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O Yawghmoth na Sala – Dia 09 e a lista Banidas e Restritas
Previsão do que vai acontecer no Legacy no dia 09 e quais mudanças esperar.
05/03/2020 18:05 - 11.058 visualizações - 33 comentários
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A dona Wizards recentemente mudou sua política de anúncios de Banidas e Restritas e ao invés de seguir um calendário fixo, avisou que não haverá mais calendários e que os banimentos serão notificados com uma semana de antecedência, quando tiverem que acontecer.


Em suma, não haverá data fixa mais, mas a qualquer hora poderá surgir um plantão da Globo avisando que vai rolar alguma coisa e marcar data para isso. Dito isso, já rolou um tweet da nossa empresa favorita avisando que dia 09 vai ter lista de Banidas e Restritas e com isso as especulações começaram na comunidade Legacy.


Desde seu surgimento no formato, três cartinhas tem dado o que falar para o jogador de Legacy, tendo em vista o impacto que causaram no formato. São elas Veu do Verao, Oko, Ladrao de Coroas e Astrolabio de Arcum. As opiniões são divididas, mas fato é que existe uma parcela da comunidade pedindo o banimento de pelo menos uma dessas cartas. Vamos à primeira delas.

 

● Veu do Verao

 

 


Apesar das diversas opiniões sobre a carta, todas elas exaltadas e quase sempre diversas, existe um consenso geral sobre ela: trata-se de uma mágica instantânea
absurdamente forte.


Ao custo de uma mana verde você e todas suas permanentes ganham hexproof contra preto e azul, suas mágicas não podem ser anuladas mais durante o turno e, caso seu oponente tenha jogado uma mágica azul ou preta, você ainda dá um draw.


A cartinha lava, passa, cozinha, passeia com o cachorro e ainda pinta a casa. Como diz um amigo meu, é sempre bom ler Véu toda vez que ela for jogada, afinal a carta faz tanta coisa que a gente pode se esquecer de algum efeito. Ela é uma forma eficiente de card advantage virtual, principalmente quando usada para proteger sua mão de descarte e/ou uma permanente, além de se repor com um draw e permitir a resolução de bombas mais facilmente.


Assim, sempre que seu oponente jogar um descarte em você ou jogar uma Denegeracao Abrupta em uma permanente sua, efetivamente você vai gerar vantagem de carta virtual jogando um Véu em resposta, já que você “anula” a mágica do oponente (mantendo a mão ou permanente intacta) e ainda compra uma carta repondo o Véu gasto, enquanto seu oponente gastou recurso, ficou com uma carta a menos e você continuou com o mesmo tanto de cartas.


No Legacy, essa vantagem pode aumentar ainda mais e deixar seu oponente com até menos cartas na mão em casos específicos, como é o caso de Desmascarar, bastante comum nas listas de BR Reanimator.


Bem versátil, Véu fez sua morada nos combos e controles do formato. Nos combos, porque ela força que o oponente tenha anulação para ela e para o enabler do combo, dificultando a interação. Imagine a mão do seu oponente com duas Forca de Vontade, uma Forca da Negacao e duas cartas azuis, com todos os lands virados. Se Véu fosse um descarte, a jogada certa era deixa-lo resolver. Dificilmente o oponente passaria pelas duas contramágicas restantes na mão. Mas Véu sendo o que é, a anulação é obrigatória.

 

Sendo obrigatória, o oponente terá que passar por cima de apenas duas anulações agora e não três, já que não existem cartas azuis suficientes para serem removidas para a terceira anulação.


Nos controles, porque ajuda a resolver bombas. Se antes um Jace, o Escultor de Mentes ou um Oko, Ladrao de Coroas precisava de uma Forca de Vontade para garantir sua resolução, agora basta apenas um Veu do Verao. Se antes duas cartas eram usadas no processo para proteger a bomba, agora apenas uma carta é usada ou até nenhuma carta é usada (afinal você compra outra caso a anulação do oponente tenha sido azul, repondo o Véu).


