Quanto Mais Quente, Melhor
27/03/2019 10:05 - 12,259 visualizações - 17 comentários

Oi amores!

Fiquei muito animada para escrever sobre assunto porque esse com certeza é meu pet deck. Eu, logo de cara, achei o formato modern muito difícil de aprender quando comecei a jogar. Mas como teria um GP Modern em São Paulo em 2017, peguei o burn de um amigo e fui. Não fazia a menor ideia do ambiente, de que baralhos eu poderia enfrentar, levei minha colinha de como identificar cada baralho e como sidear e...fiz day 2. 
 

Meu primeiro day 2. Depois desse GP, passei um ano sem encostar em modern, peguei o mesmo baralho  ano passado, fiz meu guia de sideboard na véspera e, sabendo quase nada, fiz day 2 de novo. Não só isso, passando 7-1 no primeiro dia. Depois daquele campeonato, eu joguei a temporada modern toda, passei a acompanhar outros GPs modern e a ler mais artigos sobre o formato. Hoje eu me sinto bem mais segura para falar, jogar e debater modern. O que significa que, dessa vez, estou indo para um MagicFest Modern sabendo o que eu estou fazendo pela primeira vez e minha preparação e cuidado com a lista começou muito antes. E vamos torcer pra que minha sorte de principiante não tenha acabado.


Alguns baralhos modern te dão a vantagem de não precisar conhecer muito bem o ambiente para conseguir um resultado legal. São baralhos que jogam mais sem se importar com o que o oponente está fazendo e geram respostas mais automáticas. Posso dizer que o Burn entra nessa categoria e é um ótimo  para iniciantes no formato. Não só por ser um baralho mais linear de se jogar, mas pelo preço dele que costuma ser menos salgado que a maioria dzer que o baralho é bom para iniciantes e que pode possuir jogadas mais lineares que não exijam tanto conhecimento prévio não é demérito. Um jogador regular de Burn pode ter ótimos resultados. Mas um jogador experiente de Burn, não só é lindo de se ver jogando, mas pode chegar em absolutamente qualquer lugar. Prever jogadas menos óbvias, otimizar seu side, conhecer seu plano para o segundo e terceiro jogo, levar em conta a variância de estar na play ou na draw para assumir posturas diferentes são coisas que podem fazer uma diferença enorme e te levar do meio da tabela para as primeiras posições de um torneio. Sinceramente, eu vejo isso como um mérito do baralho. Hoje, eu vou tentar ajudar vocês a dar aquele passo a mais e escolher sua lista para a MagicFest de Abril conhecendo suas principais opções.


Primeiro, vamos falar sobre o que é mais importante para um jogador de burn: contar. Vocês já devem ter ouvido várias brincadeiras com isso, tipo “jogador de burn só precisa contar até 20”. É lógico que não é bem assim, mas contar o jogo inteiro o tempo todo é a melhor qualidade que vocês podem adquirir. Controlem sempre: quanto de vida te seu oponente, quantas cartas você possui ainda no baralho que podem matar ele e de quantas cartas você precisa pra isso que não estão na sua mão. Isso é o primeiro passo. O segundo: conte sempre a sua vida. Você quer fechar o jogo rápido e ignorar o máximo possível a mesa do oponente. Para isso, você precisa saber : se a mesa do oponente não te mata, em quantos turnos o oponente consegue te matar, quantas cartas ele precisa para isso e, se essa conta for menor que a sua, o que dá para fazer para arrancar uma vitória. Além do dano de combate, cuidado com como você usa seus pontos de vida. Às vezes a gente se empolga, sai estourando um monte de fetch pra buscar shock em pé, coloca mais de um Eidolon na mesa e, quando vê, tá lockado.
 

Tente não colocar mais de um Eidolon na mesa, lembre-se que seu baralho inteiro toma dano pra ele e provavelmente esse não é o caso do oponente. Eu sempre quero mirar todos os meus burns no meu oponente. Só tem três situações em que eu miro eles em bicho: se for um searing blaze ou um searing blood (e eu sempre guardo uma fetch pro primeiro) por motivos óbvios, se eu for morrer para aquele bicho naquele turno e não tem como
ignorar, se o bicho tiver lifelink E estiver batendo.


