A Ira de Marit Lage
14/05/2018 10:00 / 6,327 visualizações / 8 comentários
 
O Eternal Weekend Europeu ocorreu neste penúltimo fim de semana em Paris. Para quem não sabe o que é o EW, eu fiz um artigo explicando: você pode ver clickando aqui.
 
Nós do formato eterno não temos representação do Legacy/Vintage no Mundial, diferente de como era há alguns anos atrás. O Eternal Weekend veio justamente para consagrar os grandes campeões do Legacy e do Vintage. Apesar desse evento ser menor que todos os GPs Legacy, o título de Campeão do ano é tão grandioso quanto o de campeão de um GP Legacy.
 
O Top 8 desta vez trouxe algumas “novidades” e veio com a ótima notícia de ter 7 arquétipos diferentes, algo que estava sendo raro quando se tratava do metagame gringo. No normal, eram 3~4 cópias de Grixis Delver.
 
E no último fim de semana do dia 12, ocorria o GP Birmingham, com exatamente 1200 jogadores assíduos do Legacy.
 
O Top 8, do GP terminou assim:
 
8º YUTA TAKAHASHI -  CZECH PILE
7º BERNARDO SANTOS- GRIXIS DELVER
6º JANUS ANDERSEN - GRIXIS KESS
5 ALEXANDER MERTINS - DREDGE
4º JOHAN DE GRUYTER - STEEL STOMPY
3º PETER VAN DER HAM - GRIXIS DELVER
2º GRZEGORZ KOWALSKI - GRIXIS DELVER
1º GARY CAMPBELL -  MONO-RED PRISON
 
Alguns decks convencionais, outros diferentes, vamos dar uma olhada nos decks não-convencionais:
 
Grixis Kess - Legacy
2018-05-13

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[deck=889618]
 
Grixis Kess, basicamente um Czech Pile com base de mana melhorada. Essa versão de Grixis usa todas as cartas boas nessa combinação de cores e ainda conta com a Lenda de Commander 2017 Kess, Dissident Mage, que serve como cópias extras de Snapcaster Mage, só que com o upside de poder ser utilizada todo turno, sem dar alvo e permitir custos alternativos, como Force of Will. Não vejo a hora de sleevar minhas Kess para testar esse deck.
 
Steel Stompy - Legacy
2018-05-13

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Johan de Gruyter consagrou seu top 8 com o Steel Stompy.
Steel Stompy é um deck que vem sido desenvolvido no Legacy há um pouco menos de um ano e, inclusive, alguns jogadores brasileiros, como Fausto de Souza resolveram investir na lista bem no começo de sua concepção. O deck foi criado como uma versão Legacy do Vintage Shops, que utiliza fast mana e muitos artefatos, tanto para lockar o oponente com Wasteland​ e Sphere effects, como criar um campo de batalha muito forte com diversas interações entre Walking Ballista, Hangarback Walker, Steel Overseer e Arcbound Ravager.
 
Mono Red Prison - Legacy
2018-05-13

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Gary Campbell, após 25 anos de carreira no Magic, finalmente conseguiu ganhar um Gran Prix, título que é apenas um sonho para grande parte dos jogadores.
Gary utilizou o popular Mono Red Prison, e adicionou o recém-lançado Karn, Scion of Urza. Prison decks sempre tiveram dois problemas sérios: o de ter poucas maneiras de finalizar o jogo; e o de não ter mecanismos de card draw. Bem, felizmente Chandra, Torch of Defiance e Karn, Scion of Urza foram lançados, e agora o deck tem uma boa pressão e uma fonte ok de card advantage.  Além de Planeswalkers, Hazoret the Fervent e Goblin Rabblemaster, o problema de não conseguir finalizar a partida não é mais como era antes.
 
Agora falaremos sobre o Eternal Weekend.

Em oitavo lugar temos Cyril Pitalot, com sua versão híbrida de UWR Miracles.
 
UWR Miracles - Legacy
2018-05-13

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Cyril optou por uma lista com ameaças diversas. Geralmente quem utiliza Counterbalance finaliza com mais Jace, the Mind Sculptor e Entreat the Angels — esta lista não. 2 Monastery Mentor, 1 Gideon, Ally of Zendikar e 2 Jace, the Mind Sculptor foram as Kill Condition escolhidas. Bem difícil de contornar um plano bem abrangente como este, a lista é bem consistente contra hates comuns, como Flusterstorm, e as spells de apoio tornam a vida do oponente um inferno em como sequenciar: 4 Swords to Plowshares, 1 Supreme Verdict, 3 Terminus, 1 Engineered Explosives e os Counterbalance e Back to Basics para ajudar no plano de softlock. O Sideboard é bem convencional: mais removals, cartas para Grind, hate de grave e diversos Blast Effects.
 