Na prática, essa carta quase decretou o fim do descarte no formato e bateu forte nos decks que tem como única ou principal disruption o descarte: BR Reanimator, BG Depths, Grixis Control, BUG Control, etc. Ressalvo aqui o ANT, porque o ANT começou a usar Véu de main deck e ganhou força com isso.


Minha opinião sobre a carta é que ela não deve partir, pelo menos não por agora. A carta promete interações interessantes no formato, principalmente com relação a Calice do Vacuo e Contrabalancar, bem como é uma boa maneira de contornar cartas como Veto de Dovin.


Acho que falta um pouco de adaptação do jogador de Legacy ainda. Por exemplo, agora, é melhor guardar a Explosao Elemental do Vermelho de para destruir o Oko ou o Jace, do que para anulá-los. Cálice para 0 ou para 2 pode ser perigoso, por que o Véu vai contornar a habilidade desses Cálices na mesa, já que nenhuma mágica poderá ser anulada. Por fim, o descarte de turno 1 ficou bem melhor agora (já que evita interação do oponente) e o Decay não pode ser mais aquela mágica descuidada, que era jogada a qualquer momento do jogo, já que resolvia quase que 100% das vezes.


Tudo isso tornou o jogo mais difícil e interessante na minha opinião, já que o quebra cabeça da partida ficou mais complexo do que antes, graças as interações que Véu permite. Isso pra mim é Legacy no mais puro sentido (interações complexas e decisões difíceis).


Astrolabio de Arcum

 


Outra cartinha que se repõe quando entra em jogo, afinal dá um draw ao entrar, tem causado brigas entre os familiares mais calmos e discussões dignas daquelas iniciadas por religião, futebol ou política.


Os principais pontos de quem não gosta da carta e acha que ela deve cair giram em torno dela possibilitar bases de mana de muitas cores, sem o necessário drawback que existia antes. Atualmente é comum decks de 4 ou 5 cores com básicos no Legacy. Existem até decks de 4 cores rodando Retorno ao Basico ou Lua Sangrenta no sideboard, o que antes era impossível.


A possibilidade de ter acesso a 4 ou 5 cores, com uma base de mana estável no Legacy, é, de fato, uma aspecto bastante relevante e poderoso, já que estamos falando das melhores cartas de cada cor num formato que permite todas as edições, entretanto eu vejo mais prós do que contras nisso.


Deixar a base de mana resiliente a efeitos de Moon, Terras Ermas e Retorno ao Báisco, na minha opinião é um preço justo a se pagar tendo em vista o barateamento do formato causado pelo Astrolábio. Ora, trata-se de uma carta bem baratinha, que permite que o formato utilize cada vez menos Dual Lands.

 

O principal problema de preço do Legacy está concentrado nas Old Duals. Terrenos que sozinhos podem custar 2 mil reais, realmente colocam uma barreira impeditiva bem difícil de se transpor para novos jogadores. Decks de antes de Astrolábio no Legacy usavam três Old Duals e atualmente usam somente uma, por causa de Astrolábio e também em parte por causa de Vista Prismática.


É normal vermos decks de 4 cores, usando 3 Old Duals, ou decks de 3 cores usando 2, como é o caso do UWR Blade ou Bant Miracles, quando antes de Astrolábio usavam de 4 a 6 ou até mais. Duvida? Então dá uma olhada nesse artigo meu sobre os decks mais caros do legacy.


Esse aspecto do Astrolábio é importantíssimo e por causa disso ele deve permanecer no formato. Afinal, jogadores de Legacy sempre pediram uma solução para Wizards baratear o formato e quando essa solução chega, não faz sentido querer bani-la. Eu quero decks mais baratos e quero mais gente jogando essa lindeza que a gente chama de Legacy, afinal tenho certeza que quando um jovem incauto jogar sua primeira Tempestade Cerebral na vida, nunca mais vai querer jogar com Visões do Soro.