O burn tem várias versões, listas e planos de side e não tem versão melhor ou pior. Sua escolha deve ser diretamente influenciada pelo ambiente que você espera. Sem mais delongas, vou comentar as principais versões: naya, boros e rakdos. Eu gosto muito da quantidade de recursos que o splash verde me dá. Essa é a lista que eu tenho testado e modificado.

 

Burn 1 Carolina Anet
9084 visualizações
27/03/2019
R$ 2.001,69
R$ 2.889,77
R$ 5.608,25
9084 visualizações
27/03/2019
Visualização:
Padrão
Cor
Custo
Raridade
Visual
CMC
Comprar Deck
Criaturas (12)
4  Guia Goblin 74,94
4  Lança Veloz do Monastério 3,00
4  Eidolon da Grande Festança  20,99
Mágicas (28)
4  Espículo de Lava 9,00
4  Raio 9,00
4  Amuleto Boros  3,90
4  Hélice de Raios  4,50
4  Labareda Cauterizante  5,39
1  Quebra-crânio  2,99
3  Alfinetada nos Críticos  0,45
4  Raio da Fenda  2,90
Terrenos (20)
4  Contraforte Arborizado90,00
2  Fundição Sagrada32,00
3  Lamaçal Ensangüentado99,99
3  Meseta Árida145,00
3  Montanha0,00
1  Solo Pisoteado33,24
4  Vantagem Inspiradora15,30
60 cards total

Sideboard (15)
3  Caminho para o Exílio 20,81
1  Lavamante Implacável 29,90
3  Descanse em Paz  24,99
4  Lianas Ardentes  7,22
2  Palma Defletora  3,65
2  Quebra-crânio  2,99

 

Tenho testado um Skullcrack maindeck para lidar um pouco melhor com baralhos de lifegain, mas ainda não estou 100% certa se vou manter e se vai
ser essa número. Por enquanto, estou substituindo a Destructive Revelry pela Cindervines pela versatilidade dela, mas vamos cobrir mais sobre o side mais pra frente nesse artigo.


Atualmente, outra versão muito popular é o Boros Burn.

 

BURN 2 Carolina Anet
11526 visualizações
26/03/2019
R$ 2.446,35
R$ 3.378,74
R$ 6.251,60
11526 visualizações
26/03/2019
Visualização:
Padrão
Cor
Custo
Raridade
Visual
CMC
Comprar Deck
Criaturas (13)
4  Guia Goblin 74,94
4  Lança Veloz do Monastério 3,00
1  Lavamante Implacável 29,90
4  Eidolon da Grande Festança  20,99
Mágicas (28)
4  Espículo de Lava 9,00
4  Raio 9,00
4  Amuleto Boros  3,90
4  Hélice de Raios  4,50
4  Labareda Cauterizante  5,39
4  Alfinetada nos Críticos  0,45
4  Raio da Fenda  2,90
Terrenos (19)
3  Contraforte Arborizado90,00
2  Fundição Sagrada32,00
2  Lago Alpino Fervente345,00
3  Lamaçal Ensangüentado99,99
2  Meseta Árida145,00
3  Montanha0,00
4  Vantagem Inspiradora15,30
60 cards total

Sideboard (15)
3  Caminho para o Exílio 20,81
1  Lavamante Implacável 29,90
4  Descanse em Paz  24,99
4  Quebra-crânio  2,99
3  Reduzir a Cacos  0,25

 

Essa versão Boros é mais linear e tem um sideboard mais agressivo que a versão Naya. Porém, ela não lida bem com encantamentos. Porém tem como
incluir soluções para isso no side se essa for uma preocupação de vocês.
 

A terceira versão que tem aparecido bastante por ter um plano de side completamente diferente das outras duas é a Rakdos.

