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Vintage Desvendado #13 - Vintage 5 anos depois, por Chamelet
Uma ótima abordagem sobre um formato quase esquecido!
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11/06/2013 12:37 - 5.320 visualizações - 58 comentários
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Por Fernando Chamelet

Pois é meus caros, finalmente a coluna Vintage Desvendado está de volta! Depois de 12 artigos escritos entre janeiro de 2005 e janeiro de 2008, parei de escrever pra liga por ter dado um tempo do Magic. Agora, volto aos dois! :D

Parei de jogar Magic há uns 5 anos, perto da publicação do último artigo, que analisava Coldsnap pra Vintage (e que errava feio em cartas como Perilous Research, Rite of Flame e Dark Depths). Minha parada envolveu não só falta de tempo, mas também coincidiu com a falta de gente pra jogar. A galera Vintage que jogava na Liga Era Glacial foi dispersando, o Thingfromthedeep mudou pros EUA, etc, a Liga acabou e eu parei junto. O Vintage tem dessas coisas, sua saúde depende muito de uma pequena galera.

É curioso como Magic não é um jogo só, mas vários. Uma coisa é jogar Standard, Legacy, etc. Outra completamente diferente é jogar Vintage. Não falo isso emocionalmente, nem estou tentando convencer ninguém de que Vintage é o "melhor formato". Mas é notável que cada formato é bem diferente do outro, e que uma pessoa pode ter uma afinidade maior por um e por outro.

Eu percebi ao longo dos anos que eu até gosto de Magic no geral, mas gosto mesmo de Vintage. Acho os outros formatos lentos, muito atentos à matemática do combate; boa parte dos jogos de diversos formatos, se prolongados, se resumem a "topdeck wars" e controle da mesa. Não existe counter war, os erros são mais perdoáveis e é possível virar o jogo mesmo errando, não existe manipulação de grimório suficiente e, portanto, a sorte se faz sentir mais. Como não há draws consistentes, acaba que eventualmente ambos os jogadores ficam sem cartas na mão e dependendo do topdeck. Dizer que isso acontece sempre é um exagero, mas em Vintage isso não acontece com tanta frequência. Mas claro, isso é uma visão minha, muito acostumado ao ritmo do Vintage. Não que não me divirta jogando Pauper aqui e ali, ou Magic no iPad (que é quase um Standard). Mas no geral, longos jogos de outros formatos me entediam demais, e aquela adrenalina focada do Vintage me faz falta.

É por isso que volto a esse charmoso e belo formato, anos depois, ao voltar a jogar devido a uma loja de Magic que descobri em Niterói. E também pelo fato de que meu fichário, cheio de Force of Will, Duals, Tangle Wires, Tutores, P9s, etc, não me permitiria fazer diferente sem um grande incentivo financeiro. Legacy seria talvez uma opção, mas qualquer deck Legacy hoje seria caro pra eu montar, devido à diferença de listas Restritas/Banidas (por exemplo o fato de eu não ter 4 Lion’s Eye Diamond, mas apenas 1).

VINTAGE ABANDONADO

Essa volta ao Vintage foi um pouco chocante. Em primeiro lugar por reparar que o formato está ainda mais abandonado do que na minha época. Parece que, realmente, a cada ano o número de jogadores de Vintage diminui bastante, e não só no Brasil. Fórums gringos como o The Mana Drain) estão mais abandonados; a Starcity Games não tem mais uma seção dedicada a Vintage; a Eternal Central, que tomou esse lugar, publica muito esparsamente e basicamente é alimentada por artigos do Stephen Menendian.

E não só isso, o desdém dos jogadores novos pelo Vintage é perceptível. Não só por acharem o formato erroneamente "roubado e desleal", mas também por não haver mais uma idolatria quase mitológica a cartas como Black Lotus, Mox, etc. É curioso. Minha geração de jogadores de Magic sonhava em ver uma Mox na frente, quanto mais poder jogar com ela. Jogar Magic Shandalar (lembram?) e encontrar uma P9 era uma alegria absurda exatamente pela "mitologia" da coisa. Hoje eu sinto que as pessoas tratam P9 igual o Pelé: é bom, mas já aposentou, né?