O único crime que Astrolábio cometeu foi fazer todo mundo jogar de terreno básico nevado, inclusive quem não tem Astrolábio no deck pra induzir o oponente ao erro. No entanto, eu continuo usando meus terrenos básicos de Unhinged assinados pelo Avon!


Oko, Ladrao de Coroas


 

Aqui eu já vejo um problema. Conforme eu disse no meu ultimo artigo aqui na liga, Oko já chegou no formato arrombando a porta da frente. Atualmente é o PW mais forte do Legacy e eu acredito piamente que erraram rude nas habilidades do ladrãozinho, por todos os motivos que você já deve ter lido no artigo que citei aí em cima.


Ele custa apenas três manas, sobe em lealdade para o infinito e além disso, sozinho, é capaz de ganhar o jogo, controlando a board muito bem no caminho. Muita gente anda dizendo que Astrolábio é o problema do Oko, e que sem o artefato Oko ficaria aceitável, mas eu discordo disso.


Astrolábio, de fato, aumenta o impacto do Oko no formato, já que geralmente, quando Oko entra em jogo, já existe um Astrolábio em jogo que pode virar um Elk e bater com “haste”, 3/3, isso inclusive empurrou para fora do formato a Narset, Rasgadora de Veus. Contudo, eu penso que mesmo sem Astrolábio, Oko continuaria tornando o jogo medíocre, reduzindo-o para uma questão de: “tenho ou não a resposta para lidar com ele
imediatamente”?


Mas porquê?


Porque Legacy é um formato no qual as interações na pilha são mais importantes que a board presence por si mesma. Legacy não é um formato em que é comum que os jogadores façam pressão na mesa muito rápido ou ganhem com pressão na mesa através de criaturas. Existem decks que fazem isso, chamados de decks de swarm, por exemplo Goblins, Merfolks, Fractius, Humans, Eldrazi e em parte Maverick e Death and Taxes, mas esses decks são a minoria.


A grande maioria dos decks no Legacy ganham com poucas criaturas, como decks de Delver, ou ganham com mágicas poderosas, dentre elas Jace, Mostrar e Contar, e a infinidade de combos que existem, etc. Existir num formato como esse um PW cuja melhor forma de se lidar é com presença forte de criaturas em campo de batalha, certamente causa um problema difícil de resolver, que acaba resumido a ter ou não resposta para o Oko na mão, no momento em que ele bate na mesa.


Isso torna os jogos chatos, enfadonhos, e a experiencia de jogar fica mais pobre, já que as interações ficam menos complexas. Isso nos remete, por exemplo, ao banimento de Tampo de Adivinhacao do Sensei , quando um dos argumentos foi exatamente esse, o de deixar a experiencia de jogo para o jogador ruim, depois que o combinho de Tampo e Contrabalançar caiam na mesa.


Mas e aí Thiago? Banir ou não banir?


Vai vendo e siga até o fim do artigo...


Por fim, o Yawgmoth na sala. Ruptura do Submundo.



Essa cartinha que vocês tão vendo ai em cima, por três manas apenas, faz um Passado em Chamas no seu cemitério, só que bombado. Com ela você pode jogar qualquer carta do seu cemitério, inclusive terrenos e ainda custa uma mana a menos que Passado em Chamas.


Se atualmente existe uma engine via Passado em Chamas no ANT do Legacy, imagine se Will não fosse banida, custando 1 mana a menos e sendo preta! Por certo que o ANT seria muito mais consistente e rápido. Teriam linhas bem simples e rápidas, como 3 Ritual Sombrio, Gavinhas da Agonia seguida de uma Will para recastar tudo do cemitério, fora uma infinidade de linhas mais fáceis e até rápidas com Diamante Olho de Leao e Petala de Lotus .


Na prática, a carta gera uma card advatange bem absurda, de forma rápida, dado seu custo de mana baixo e sua cor. Sem contar que se comprada no late game, com apenas três manas ela vira um combo de apenas uma carta, afinal basta compra-la para ser capaz de jogar todo o cemitério, começando por uma LED ou Pétala nele.