 

Burn 3 Carolina Anet
11553 visualizações
26/03/2019
R$ 2.887,67
R$ 3.959,41
R$ 7.183,46
11553 visualizações
26/03/2019
Visualização:
Padrão
Cor
Custo
Raridade
Visual
CMC
Comprar Deck
Criaturas (14)
4  Guia Goblin 74,94
4  Lança Veloz do Monastério 3,00
2  Lavamante Implacável 29,90
4  Eidolon da Grande Festança  20,99
Mágicas (28)
4  Barulho na Noite 0,74
4  Espículo de Lava 9,00
4  Raio 9,00
4  Labareda Cauterizante  5,39
4  Alfinetada nos Críticos  0,45
4  Iluminar o Palco  8,00
4  Raio da Fenda  2,90
Terrenos (18)
2  Contraforte Arborizado90,00
2  Cripta de Sangue32,00
2  Lago Alpino Fervente345,00
3  Lamaçal Ensangüentado99,99
2  Meseta Árida145,00
3  Montanha0,00
4  Penhascos de Fenda Negra109,90
60 cards total

Sideboard (15)
1  Extração Cirúrgica 164,90
3  Amuleto Rakdos  0,49
2  Brutalidade Coletiva  67,99
4  Quebra-crânio  2,99
2  Reduzir a Cacos  0,25
3  Sangue Abrasador  3,95

 

Essa versão aproveita o máximo possível da cor preta e ganha estratégias novas para o burn. A versão rakdos lida muito bem com cemitério e baralhos
que enchem a mesa de bichos e é uma ótima pedida para ambientes em que se espera muitos baralhos agressivos.


Ok, e agora, como escolher sua versão? Honestamente? Aconselho vocês a escolher pelo side. O Naya tem um side mais completo, mas pode sofrer
com a base de mana e não lida tão bem com baralhos que enchem a mesa de bichos. O Boros é a versão mais agressiva, mas o side é o mais simples dos três. O Rakdos resolve problemas que são muito mais difíceis para as outras duas versões, mas é a versão que mais joga para trás e nem sempre o burn quer gastar esse tempo a mais.
 

Escolhendo seu plano de side: uma vez eu abri meu side para um amigo meu. Na época, pelo ambiente, eu tinha muitas cópias de Path to Exile, Stony Silence e Rest in Peace. Ele me perguntou porque eu tinha tantas cartas no meu side que não davam dano. “Path é necessário, mas, de resto, tente ter o mínimo de cartas possíveis que não dão dano no seu side, Burn tem que dar dano”. É lógico que um ambiente tão cheio de baralhos que mexem com o cemitério não pode deixar de ter alguns slots de side para resolver esse problema, mas desde que eu ouvi isso, eu tento levar esse conselho quando planejo meu side. Eu deixo o mínimo de cartas possíveis que não vão acelerar meu plano, quase como soluções extremamente necessárias e só.


E com que cartas eu vou? Vamos cobrir as principais opções para os sides do burn e quais vão te ajudar em cada objetivo.


Path to Exilena minha humilde opinião, essa é uma das cartas mais versáteis do side do burn. Lida muito bem com ameaças maiores e evita que você precise parar o seu jogo para se preocupar com criaturas do seu oponente.

 


 

Cindervines: o novo xodó do formato. Ela faz quase a mesma coisa que Destructive Revelry podendo empurrar aqueles pontinhos de burn a mais durante a partida. Uma cindervines bem encaixada no segundo turno pode fazer um estrago e ela tem se provado útil em mais matches do que a Revelry. Ela é ótima contra muitos baralhos do ambiente, já que a maioria deles faz uma quantidade grande de mágicas de não criatura por turno.



 

Tenho testado ela contra o Phoenix e tô gostando muito.
 

Destructive Revelry: a antecessora da cindervines tem suas vantagens: instant speed, não precisa pagar mais 1 para destruir o artefato ou o encantamento e dá dano quando destrói. Claro, você fica sem aqueles pontinhos de burn a mais de uma carta que ficaria na mesa, mas ela pode resolver seu problema mais rápido e garantir 2 de dano.

 

 

Rest in Peace: a melhor pedida contra o dredge. Essa carta é ótima contra baralhos que usam muito cemitério, mas atentem ao fato de que ela não significa uma vitória automática contra o UR Phoenix, hein? Por mais que ela atrase ou atrapalhe o plano A (que seria o plano da fênix), o baralho ainda pode ganhar de Drake (que conta cartas exiladas) ou de Coisa no Gelo. Se você optar por usar o Rest in Peace contra o UR, lembre-se de não assumir uma postura para trás em momento nenhum. Faz o RIP e segue tentando finalizar o mais rápido possível. Treinando, eu perdi todos os jogos que eu perdi mais de um turno me colocando pra trás. Fosse fazendo Cindervines e Rest in Peace ou qualquer outra combinação de cartas para atrasar o oponente, o resultado acabou sendo me atrasar demais.


