[Vintage Desvendado nº 10] Preparando para o Nacional
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18/07/2007 03:33 - 8,627 visualizações - 32 comentários
No dia 29/julho, no Rio de Janeiro, ocorrerá o Nacional Vintage da Liga Era Glacial. Será um dos eventos de Tipo 1 mais importantes do ano, dada sua premiação alta. Assim, é importante que todo jogador Vintage, ou todo jogador que pretenda se aventurar nesse formato, conheça exatamente o que pode encontrar e se prepare muito bem, afim de completar a difícil escalado rumo à cobiçada Library of Alexandria.
É preciso lembrar que o torneio permitirá 18 próteses, 8 a mais do permitido nos torneios da Starcitygames, os maiores e mais famosos torneios Vintage do mundo. Esse aumento tem como intenção tonar o metagame mais parecido com o do resto do mundo. Nada de ser obrigado a jogar de Mono Black Suicide ou Sligh. O que você irá enfrentar é uma arena de Control Slaver, Gifts, Stax e Tendrils. Com muitas Mox, Lotus, e Ancestral Recall.
Assim, se preparar para um torneio desse porte é conhecer com o que você irá se deparar. Como muita gente tem medo do Tipo 1, pois acha que tudo se resume em coinflips com primeiros turnos frenéticos devido a um grande pool de cartas, mas se esquecem (ou não sabem) que é um formato cheio de reviravoltas, onde a habilidade de um jogador é puxada ao máximo. Escrevo esse artigo afim de incentivar tanto os já velhos de guerra no Vintage, quanto os aspirantes ao formato.
Assim, a primeira coisa a se fazer é desconstruir alguns mitos em torno do formato. Imagino que é desses mitos que surge o enorme preconceito dos jogadores.
O primeiro deles é de que o formato é tem cartas muito fortes e, assim, é decidido num coinflip. O que acontece é que o primeiro turno é realmente MUITO importante em Vintage. Mais do que qualquer outro formato. Um exemplo disso é que Chalice of the Void é extremamente dependente de coinflip. Jogar antes e poder anular as Mox adversárias é importantíssimo. Nos torneios aqui da PointHQ, costumamos brincar dizendo que perguntar "Quem começa?" é digno de Warning, dada a importância de se começar a partida. Também é verdade que o formato tem cartas fortíssimas e que viram ou vencem o jogo assim que resolvem. Ainda assim, o Vintage é definido, mais do que pela sorte do coinflip, pela inteligência e habilidade de um jogador. O mais importante não é a Trinisfera no primeiro turno, mas como você vai reagir a isso; como você usou o mulligan; como você preparou seu deck. Vintage não é um formato coin-flip; é um formato altamente cerebral. Isso pode também espantar pessoas. Mas digo: inteligência em Magic está ligada sempre a treinos/testes.
O segundo mito é de que é um formato caro. Aqui eu claramente irei deixar de fora as P9 e cartas como LoA, Mana Drain, Bazaar of Baghdad e Mishra’s Workshop. Isso porque essas cartas, no seu deck para o Nacional Vintage, serão lindos terrenos básicos alterados, que chamamos de "próteses". Fora isso, o que de mais caro você encontra no formato são as Dual Lands, FoW e Mana Crypt, que graças ao limite de 18 próteses, têm espaço para serem usadas sem maiores problemas
Junto com isso, podemos quebrar o terceiro mito, de que Vintage tem um card-pool muito grande e, por isso, é difícil de aprender, ou requer muito tempo para se conhecer. Na verdade, o formato é tão exigente que poucas são as cartas que realmente afetam o mesmo. Assim, o card-pool jogável do Vintage é muito pequeno, mesmo. Conhecendo algumas poucas cartas, que contando devem ser menos do que as cartas do Tipo 2 vigente, é possível saber perfeitamente o que joga e o que não joga.
Assim, antes de mais nada, existem algumas cartas chave, que você deve adquirir se quer jogar o formato. Observando que você não precisa adquirir todas, elas dependem de qual deck você pretende jogar, claro. Mas adquirir todas essas cartas irá construir o que você pode chamar de "card-pool inicial"