Em sétimo tivemos Julien Drouard, com seu UWR Midrange bem fora do padrão.
 
UWR Midrange - Legacy
2018-05-13

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[deck=889653]
 
A primeira coisa que podemos perceber sobre esse UWR Stonebla… Peraê, onde estão as Stoneforges? Bem, acho que é aí que está o pulo do gato!
Minha Kill Condition preferida do Legacy é equipar uma boa e velha Jitte e dominar a mesa com seus marcadores ou ganhar quantidades cavalares de vida com o Batterskull, mas isso tudo tem um custo bem grande… O Pack de Stoneforge consome pelo menos 6 Slots do deck (7 se utilizar alguma espada) e isso faz com que o baralho tenha muitos draws ruins no late game, e SFM é uma das piores ameaças contra combo decks e decks com Cabal Therapy. Remover o SFM Pack te custa um pouco no quesito finalização da partida, mas te dá muito mais espaço para usar spells interativas.
Sobrecarregado de drop 3, esta versão utiliza 2 Geist of Saint Traft, 2 True-Name Nemesis e 1 Vendilion Clique como criaturas voltadas para combate, e 3 Snapcaster Mage como fonte de card advantage/removal.

A diversidade de removals é bem grande e muito bem escolhida: 1 Abrade para lidar com Chalice of the Void, Ensnaring Bridge ou simplesmente qualquer criatura não-Gurmag Angler que possa ser alvo no formato, 1 Council's Judgment como catch all, 1 Fire (Fire/Ice), há muito tempo esquecido, porém perfeito contra Eldrazis e Death and Taxes, 2 Lightning Bolt como alcance e removal similar ao Abrade, 1 Supreme Verdict para garantir que não vai ficar muito atrás na mesa e 3 Swords to Plowshares para mandar para a fazenda qualquer ameaça que possa tocar a mesa. As duas Karakas são ótimas contra esse monte de Turbo Depths , Death and Taxes e ainda servem como uma Maze of Ith no seu próprio Geist, tirando-o do combate após atacar e antes de morrer por ser bloqueado.
 
Em Sexto lugar temos Adrien Demoget, com seu Grixis Delver.
 
Grixis Control - Legacy
2018-05-13

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[deck=889669]

Assim como já comentei em outros artigos, há um certo consenso sobre o “melhor” maindeck do Grixis Delver, e grande parte dos jogadores utilizam esse mesmo maindeck, que contém 2 Gurmag, 2 TNN, 3 Pyromancer, 4 Delver e 4 DRS.

Adrien optou pela Winter Orb, uma ótima arma para combater Miracles e estratégias de Dark Depths que estão em alta. Marsh Casualties é o efeito de -1/-1 escolhido, apesar de Liliana, the Last Hope ser uma carta muito forte em diferentes matchups. O deck já tem algum número de drop 3, e colocar mais um pode ser perigoso no mirror ou contra decks de mana denial, como DnT e Goblins. Eu particularmente prefiro a Liliana, mas entendo a escolha de Adrien.
 
Em quinto lugar, Antoine Dubois e seu Dredge.
 
Dredge - Legacy
2018-05-13

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[deck=889671]
 
Dredge já foi o bicho papão do Extended, do Modern e, um dia, do Legacy, mas as coisas mudam, o field também e Deathrite Shaman é uma das cartas mais presentes no formato. Graças a isso, o deck teve de se reinventar.

Se você perguntar para um jogador de Legacy que jogava há uns 7 anos qual era a principal kill condition do Dredge, ele provavelmente vai te responder: Flame-Kin Zealot. Você enchia a mesa com fichas feitas pela Bridge from Below, reanimava o Zealot e finalizava com uma batida só. Só que esse plano de Dread Return não é muito bom contra decks que contenham o Shaman; o Return toma Daze, Force of Will, Spell Pierce e Flusterstorm, cartas bem comuns hoje em dia, fora que você leva 4 pra 1 se comerem o alvo do Return com o Shaman. Como resolver esse problema? Simples, o segredo não é combar e matar em uma fase de combate só, e sim grindar com Prized Amalgam, Ichorid, Narcoameba e diversas fichas geradas pela Bridge.