Stony Silence: tá prevendo um ambiente cheio de baralhos que dependem de artefatos? Essa é a sua carta. Ela é barata de castar, não atrapalha muito o plano do burn e, se o oponente não resolver, ela fica na mesa atrapalhando o jogo todo. Essa carta cai naquela máxima que falamos antes: ela não dá dano. Então coloquem na balança se vai ser bom dedicar slots de side pra ela.



 

Wear (Wear/Tear): Essa carta é muito importante para o Boros resolver encantamentos. Se você não quiser usar o verde para cindervines ou destructive revelry, essa é a maneira mais versátil de lidar com encantamentos e artefatos em uma carta só. Você fica sem os pontinhos de dano das outras opções com verde, mas ela resolve o problema de forma rápida e barata.

 


 

Smash to Smithereens: se você quer lidar com artefatos e não quer usar verde, essa carta é ótima. Ela resolve o problema e dá 3 de dano no caminho. Se encantamentos como Leyline of Sanctity  não forem muito comuns no ambiente, smash to smithereens pode dar conta do recado muito bem.

 

 

Grim Lavamancer: Eu amo essa carta contra baralhos de bichos. O burn não mexe com cemitério (tirando as versões rakdos que jogam com Bump in the Night), tem um monte de fetches e consegue lidar com bichos pequenos quase de graça com um lavamancer na mesa. Essa carta faz estrago contra
humanos e, quando o ambiente estava dominado por ele, eu estava usando várias cópias no main deck. Se o ambiente não estiver cheio de baralhos com bichos pequenos, eu acho ele devagar para ocupar espaço no baralho.

 

 

Rakdos Charm: Outra carta excelente contra baralhos que enchem a mesa, como o humanos, o elfos, o espíritos e baralhos de company. Essa carta pode dar muito, mas muito dano. Não só isso, eu amo cartas de side que são versáteis e rakdos charm pode resolver um baralho que jogue com o cemitério muito bem também. Modern é um formato que a gente precisa fazer milagre para cobrir o máximo de ameaças possíveis com o side, já que são tantos baralhos simultâneos que jogam. Então cartas que servem para mais de um objetivo defitivamente são cartas que a gente tem que valorizar. Se você vai jogar de preto, essa é uma carta que eu gosto muito.

 


 

Searing Blood: Se você quer lidar com baralhos de bichos pequenos e não quer colocar preto para o rakdos charm, searing blood é uma boa opção. Junto com o Searing Blaze, você fica com 8 remoções que dão dano, o que costuma ser mais do que tempo (e dano) suficiente para finalizar o jogo.


 

Surgical Extraction: eu gosto dessa opção porque você consegue encaixar ela em qualquer versão, não só a rakdos. Você pode simplesmente pagar os 2 de vida ao invés da mana preta e pronto, problema resolvido. Essa é uma carta extremamente circunstancial que pode ficar na mão mais tempo do que o jogador de burn gostaria, então acredito que surgical seja uma carta que se saia melhor em baralhos midrange que precisam ganhar tempo. Portanto, acho que ela é uma carta para a versão rakdos e só.



 

Leyline of the Void: menos popular, porém não tão difícil de ser vista, a leyline preta é o equivalente a Rest in Peace do Boros e do Naya. O que me
incomoda um pouco da leyline é a quantidade de slots que ela ocupa. Para começar o jogo com ela, normalmente você precisa de 4 of. E comprar uma
leyline lá pelo meio do jogo quando você tá no topdeck do burn pra matar é um pé no saco. Mas ela resolve. Só tem um custo alto se não conseguir cair no turno zero.

 

 

Skullcrack: eu gosto dessa carta contra baralhos como o dredge e o jeskai controle. O life swing do Creeping Chill e do Lightning Helix prejudicam a conta do dano toda e essa carta resolve muito bem esse problema. Até ano passado, ela era main deck, mas ela continua sendo muito necessárias em matches de lifegain.