Dito isso sobre nossa querida Yawg’s Will, tenho que confessar que Ruptura do Submundo não só chegou arrombando a porta da frente do formato, como fez Oko, mas também chegou destruindo a casa toda de uma vez. Tipo um sopro do Lobo Mau atrás dos Três Porquinhos.
 

 

 


No deck certo, em combinação com Congelamento Cerebral, esse encantamento faz quase a mesma coisa que Yawg’s Will, só que custando uma mana a menos. Isso mesmo, ele custa apenas 1R.


A grande diferença aqui é que Yawg’s é mais versátil, já que você não precisa de uma engine para fazê-la funcionar, enquanto Ruptura precisa de um cemitério bem cheio, proporcionado pelo Congelamento Cerebral, na grande maioria das vezes.


Esse encantamento novo é capaz de muita coisa e se você não viu o impacto que ele anda causando no formato ainda, dá uma olhada nesse outro artigo meu AQUI.

 

Atualmente a build mais jogada do deck é UWR. Ela combina elementos do combo com cartas típicas de decks controle, para contornar os possíveis hates trazidos no G2 e G3, criando, inclusive, um novo plano de jogo através de Mentor do Monastério. Bora dar uma conferida na lista:


UWR Breach
7421 visualizações
04/03/2020
R$ 8.482,45
R$ 11.812,88
R$ 20.561,35
7421 visualizações
04/03/2020
Visualização:
Padrão
Cor
Custo
Raridade
Visual
CMC
Comprar Deck
Planeswalkers (1)
1  Teferi, Manipulador do Tempo   129,95
Mágicas (31)
3  Canto de Orim 88,50
2  Perfurar Mágica 0,20
4  Ponderar 6,75
4  Preordenar 13,00
1  Raio 7,83
4  Tempestade Cerebral 2,25
4  Congelamento Cerebral  12,37
3  Predizer  0,46
1  Intuição  159,99
1  Reivindicação de Sevinne  8,91
4  Força de Vontade   314,95
Artefatos (8)
4  Diamante Olho de Leão 574,99
4  Pétala de Lótus 20,70
Encantamentos (4)
4  Ruptura do Submundo  10,20
Terrenos (16)
1  Delta Poluído77,99
2  Ilha da Neve3,15
4  Lago Alpino Fervente190,00
1  Montanha da Neve1,56
2  Planície da Neve1,48
4  Praia Inundada55,00
1  Tundra789,90
1  Volcanic Island1.699,99
60 cards total

Sideboard (15)
3  Espadas em Arados 4,49
1  Explosão de Chamas 7,98
1  Tempestade Atordoante 9,00
1  Lavínia, Renegada Azorius  0,91
2  Serenidade  5,48
1  Caloteiro Descarado // Pequeno Furto    //   64,00
3  Mentor do Monastério  94,90
1  Teferi, Manipulador do Tempo   129,95
2  Desgastar // Rasgar   //  3,99


A verdade é que o branco propicia inúmeras respostas eficientes, na forma de Espadas em Arados e Wear // Tear, além de possibilitar jogar com Silencio ou Canto de Orim, muito mais efetivos no meta atual, já que ignoram Veu do Verao, ao contrário dos descartes, típicos de decks combo. Sem contar que não é incomum levar o G2 ou G3 com base apenas no mentor e na infinidade de magicas de custo baixo que o deck possui.


O deck vem sendo jogado principalmente no MOL e nas mãos do Anzid, o levou a virar líder de troféus em uma semana. O Anzid vem jogando com uma build UWR desde o início, mas desde que mudou para a lista criada pelo Rodrigo Togores (que ganhou aquele GP Paris de 2014 de ANT), com Intuicao e Sevinne's Reclamation, ele fechou 100 jogos com um recorde final de 81-19 e conquistou aproximadamente 15 troféus na penúltima semana.