Duels of the Planeswalkers - Shandalar é um resumo perfeito dos meus primeiros anos de Magic: o brilho nos olhos de se jogar com P9 pela primeira vez.


Mas enfim, a volta foi chocante não só por isso ou por mudanças no metagame do formato, mas pelas mudanças no Magic como um todo. Eu jogo Magic há quase 20 anos. É MUITO tempo. Claro, o Magic sempre está em mudança. Mas eu creio que as mudanças no jogo de uns anos pra cá são as maiores que já presenciei. Acentuadas, claro, por eu ter ficado parado nesse meio tempo. Eu acho que só quando a gente fica um tempo afastado que consegue perceber como tudo mudou tanto. É como aquele teu amigo que você não vê há um tempo e repara que ele tá mais gordo, mais magro, mais careca, etc. Mas quem vê ele todo dia nem repara direito. Mas, ao mesmo tempo, eu já fiquei parado por anos em Magic antes e não senti mudanças tão grandes.

Vou tentar nesse artigo falar sobre as mudanças que senti nessa volta e, por fim, relacioná-las com a aparente diminuição do número de jogadores e de torneios Vintage.
Então esse artigo, apesar de ser uma história pessoal, é também uma tentativa de analisar e entender o que aconteceu com o Magic/Vintage nos últimos anos. Apesar de ser um artigo voltado aos jogadores de Vintage, creio que jogadores de outros formatos poderão aproveitar a leitura também.

Obs: notem que nada do que falo abaixo é uma reclamação, ou uma vontade de voltar aos supostos "anos dourados". São mais constatações na intenção de entender o formato, o jogo e o futuro.

CRIATURAS, CRIATURAS E MAIS CRIATURAS

Quando parei de jogar, o deck que eu mais pilotava era o Gifts. Um deck control pesado que usava 4x Gifts Ungiven + Recoup + Yawgmoth’s Will como principal arma. Na época, se matava com Tinker + Darksteel Colossus ou, em versões mais antigas, Decree of Justice. Em muitas builds, o Colossus era a única criatura do deck, seguindo uma escola de control de poucas criaturas que passou por Morphling, Serra Angel e até Mahamoti Djinn.

Hoje, apesar de decks assim ainda serem possíveis, é notável a forte presença de criaturas em quase todos os decks Vintage. Nos últimos anos foram impressas ótimas criaturas, com as quais tive que me acostumar e aprender a lutar contra. Tarmogoyf, Lodestone Golem, Snapcaster Mage, Vendilion Clique, etc. Criaturas que tem todo o necessário para serem viáveis em Vintage: custo baixo, boa relação custo x poder (no sentido de pontos de ataque mesmo)e boas habilidades.

Outro motivo que percebo para o aumento da importância de criaturas foi a criação dos Planeswalkers. Atacar com criaturas é uma das maneiras mais eficientes de se livrar dessas novas cartas poderosas. e a importância das criaturas na "remoção" dos mesmos.

PLANESWALKERS

O que me leva a outra mudança grande no jogo e no formato: os Planeswalkers. Quando parei de jogar, eles não existiam. Jace, the Mind Sculptor não era tão importante no formato pelo simples fato de nunca ter sido impresso. Não que eu ache que os planinautas mudaram a cara do jogo em si. Se formos pensar profundamente, o Jace ocupa hoje o lugar que um dia foi de Jayemdae Tome e só tem a importância que tem por causa da restrição de Brainstorm. Mas são cartas muito importantes e que não possuem muita remoção direta (ainda mais com as novas mudanças nas regras).

O PODER DAS CARTAS NOVAS

Os planinautas são sintomáticos de uma coisa que começou com Mirrodin e nos últimos cinco anos se tornou mais forte. A cada coleção lançada novas cartas são invariavelmente introduzidas no Vintage. É curioso pois antes de Mirrodin o Vintage mudava muito pouco. Como o formato permite todas as cartas já impressas, sempre se torna difícil superar 20 anos de jogo. Sempre há uma carta que é simplesmente melhor que a nova. Mas nessa elipse de cinco anos eu pude perceber que MUITAS cartas recém-lançadas são hoje Staples.