 


 

Kor Firewalker: Minha carta favorita para o mirror. Eu amo essa carta e ganhei muita mirror por conta dela na vida já. Infelizmente, anda difícil arrumar espaço para ela, mas se você está se preparando para um torneio que você imagina que encontrará muitos burns, ela super vale o slot do side.

 

 

Minha previsão para o MagicFest de abril: deixando claro aqui que eu não sou nenhuma mãe diná, só no meu grupo de treino, tem 3 jogadores de UR Phoenix e um pessoal em dúvida entre dredge e death’s shadow. Analisando o que eu tenho visto em torneios internacionais e o ambiente que normalmente aparece nos GPs do Brasil, eu acho que vamos ter muito dos três decks, muitos burns, valakut, trons e muitos bgx.
 

Não é a previsão mais ousada do mundo, mas é melhor não sair inventando loucura, né? Dito isso, seria legal montar um side que reaja bem nesses matches. Eu gosto muito da versatilidade do naya e não sofro muito com a base de mana, mas com certeza existe mais de uma resposta certa. Eu ainda tenho muita vontade de testar uma versão mardu, mas não acho que o ambiente desse ano é a melhor hora para essas invenções.


Por último e não menos importante: se divirtam. MagicFest é um dos eventos mais legais do ano, escolha um deck que vá te dar prazer de jogar. Eu, por exemplo, adoro ter tempo entre as rodadas, poder tomar um café e ver meus amigos durante o dia e jogar de aggro me dá esse prazer. A experiência conta muito, não esqueçam disso. Esse deck me diverte demais, ganhando ou perdendo, e acho que o deck de vocês tem que passar uma experiência parecida.


Por hoje é só, pessoal! Espero que vocês tenham gostado de ouvir tanto sobre o meu deck favorito! Lembrando que vocês me acham no instagram  e no twitter e no twitch. Estou online fazendo streams toda segunda, quarta e sexta 22h, porém essa semana não estarei online porque estarei comentando o Invitational junto com o Lucas, o Matheus e o Juliano aqui na Ligamagic! Então vocês vão me ver bastante online essa semana a partir de quinta-feira.


Até a próxima,
Carol

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Carolina Anet ( carolinaanet)
Jogadora competitiva desde 2015. Pode ser encontrada jogando com decks aggro em torneios, independente do formato. Ou falando sobre representatividade com outros jogadores.
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Comentários

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ronaldomp10 (07/04/2019 22:19:37)

kkkkkkkkk

diegosasseron (31/03/2019 10:21:27)

Gostaria de ter uma namorada que joga magic?!

VIP OURO jnfirst (30/03/2019 09:41:27)

O NAYA é um pequeno Splash para verde, apenas para garantir side.
Há apenas uma fonte de mana verde real (ainda que 04 fetchs), você não vai querer comprometer toda sua estratégia de jogo para um incerto.

Imagina você na frente no jogo, caminhando para finalizar, com C.Atarka na mão e leva um Field of Ruin, Tectonic Edge, Ghost Quarter, Assassin's Trophy, Spreading Seas ou qualquer outra coisa.

HRHB (30/03/2019 07:26:14)

Pra parar decks que ganham vidas realmente Skullcrack é melhor. Em outras situações com C.Atarka você pode usar as habilidades de 3 danos e +1/+1 nas criaturas, resultando em maior dano.

Walter_Makoto (28/03/2019 12:37:28)

Cara, o comando de atarka faz a mesma coisa que o Skullcrack e porque usar ele se tem uma opção com o custo de mana mais suave?

jonvianna (27/03/2019 21:41:41)

Ótimo artigo. Muito bem abordado o burn no atual meta.

AdrianoTT (27/03/2019 16:44:24)

Excelente artigo, como sempre, Carol! Parabéns!