O side contém os Returns e Iona, Shield of Emeria, que só entram contra combos, Firestorm para decks de criatura, Fragmentize para os RIP, Cage e Leyline, os 2 Silent Gravestone e as 2 Street Wraith entram quando o hate esperado é Surgical Extraction. As gravestone impedem seu oponente de dar alvo nas suas cartas e as aparições voltam para a sua mão as criaturas com Dredge que seu oponente possa dar alvo.
 
Guillem Salvador Arnal foi o segundo piloto de Grixis Delver, consagrado como quarto colocado.
 
Grixis Delver - Legacy
2018-05-13

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[deck=889681]
 
A única mudança no main comparado à lista anterior é -1 Spell Pierce +1 Cabal Therapy, Guilhem acreditou que ser proativo era um pouco melhor. O side é bem mais abrangente, com Fatal Push para não sofrer muito para os decks de criatura e não ter que se preocupar se o bicho é um Deathrite Shaman ou um Tarmogoyf, Engineered Explosives sendo bom tanto para lidar com criaturas, como sendo uma resposta proativa/reativa contra Ensnaring Bridge, Counterbalance e, se feito no momento acerto, até Blood Moon. O Hydroblast no side é, provavelmente, contra Sneak Attack e Mono Red Prison, enquanto o primeiro não é uma matchup tão problemática para o Delver, o Red Prison pode acabar com suas chances de ganhar com Blood Moon e Magus of the Moon. Além disso, o Hydroblast ainda pode lidar com uma Chandra, Torch of Defiance ou um Goblin Rabblemasterr.
 
Mono Red Prison - Legacy
2018-05-13

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[deck=889682]
Sideboard (15 cartas)

9 criaturas

6 outras mágicas

  • Menor Preço

    R$ 789,99

  • Preço Médio

    R$ 916,63

  • Maior Preço

    R$ 1.200,00

 
Falando em Mono Red Prison, esse foi o deck que garantiu a Paul Ridoux o terceiro lugar no torneio.
O deck não tem segredo, você identifica para qual lock piece o seu oponente sofre e, se conseguir resolver esse lock, já é meio caminho para a vitória.
Blood Moon e Magus of the Moon são hard locks para a maioria dos decks do formato e softlocks para a outra metade. Chalice of the Void e Trinisphere são seus elementos anti-combo, mas também são ótimos contra decks azuis e a Ensnaring Bridge é sua segurança contra qualquer coisa que tente te atacar. Depois de estabelecer algum dos softlocks, é só resolver uma Chandra e levá-la ao ultimato, ou encontrar uma Hazoret, que convenientemente, além de indestrutível ainda te ajuda a esvaziar a mão para as Bridges e ainda contorna Leyline Branca!
 
O side é dividido em dois setores: combo e aggro. Por ser um deck sem azul, o Red Prison sofre muito para combos muito rápidos ou resilientes à Blood Moon e, mesmo tendo muitas armas contra os decks agressivos, o hate do oponente provavelmente vai conseguir lidar com sua ponte ou Chalice, então é bom ter removals para não morrer para Thalias ou Goblin Lackey.
 
Simon Depraz e seu Mono White Death and Taxes garantiu o vice.
 
Mono White Taxes - Legacy
2018-05-13

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[deck=889683]
 
Eu venho falado bastante sobre o RW Taxes, e continuo achando o deck bem posicionado. No entanto, o deck sofre muito para land denial e a matchup contra Red Prison e B2b Miracles ficava bem pior. Uma lista bem reta, mas com apenas 13 drop 2. Nos meus últimos testes, eu me via finalizando o jogo com Mirran Crusader equipado mais do que com qualquer outra combinação de cartas que o deck fornecia, então faz sentido Simon utilizar 3 cópias.

O side é bem convencional: uma Sword of War and Peace para mirror, mono reds e Miracles, 4 Grave hate para decks de cemitério, 2 Path to Exile e 2 Council's Judgment para nunca ficar atrás na mesa, 2 Cataclysm que servem para dar risada de Lands e Miracles, e o segundo Prelate, que assegura que sua matchup contra Mono Red Prison e Storm será bem melhor do que você espera.

E por último, ou melhor, em primeiro, temos Vladimir Arneuve com seu BG Depths.
 
BG Depths - Legacy
2018-05-13

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[deck=889685]
 
Muita gente tem confundido o BG Depths com o Turbo Depths e, apesar de serem bem similares em seu gameplan, a execução e diferença está nos números, mas como toda variante de um deck no Magic, cada um tem suas vantagens.
 
Turbo Depths: Muito rápido; executa mais consistentemente o Marit Lage; sofre muito para efeitos de édito e múltiplas remoções para o 20/20 no mesmo jogo.
 