Podemos contar as supra-citadas Tarmogoyf, Lodestone, Snapcaster, Clique e Jace e ainda adicionar Dark Confidant, Mental Misstep, Spell Pierce, Cavern of Souls, as novas fetchs, Kuldotha Forgemaster, Phyrexian Metamorph, Griselbrand, Flusterstorm, Bridge from Below... enfim. A lista é MUITO grande.

É bom perceber que hoje existe uma versatilidade tremenda no Vintage. Não só entre arquétipos, mas dentro desses arquétipos. MUD não é um arquétipo de lista única, com mudanças no sideboard e em uma carta ou outra. Existem inúmeras variações, muito diferentes, de um MUD/Stax. Pode ser com Forgemaster, com Metalworker, sem nenhum dos dois, sem Sphere of Resistance, com Serum Powder, com Crucible of Worlds ou não, etc. O mesmo vale pra decks control, Fish... E isso está mudando a toda hora. A recém-impressa Abrupt Decay já modificou muita coisa no formato, assim como Rest in Peace, por exemplo. Até Dredge, que sempre costumou ter listas idênticas, hoje tem variações com ou sem Dread Return, por exemplo.
Isso torna as coleções novas muito importantes para o Vintage e pegar cartas novas ficou mais importante do que antigamente.

PREÇO DAS CARTAS

Esse aumento na qualidade das cartas provocou um fenômeno que me espantou muito nessa volta: o aumento colossal no preço de praticamente tudo. É claro que isso tem a ver com o dólar, inflação e inúmeras outras coisas. Mas é muito curioso analisar que os preços de cartas "normais" aumentaram grosseiramente. Não falo de preço de Power 9, Workshop, Force of Will, Duals, ou outras cartas dentro da Reserved List. Falo de cartas normais mesmo, ainda válidas em Standard e encontráveis em boosters sem maiores gastos. Lembro direitinho de Alliances, quando a carta mais cara da coleção (na época, Balduvian Horde), custava absurdos R$ 25,00. Esse valor, de 25 a 30 reais, definiu por muitos anos o preço das cartas caras do Standard. Foi um preço que se manteve pra além daqueles anos de real e dólar parelhos. Um Nantuko Shade, na sua época de ouro, custava seus bons 25 reais também. Incomuns eram 1 real, comuns 50 centavos - a primeira carta Standard que mudou isso foi Fact or Fiction, que foi para os seus bons 5 reais. Quando parei de jogar, em 2008, as incomuns variavam por aí: entre 1 e 5 reais. As raras entre 5 e 30, com algumas poucas escapando dessa margem. Hoje em dia qualquer carta é capaz de pular de preço. Jace TMS, há 1 ano atrás, custava 60 dólares (o que já é muito). Hoje custa 150. Boros Reckoner, uma carta tipicamente Standard, no sentido que não tem muita influência fora do formato, eu já vi ser passada por R$ 80,00.

Não é meu papel falar mal dos preços, reproduzindo a reclamação eterna do jogador de Magic, mas sim perceber que hoje existe uma influência muito forte da internet, dos top decks e, principalmente, dos dealers no valor das cartas que não existia há 5 anos.

AS RAZÕES DA ALTA DE PREÇOS

Consigo ver vários motivos para esse aumento no valor médio das cartas nos últimos 5 anos. Raras míticas; o aumento de poder das cartas; o crescimento do jogo e do número de formatos; o dólar; a globalização; o aumento do pool de cartas.

Algumas dessas razões se auto-explicam. A nova raridade (rara-mítica) automaticamente aumenta o preço das cartas que são míticas. É uma simples questão de oferta e procura. Então aquele valor de 25-30 reais para rara, mesmo se fosse verdade hoje em dia, não funcionaria para as míticas, que estariam num patamar superior de preço.

O aumento no poder das cartas, que explicitei anteriormente, também é fácil de associar: cartas melhores, mesmo sendo mais novas, valem mais do que cartas piores e, portanto, menos usadas – mesmo que mais antigas.