CARD POOL INICIAL
As mais baratas são:
4 Brainstorm
Mana Vault
Lotus Petal
Mystical Tutor
4 Duress
4 Red Elemental Blast
2-3 Rack and Ruin
4 Dark Ritual
2-4 Tormod`s Crypt
1-2 Gorilla Shaman
Fact or Fiction
Regrowth
1 Chain of Vapor
1-2 Rebuild
1 Echoing Truth
1-2 Tendrils of Agony
4 Thirst for Knowledge
1-4 Merchant Scroll
Tinker
Strip Mine

Algumas um pouco mais caras:
Demonic Tutor
Sol Ring
Mana Crypt
Yawgmoth`s Will
Burning Wish
4 Force of Will
4 Chalice of the Void
2-4 Null Rod
3-4 Goblin Welder
4 Gifts Ungiven
2-4 Intuition
Vampiric Tutor
1 Darksteel Colossus
1-2 Misdirection
2-3 Polluted Delta
2-3 Flooded Strand
2-4 City of Brass
2-4 Gemstone Mine
Tolarian Academy
4 Wasteland
Duals, principalmente Volcanic Island e Underground Sea

Além, claro, de qualquer coisa da lista de restritas, como Necropotence, Mind`s Desire, Gush, etc.

Passado esse primeiro ponto, resta saber o que fazer com essa informação. Em primeiro lugar, se as cartas acima definem um card pool inicial, é óbvio deduzir que você enfrentará decks com elas.
Dentre elas, algumas definem muito o metagame. Há mais de um ano, escrevi o artigo Vintage Desvendado 3, onde falei de 15 cartas que definiam o formato como um todo. A análise continha cartas essenciais para a vida do formato, como Force of Will e as Duals, mas também continha algumas cartas que afetavam apenas o metagame da época, como a então desrestrita Trinisphere e Cunning Wish. Hoje tudo mudou. E muito. Gifts Ungiven e Forbidden Orchard foram lançadas. Stax se reergueu do túmulo, Combo veio, foi e voltou, 4CC morreu, etc, etc.
Para se ter uma idéia, os decks mais comuns hoje em dia são Control Slaver (deck que usa Welders e Mindslaver pra ganhar o jogo), Gifts, Fishes variados, Stax e Uba Stax (o último é o Stax que usa Uba Mask), Intuition Tendrils e Grim Long (duas versões diferentes de Tendrils combo. Uma com Grim Tutor, a outra com Intuition).
É claro que, como eu já explicitei inúmeras vezes, o metagame do Vintage é bastante variado, e até decks como Ichorid ou IGGy Pop fazem suas vezes em listas de Top 8.
É importante, portanto, que um jogador que queira passar por 6 rodadas de suíço e um Top 8 acirrado conheça as cartas mais importantes. Aqui não constarão Forces, Moxen, Tutores, Duals ou coisas assim. Não se trata das cartas que definem o formato, como falei do referido artigo, mas das cartas que definem o metagame, ou seja, aquelas que são tão importantes que forçam outros decks a ter respostas para elas, ou que são peças fundamentais de decks, tornando-os jogáveis, etc.

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Null Rod sempre foi uma carta chave do T1. Vintage, pra quem ainda não sabe, é um formato definido por mana gerada por artefatos. Moxes, Lotus, Mana Crypt e Vault, Sol Ring, Lotus Petal, LED. Além disso, vários artefatos importantes no formato precisam de ativação. Brinquedos como Mindslaver, Triskelion, Tormod`s Crypt... a lista é infinita. Assim, Null Rod cumpre várias funções. A maior delas é atrasar a base de mana do oponente. A segunda, atrasar sua win condition.
É uma carta tão importante que muitas coisas não vêem jogo em T1 simplesmente por causa dela. Exemplos claros são Isochron Scepter e Skullclamp. Junto com Pithing Needle e Gorilla Shaman (o famigerado Mox Monkey) formam o trio de destruidores de artefatos.
Assim, sempre que você for montar um deck Vintage, pense na seguinte pergunta: "O que eu faço se uma Null Rod entra em jogo?"

