guardar minhas remoções só pra enfrentar aquele amiguinho especifico? Não!


Todos os decks tem criaturas, artefatos, encantamentos que podem ser respondidos por essas cartas se você as tiver em seu deck.


E por que ninguém faz isso contra nenhum combo?


Se você sabe que um dos seus amigos joga com combos baseados em encantamentos, é responsabilidade da mesa estar preparada para interagir com ele, sabendo ponderar seus gastos de recursos pra não dizer que olhar ele combar sozinho não é divertido!


Outra frase muito ouvida por jogadores de commander é: “Meu Deus, eu odeio counters! É coisa de quem não sabe jogar!”


Um counter bem utilizado pode parar um combo e vencer o jogo. Só precisa saber utilizar bem e com cautela. E isso serve pra counters, remoções, cantrips, hand disrupts e etc.


Muitas vezes se ao invés de reclamar do deck do coleguinha os jogadores pensassem em como montar seus decks da melhor forma, o jogo seria mais interativo e menos tóxico com alguém que quer apenas jogar da sua maneira.


No cEDH o gasto de recursos dentro do jogo com sabedoria é base para um jogo saudável, e disso nasce uma interatividade que não vemos com frequência. Jogadores gastando até 3 magicas cada um para impedir um animate dead entrar em jogo numa mesa de Anje Flakenrath. Ou uma flusterstorm distribuindo cópias para anular proteções que ajudariam a resolver uma Ad Nauseam no passe pra vitória. São inúmeras as situações onde podemos afirmar que interatividade é a coluna vertebral do commander competitivo.

 

O cEDH pode afetar o mercado de cartas do commander?

 

É fácil perder a conta das vezes que já ouvi jogadores, inclusive criadores de conteúdo, dizendo que o commander competitivo poderia afetar os preços de commander e deixar o formato com o acesso debilitado.


A lógica é bem simples pra responder essa questão. Commander competitivo é uma variante independente vinculada ao EDH tradicional, que não tem eventos sancionados pela WotC. Todos os preços em cima de staples de commander são baseados na demanda da enorme comunidade que vem consumindo singles desde sempre.


Outro ponto importante a se considerar é que atualmente temos grandes influenciadores que falam sobre o Commander casual, e no ultimo ano tivemos uma alta na frequência de spykes causados por especulação dentro do próprio casual! Isso acontece por que lojistas sabem bem onde o publico do commander fica de olho, e consequentemente tentam consumir cada vez mais cartas desconhecidas que são alvos fáceis pra spyke.


Dificilmente uma staple de cEDH tem seu preço alterado por especulação, até por que são naturalmente mais caras por varias questões, como Power level, baixa printagem e muitas vezes marcam presença na reserved list. Fora o fato de que utilizar o termo competitivo não vai fazer o formato se tornar sancionado, e muito menos colocar isso na mira da wizards já que reforçando, é apenas uma variante de um formato independente.

 

Enfim meus queridos. Agradeço a paciência e atenção para um artigo um pouco fora dos padrões que estão acostumados.

 

Também pretendo trazer mais conteúdo em formato de perguntas e respostas sobre comentários nos artigos ao longo do mês.


Espero que tenham gostado e que tenha sido esclarecedor pra quem tinha algumas duvidas.


Não se esqueçam de visitar o grupo cEDH Brasil no facebook e em outras mídias sociais, e também não deixem de acompanhar nossas live streams feitas na Twitch regularmente.


Um grande abraço e até o próximo!

 

Por Jefferson Barbosa (Jeff)

Jefferson C Faria Barbosa ( D3AD)
Jefferson é entusiasta do formato cEdh
Redes Sociais: Facebook
Comentários
Ops! Você precisa estar logado para postar comentários.
(Quote)
- 09/09/2020 16:42

Impossível algumas pessoas entenderem que cada um faz oq gosta.

(Quote)
- 09/09/2020 14:12
Impossível sancionar campeonato de cEDH, competitivo tem que ser 1x1 ou 2x2 no caso de 2hg.
Se pessoal já fica combinando resultado pra passar pro top8, ou garantir colocação imagine em formato multiplayer o que não vai ter dentro do jogo pra definir essas coisas.
Tudo que vc faz no competitivo vc tem que saber quem são seus inimigos e aliados, e tem que estar na mesma proporção.
Competitivo casual é um paradoxo, simplesmente não tem como.
Investir centenas e centenas de dinheiros em um deck que nunca vai te render uma premiação em $, troféu.
Como diria um grande amigo meu cEDH é para tentar inflar o ego dos frustados que não conseguem nada jogando legacy.
(Quote)
- 09/09/2020 10:51

Então vai continuar fiscalizando a diversão alheia? Participou de toda a a discussão e contínua tão preconceituoso e rancoroso a ponto de responder uma mensagem de um mês e meio atrás. Show.

(Quote)
- 09/09/2020 10:34

Não, valeu.

(Quote)
- 01/09/2020 07:56
Se o sujeito ficar usando uma porção de proxys não irá investir na compra do card nunca. Prefiro usar shock land a usar proxy de old dual. Ainda mais se o objetivo for o mesão da cozinha.
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