Bg Depths: Contém Deathrite Shaman e Dark Confidant​ no maindeck, dando um plano B e fonte de card e resource advantage; Sobrecarrega os removals do adversário e consegue mais facilmente contornar éditos; por ter apenas o Shaman como aceleração, o deck pode ficar com muitos drop 2 na mão e sofrer bastante por ter muitas lands incolores/lendárias.
 
Agora que entendemos a diferença, já podemos comentar melhor. O conceito do deck é bem mais simples que a execução: fazer um Dark Depths e copiar com Thespian's Stage ou sacrificar a Vampire Hexmage, dando alvo no Depths. Porém, a vida não é um arco-íris interminável, seus oponentes vão interagir com você, seja com Wasteland ou Counters/Descartes para seus tutores, e é aí que entra o plano de suporte. Como a interação mais comum no Legacy é a Wasteland, o baralho joga com 3 cópias de Pithing Needle para se proteger de Wastes, mas que também servem contra Liliana of the Veil, Karakas e Jace, the Mind Sculptor. Os Dark Confidant te ajudam a encontrar os descartes contra os control ou os mecanismos de combo para finalizar o mais rápido possível.

O deck tem ganhado bastante popularidade. Jody Keith fez top 16 em um Open há algumas semanas e ficou em 4º no que ocorreu na semana passada com o BG Depths. Segundo ele (conhecido por ser o mestre do Lands), Lands não está mais tão bem posicionado e a boa é descarte e Marit Lage.
 
 
Um top 8 tão diverso me deixa bem feliz. É maravilhoso ver o formato “desresolvido”, diferente de como estava em 2016~2017, inclusive vemos isso sendo representado no GP Birmingham, com Mono Red Prison sendo vitorioso. Estamos em uma nova era do Legacy, coisas boas estão por vir!
 
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Bruno Ramalho ( Bruno_Orelha)
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Comentários

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Bruno_Orelha (17/05/2018 17:24:25)

O que eu considero melhor é o seguinte, por não depender de verde para nada, o grixis kess fica mais consistente, uma vez que post board muitas vezes você, de Czech pile, opera com as 2 básicas contra decks de wasteland, e tem que escolher qual das cores do splash vai ficar por não conseguir ter ilha, pântano e 2 dual que gerem vermelho E verde. Além disso o deck não corre o risco de comprar um leovold em momentos que você não se preparou para conjurá-lo.

MrSocrates (15/05/2018 09:35:34)

Também acho muito top a Kess no deck. Se fazer FoW da mão com manas tapadas é bom, imagina fazer isso vindo do cemitério... Isso sem falar da recursão do Hymn to Tourach, dá nojo só de pensar D:

Tyr (14/05/2018 20:06:13)

Oloko... curti demais esse grixis kess...

danielalmeida (14/05/2018 17:21:31)

Bruno, não concordo muito que a base de mana do Grixis Kess seja melhor do que a do Czech Pile não. Veja bem, de diferença temos apenas +2 wasteland contra +1 fetch preta e 1 bayou. Wasteland não melhora solidez de base de mana, pelo contrario, piora. E de verde na versão 4c temos apenas os 2 Leovold( normalmente temos 1 decay tb, mas isso é meio irrelevante). Então o grande ponto dessa lista que chama atenção é : "O quanto Kess é melhor que o Leovold ?" . Com certeza foi isso que levou o JANUS ANDERSEN a ir com esse deck ao inves do Czech pile. Ae te lanço a pergunta Orelha, qq vc acha de Kess no lugar de Leovold? kkkkkk . Eu particularmente considero Leovold infinitamente melhor, mais gostaria de uma outra opinião ^^

MrSocrates (14/05/2018 14:44:27)

E por que não seria? Resource denial é uma estratégia que existe em qualquer card game que se preze.

GENERALLEE (14/05/2018 13:23:53)

as pessoas tem que aprender que nao deixar seu oponente jogar não é necessariamente ser um bom jogador de magic, mas néh, funciona =x

Bruno_Orelha (14/05/2018 13:22:38)

Dragon Stompy sempre foi um prison que punia os azuis, mas o deck não matava, depender de Rakdos Pit Dragon e arauders era muito tenso, agora o deck tem todas as armas para finalizar um jogo bem rápido.

VIP STAFF lordlazaros (14/05/2018 11:41:34)

2 mega torneios legacy, isso pq o mesmo esta morrendo....

O Red Prision pune miseravelmente os delver, lindo de se ver.