Apesar de eu não encontrar mais pessoas jogando Magic nos corredores do meu prédio ou na rua, li que o Magic cresceu nos últimos anos. Pode ser... Então isso, atrelado ao aumento do número de formatos diferentes, também valoriza as cartas. É simples: agora uma carta antes inútil tem muito mais chance de se encaixar em algum deck de algum formato existente. Antigamente tínhamos basicamente 3 formatos: Vintage, Extended, Standard. Hoje podemos contar no mínimo o dobro: Vintage, Legacy, Modern, Standard, Commander e Pauper.
Por fim, a questão mais complexa. O aumento do dólar, que explica parcialmente essa subida nos preços, mas apenas se atrelarmos isso ao fenômeno da internet, da globalização e dos dealers.

GLOBALIZAÇÃO E A DEALERS

Dealers, ou compradores e vendedores profissionais de Magic – lojas ou pessoas – sempre existiram. A mudança profunda aqui é relativa ao pool de cartas e como isso muda a importância dos dealers.

O número de coleções de Magic aumenta a cada ano. Assim, encontrar cartas específicas se torna cada vez mais difícil. Comprar staples Vintage na loja de Niterói onde todo mundo só joga Standard é bem difícil. Ninguém tem Smokestack pra vender/trocar. Quando parei de jogar, era fácil encontrar uma gama extensa de cartas em todo fichário. Era possível encontrar de tudo, em qualquer lugar. Se eu quisesse comprar Smokestack, ia num lugar de troca e, fatalmente, encontraria umas 8 lá. Hoje em dia é capaz de eu rodar 3 lojas na cidade, com dinheiro, e sair sem completar minha "want list".
Como disse, é uma mera questão do número de cartas existentes. A cada ano se torna mais impossível você olhar o fichário de alguém e encontrar algo que queira – exceto se esse fichário for direcionado para um formato específico. Um "fichário de nicho".
Ou seja, o pool de cartas é tão grande que existe apenas um lugar onde encontrar exatamente o que você quer: nas lojas/dealers. E essas lojas sempre cobraram um preço mais alto nas cartas do que jogadores, por razões de matemática simples: elas precisam vender mais caro do que compraram.

Percebendo essa movimentação do mercado em direção aos dealers, e o acesso muito mais fácil à compras no exterior do que antigamente, o jogador comum começou a vender suas cartas por preços de dealer também. É raro hoje encontrar algo na Liga que não esteja num preço semelhante ao das lojas online locais. Os leilões da liga já começam no "preço de loja" e não são mais, em espírito, leilões de verdade. Todo mundo sabe o preço "real" da carta e não existe mais intenção, de nenhum lado, de barganhar. É um fenômeno curioso e que afeta muito como se dá a relação jogador + jogador.

Por um lado, termos um preço fixo e consultável das cartas é ótimo. Evita que um jogador mais experiente engane jogadores mais novos nas trocas. Mas há o lado negativo desse fenômeno todo: hoje conheço várias pessoas que possuem fichários reduzidos, ou algumas que sequer trocam cartas. Eu mesmo, quando voltei, sequer tentei trocar cartas. Comprei logo tudo o que me faltava. Conheço pelo menos um cara que não tem mais cartas, pra além do deck Standard dele. Ele compra o deck inteiro e vende depois pra comprar outro. Perde dinheiro, mas não precisa passar pelo sufoco de procurar as cartas.

Isso fortalece os dealers por terem um estoque quase sempre completo e rapidamente disponível, e mantém o preço das cartas alto. Não me levem a mal, é muito mais fácil pegar cartas hoje em dia. Eu prefiro até. Mas isso com certeza aumenta o preço média das cartas.
O Vintage é afetado por um lado mais lúdico: antigamente o jogador Standard que fuçava fichários em busca de suas cartas do momento e se deparava com cartas Vintage, fosse um Oath of Druids, podia se interessar pelo formato, podia ser capaz de sair da limitação de jogar apenas um formato. Hoje em dia esse "encanto" é mais difícil de acontecer.

NOVA GERAÇÃO
Por fim, acho que este é um momento em que podemos perceber realmente uma nova geração de jogadores: pessoas que começaram a jogar Magic quando o jogo já era "Modern", com as bordas novas. Ou seja, os formatos antigos já são quase histórias de avô, "aquela época", tão distante e fria que já se torna quase desinteressante.

Aí entram discussões mais profundas, como uma revisão da Reserved List, reprints, proxyes, etc, que já não quero tratar aqui. A Wizards ter decidido colocar Power 9 no Magic Online já é um bom começo e um bom sinal para o futuro. Quem sabe.