Coincidentemente, comecei a jogar Modern uns 4 dias atrás de Burn. Eu considero Boros com splash pra verde, basicamente, é esse seu Naya com pouca diferença, quase toda diferença, e é pouca, está no side. Mas gostei muito de suas ideias de side. :)

O deck é bem legal de se jogar no MOL e, apesar de não estar jogando nas ligas, no Tournament Practice, estou com cerca de 45% de Win Rate. Pra quem é totalmente "noob" no formato, sem conhecer nada dos decks dos oponentes ainda, acho que estou até bem. Principalmente, contra os decks de Tron que é o deck que mais joguei contra e venci 3 em 4 partidas, incluindo venci uma do Tio Vini que vai pro GP e está treinando exatamente com esse deck!:P

Um abraço,

Chii (27/03/2019 16:04:13)

Juro que li "Quanto mais GENTE, melhor" e esperava algo falando sobre o arena. Só fui ler direito quando terminei o artigo rsrsrsrsrs

Parabéns pelo artigo! Sempre achei particularmente difícil jogar de burn justamente por ter que estar atento e contando (me dou melhor com um jogo mais reativo que proativo) mas esse artigo me esclareceu muitas duvidas. Acho que vou me aventurar um pouco de burn, porém no t2.

HRHB (27/03/2019 15:32:07)

Carolina.
Comando de Atarka não teria mais utilidade que Skullcrack no Naya Burn?

HinaLyka (27/03/2019 14:31:34)

Aaaah!! Que artigo lindo!! Meus parabéns por mais um ótimo artigo escrito!! Ele me ajudou com algumas dúvidas frente ao meta atual, como a minha resistência em tirar o Skullcrack do main e a resistencia maior ainda em colocar Cindervines; ou que slots liberar pra Light Up The Stage, como outro comentário mencionou.
Jogo com quase a mesma lista de Boros Burn no Modern há uns bons 4 anos, por isso tanta resistencia😂
Mas vou ponderar muito sobre as colocações feitas, especialmente no side! Muito obrigada por esta dádiva de artigo!☺️🙏🏼❤️

VIP OURO jnfirst (27/03/2019 12:30:35)

Parabéns pelo artigo! Muito bem escrito.

Burn não é meu deck principal, mas acompanho muitos canais, gosto do estilo de jogo e, diferente do que muitas pessoas pensam, há decisões bem difíceis.

O que tenho percebido é que os jogadores tem sofrido com a perda de gás no decorrer das partidas que se alongam, principalmente quando o oponente consegue segurar as Swiftspears. Depender de top decks é preocupante...

Não seria uma opção colocar alguns Light Up The Stage? Pode ser usado com baixo custo de mana e serve para tirar as lands indesejadas e trazer mais opções de dano. Chegou a testar? Se sim, o que sentiu nas partidas?

OBS: sei que já está complicado escolher quais danos colocar no deck. Imagino a dor de cabeça ao se ponderar substituir mais uma ou duas cartas.

Ezuri (27/03/2019 11:11:47)

Excelente artigo!

WagMascara (27/03/2019 11:08:04)

Excelente artigo Carolina!
Jogo de Burn desde que aprendi a jogar Magic em 1997, e é de longe o meu estilo favorito de jogo.

BakargyArt (27/03/2019 10:51:48)

Bom dia. Também tenho este deck. Você não acha que talvez seria melhor manter os 4 skullcrack no main deck, tirando as Helice de raios e colocando as 4 Alfinetadas nos críticos (que foi a adição a lista da edição nova). ?

Quero dizer, para incluir as Alfinetadas, vc escolheu tirar Skullcrack. Não seria melhor tirar as Helice de raios, ao invés?

Alanzito (27/03/2019 10:39:56)

Otimo artigo Carolina. Certeza que que no GP estara lotado de Phoenix, Valakuts , Dread e TRon sao os decks a ser batidos na minha opniao, e vem crescendo bastante Amulet Titan. Certeza que sera um desses decks campeoes. Mais magic tambem gira em torno da sorte de cada jogador em tira uma carta que possa vencer.

Aos jogadores que estao a montar o Burn e por conta de grana uma otima opcao no lugar do Guia Goblin substituir pelo Diabo irritante.

memnarch (27/03/2019 10:10:54)

Cindervines pode ser muito muito a boa pra esse meta cheio de Phoenix.

memnarch (27/03/2019 10:10:31)

Parabéns pelo artigo, Carol.
Espere ter MUITO Phoenix no GP e muito hate pra esse deck. Não sei quanto ao matchup Burn x UR Phoenix, mas recomendo usar Surgical e/ou Relíquia de Progenitus, aos montes, no side.