Tudo bem que ele anda jogando 20hs por dia de MTGO, mas a titulo de comparação, o líder de troféus anterior, levou mais de mês para fazer os mesmos 15 troféus e são todos grinders e todos jogam pelo menos de 6 a 8hs de MTGO diariamente. Sem contar que no último Showcase no MTGO, que é um campeonato que serve de escalada para o Pro Tour, apareceram 3 copias de UWR Breach no TOP 8, sendo que a final foi entre dois UWR Breach, com listas idênticas inclusive.


Tudo isso somado ao fato de que o deck consegue ganhar em cima de Thalia, Guardia de Thraben, contornar Extracao Cirurgica e as vezes contornar múltiplos hates com Mentor, por exemplo, fez com que surgissem vozes pedindo por um banimento de emergência, com menos de um mês da carta do formato.


Particularmente venho jogando com Breach desde o dia 1 de lançamento da carta, mais precisamente com minha build de ANT Breach que mostrei no artigo que citei alguns parágrafos pra cima, aqui, e tenho achado ela muito consistente. Minha win rate com o deck chegou nos 70% e o combo ficou bem fácil de setar. Basicamente 1 Tutor Infernal e 1 LED na mão são suficientes para começar o combo, desde que existam pelo menos 9 cartas no cemitério, contando com o Tutor e o LED, o que antes era impossível de fazer no ANT normal.


Sem contar que no late game, assim como Yawg’s Will, Ruptura é combo de uma carta só. Então mesmo que a sua mão seja toda descartadas, basta comprar uma Ruptura, que todas as cartas do cemitério, com exceção dos lands, viram, basicamente, sua mão de novo.


Recentemente mudei para build UWR, principalmente em função dela não jogar com Tutor Esclarecido mais (que eu acho bem ruim), e fui jogar a etapa da LML desse domingo, que contou com 48 pessoas. Passei em primeiro no suíço, ganhando de Elfos, UR Delver, Grixis Control e Turbo Depths, seguidos de dois ID’s. Perdi no top 8 para um 4C Miracles que estava preparado pro ambiente, com 3 Descanse em Paz no side (sim eu tomei os 3).


A build se mostrou bem forte, consistente e capaz de lidar com os hates de forma eficiente, principalmente quando o field não se encontra preparado e utiliza poucas permanentes contra o deck. Eu estava comentando com o pessoal de domingo que se a Breach estiver na mão, Congelamento Cerebral vira no mínimo uma Ancestral Recall bombada, afinal as cartas que caírem no cemitério poderão ser jogadas novamente.

 

No mol, Breach já esta causando uma revolução e os decks estão tentando se adaptar com cartas como Trasgo Colecionador, Linha de Forca do Vacuo, Jaula do Escavador de Tumulos, Calice do Vacuo, etc. Com isso os stompys estão ganhando mais força e decks como Eldrazi e Big Red estão voltando com tudo. Além deles, estão surgindo novos decks, como BUG Urza, cuja lista está abaixo e os Big Drazi e 12 Post com hate dedicado main deck, na forma de Trinisphere e Espinho de Ametista, por exemplo.


Um novo Legacy vem surgindo por causa de Breach e com ele o impacto de Veu do Verao, Astrolabio de Arcum e Oko, Ladrao de Coroas vem diminuindo a passos largos. Em outras palavras, no mol, com essas mudanças, nem acho que Oko seja um problema mais, então enquanto o formato continuar assim, em evolução, rápido e cheio de coisinhas extremamente poderosas, eu retiro o que eu disse sobre Oko lá atrás, por que ele passa ser só mais uma entre as estratégias quebradas do formato.


Alguns decks vão sofrer com isso? Sim, com certeza! Afinal o power level subiu muito e algumas estratégias vão sofrer mais com isso, a ponto da gente ver quase que uma rotação no formato, causada pelas cartas de 2019 e agora de 2020.


No mínimo, vamos ter umas estratégias tier 1 indo por tier 2 e umas estratégias completamente novas surgindo como tier 1. Isso é ruim? Não sei dizer. Mas uma coisa que sei dizer é que o Legacy está bem melhor agora, do que aquele Legacy de WAR e Horizons, cheio de elementos prision (dados os PWs e cartas como Engenheiro da Praga) e jogos enfadonhos.