VINTAGE, FINALMENTE

O que isso tudo tem a ver com Vintage? Muita, muita coisa. O Vintage é, de costume, o formato de Magic que abriga os jogadores mais velhos. Pessoas com mais grana, mais estabilizadas na vida, mas que não têm mais tempo de correr atrás das reviravoltas de mercado do Standard. Jogadores que estão no Magic há muito tempo e, portanto, já têm as cartas mais caras desde aquela época. Eu comprei minhas duals a 12 reais cada, minhas Force of Will a R$ 1,50. Mesmo pra quem não teve essa sorte, o Vintage sempre foi o formato onde o investimento inicial era maior do que o investimento "de manutenção".
Pelos motivos que citei acima, isso mudou bastante nos últimos 5 anos. Existe uma rotatividade maior nas cartas, um número mais alto de cartas importantes para o formato, e um aumento violento no preço das mesmas. Pra quem joga desde 94, não faz muito sentido pagar mais numa carta lançada há 3 anos (Jace) do que num Mana Drain.
Ou pior. Para um jogador qualquer, faz todo o sentido. Jace joga em formatos que ainda veem jogo sancionado, como o Legacy, e Mana Drain não. Aquela idolatria pela carta antiga, mitológica, que falei anteriormente, já não faz parte do jogo. Ter Mana Drain não é mais, ou menos, legal do que ter um Tarmogoyf. Talvez seja até menos legal aos olhos de jogadores mais novos.

A multiplicação de formatos também ajuda a diminuir o público interessado no Vintage. O Legacy ajudou muito a afastar pessoas do Vintage, pela diferença no custo de entrada e no número de torneios sancionados.

É um ciclo que se repete, porém. O crescimento do Modern é preocupante para jogadores de Legacy. O Modern está para o Legacy assim como o Legacy está para o Vintage.

PROXYES (UM TEASER)
Assim, eu acho que mais do que nunca é necessário fortalecer o Vintage. Não só voltar a escrever sobre Vintage aqui na Liga – reports de torneios, discussões sobre cartas, artigos, etc. Mas também tomar um passo importante: a diminuição do uso de proxyes. Mas isso fica pra outro artigo (é só um teaser hehehe)

Por ora sigo aqui, tentando mais uma vez revitalizar esse formato maravilhoso que é o Vintage. Espero escrever com certa assiduidade aqui na Liga e incentivar novos jogadores ao formato mais antigo do Magic, onde tudo é possível e nada é tão roubado quanto as pessoas acham.
Comentários
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(Quote)
- 01/07/2013 04:51

Mais ou menos. Realmente pouco inporta vc ter as cartas, pra jogar em torneios locais, entrar noformato, etc. mas se a gente tá falando de deixar o formato saudáve a longo prazo, permitir proxyes ilimitadas não ajuda muito.

Seria bom se tivessemos um Nacional Vintage onde proxyes não fossem permitidas, ou onde limitássemos pra 10. Um torneio grande, comp premiação boa. Fico pensando se daria gente, porém...

(Quote)
- 01/07/2013 03:20

1 frase: RESERVED LIST FILHA DA PUTA!!!!

Pronto...

(Quote)
- 27/06/2013 20:18
"as também tomar um passo importante: a diminuição do uso de proxyes"

Não.

Como o próprio Stephen Menendian disse:

"O jogador de Vintage não quer que você tenha power. Ele quer pessoas com quem jogar Vintage. Então pegue 75 cartas e uma canetinha, e faça um deck todo de proxies."

Para referência: http://www.youtube.com/watch?v=peNtbSY3n_c
(Quote)
- 20/06/2013 00:18

Meu sonho é fazer tipo transmissão da SCG, saca? Dizendo quais são as cartas, analisando as jogadas com narração. etc... :P

(Quote)
- 19/06/2013 21:44
Sério?

Pensei que o pessoal achava bizarro gravar os jogos...

Eu me disponibilizo para filmar e o tempo para colocar no youtube, mas não tenho nenhuma habilidade em edição...

Seria muito legal pegar um "tripé" para filmar de cima e não em angulo que nem agente filmou das outras vezes...
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