O Yawgmoth na sala precisa ser banido na segunda? Eu acho que não, ainda é cedo e acho que é preciso esperar o formato e os jogadores se adaptarem para esse novo Legacy, é sem dúvida, porém, uma carta extremamente poderosa.


Dito tudo isso, minhas previsões para o anuncio de segunda-feira são: NO CHANGES!


Lista bônus BUG Urza:


BUG Urza
7388 visualizações
04/03/2020
R$ 12.568,76
R$ 16.748,33
R$ 37.622,57
7388 visualizações
04/03/2020
Visualização:
Padrão
Cor
Custo
Raridade
Visual
CMC
Comprar Deck
Criaturas (13)
4  Estrige Maligna  8,91
4  Emry, Espreitadora do Lago  6,49
1  Sai, Topterista Mestre  9,95
4  Urza, Grão-lorde Artífice   145,00
Planeswalkers (8)
4  Oko, Ladrão de Coroas   59,75
4  Karn, o Grande Criador 35,00
Mágicas (4)
4  Força de Vontade   314,95
Artefatos (13)
4  Bijuteria de Mishra 25,90
1  Bijuteria de Urza 2,49
4  Pétala de Lótus 20,70
4  Cálice do Vácuo  138,99
Terrenos (22)
4  Assento do Sínodo1,25
1  Bayou939,95
4  Delta Poluído77,99
2  Ilha0,00
1  Karakas79,99
1  Pântano0,00
3  Tropical Island999,99
4  Tumba Antiga99,99
2  Underground Sea1.999,00
60 cards total

Sideboard (15)
3  Cripta de Tormod 2,89
1  Explosivos Fabricados 44,55
1  Balista Ambulante  79,75
2  Denegeração Abrupta  27,49
2  Luneta Enfeitiçada 1,43
1  Revestimento Liquometálico 1,58
1  Força da Negação   198,50
2  Ponte Traicoeira 104,90
1  Máquina a Vorme Espiralado 54,99
1  Treliça Micossintetizadora 143,05

Thiago Mata Duarte ( thmduarte)
Fundador e organizador da Liga Mineira de Legacy (2014 - 2018), organizador do Nacional Legacy desde 2018, é um entusiasta e ativo incentivador do formato no país. Joga Legacy desde final de 2012 e desde então sempre tem alguma coisa para falar, desde os recônditos obscuros do POX, passando pelos tier 5 de Opalescence, até chegar nos decks de Brainstorm.
Redes Sociais: Facebook, Instagram, Twitter
Comentários
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(Quote)
- 11/03/2020 15:37
baniu a brecha, oko é + 1 pw no legacy, tem que banir teferi de 3 mana, esse sim é um cancer pq é bom em deck de combo, e combo tem que morrer. Grande abraço, bjs da luz e jogue de gw depths!
(Quote)
- 09/03/2020 08:18

O problema do counter top é o cara enrolar pra fazer as coisas pra forçar um empate em uma partida perdida, por exemplo. Isso já aconteceu comigo, e o bem chato......

(Quote)
- 08/03/2020 21:36
Gostaria de ver unbans no modern, e quem sabe até no Legacy.

Acredito em ban no Pioneer.
(Quote)
- 08/03/2020 15:23
Astrolabio da acesso de maneira eficiente ao legacy pra quem nao tem e nunca tera opcao a duals lands pra mim esse argumento é inderrubavel, compreendo e respeito demais pontos de vistas mas ainda acho um erro
(Quote)
- 08/03/2020 10:44
Prefiro combater fogo com fogo. Ao inves de ban, rola mais alguns unban!

Um dos principais motivos pro ban do shaman foi possibilitar decks super greedy 4c. Mesma coisa que ta acontecendo agora com astrolabio. Então se for permitir que astrolabio continue no formato, unban no shaman também que é uma carta bem forte contra breach.
Também cogitaria um unban no tampo. Quero ver breach reinar contra countertop kkkk
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