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(Entre outros como Rushing River, Hurkyl`s Recall e até a estreante de Guildpact, Repeal)

Poucas pessoas entendem a importância de bounce spells para o Vintage. Parece ser melhor colocar uma remoção direta de criatura, artefato, encantamentos ou combinações disso. É aqui que se dividem as águas entre os bons jogadores de T1.
O bounce na verdade é uma remoção de permanente instantânea. Como Vintage é o formato mais agressivo de todos, tirar uma (ou mais) permanente(s) de jogo por 1 turno apenas é o suficiente para que ela se torne irrelevante. Voltar a tal Null Rod, uma Needle, um CotV pra mão do oponente no no fim do turno dele pode significar ganhar no turno seguinte. Voltar um Darksteel Colossus, um Goblin Welder, uma Smokestack, um Oath pode significar um ganho de tempo que decidirá o jogo a seu favor.
Ainda vale dizer que Chain of Vapor e Rebuild ajudam muitos decks a aumentar a conta de Storm, afim de matar de Tendrils mais rápido.
Também é importante ressaltar que, diferente de outras remoções, os bounces são azuis e, portanto, entram na base de mana da maioria dos decks, além de ser removíveis para Force of Will. Acreditem, isso é extremamente relevante.

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Esse ganhou 5 estrelas no artigo Vintage Desvendado 7. E merecidas. Graças a ele, Tendrils combo voltou a brilhar e a aparecer em Top 8’s.
A diferença para o antecessor Death Wish é brutal. Além de perder menos vida, Grim Tutor permite que você jogue com Yawgmoth’s Will maindeck, tornando os outros tutores também muito mais importantes. Além disso, a diferença crucial: Grim Tutor pega Black Lotus. Se você for pegar algum deck de combo, com certeza ele trará ao menos 2 desses.

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Uma das lands não básicas mais importantes de todas. É o engine principal de decks como Dragon, Uba Stax (junto com Uba Mask, BoB vira um Ancestral Recall por turno), e no mais recente Ichorid. Ainda assim, a carta é tão forte que tem encontrado lugar nas listas mais recentes de Stax, simplesmente por sua interação com Goblin Welder. Se vir um na sua frente, não o menospreze nunca.

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Primeiro ele encontrou lugar em combos. Depois entrou em uma versão de Fish. Agora até em Gifts ele aparece. Acredite, o tio Bob é roubado até em Vintage. Um bichinho pequenino desse, se deixado de lado por alguns turnos é capaz de mudar o rumo de uma partida. Acredite: você vai querer tirá-lo da mesa o quanto antes.

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Gifts é uma carta absolutamente broken. Num formato onde todas as cartas poderosas são restritas, Gifts acaba virando um tutor duplo, às vezes até quádruplo. É simplesmente por causa dela que Shadow of Doubt tenta jogar no formato. É por causa dela que muitos decks Control ainda sobrevivem. É por causa dela que você pode perder de um turno pra outro, quando você menos esperava. E pior: os decks normalmente sabem evitar hates como Tormod`s Crypt e Planar Void. Enfim, se prepare, ela estará presente.

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Esse desde que surgiu sempre esteve presente. É como uma Null Rod, mas tem algumas importâncias a mais.
Depois de seu lançamento, todos os decks tiveram que se adaptar. A habilidade de acabar com toda uma curva de mana de um deck é simplesmente absurda no Vintage. Isso pq a curva de mana do formato se resume a 0, 1, 2 e 3.
Assim, essa é uma das cartas pró-ativas mais importantes do formato. Conhecer muito bem seu match é definitivo para o bom uso da carta e, quando isso acontece, seu oponente está em maus lençóis.
Além disso, quando no "play", baixar um CotV de 0 é uma jogada absurda. Vintage depende de mana. Corta o acesso de seu oponente a suas Mox, Crypt e Lotus é crucial em muitos matchs. CotV é uma carta que beneficia o jogador que conhece o formato. Assim, aprenda os matchups e saiba qual CotV dar. Ao mesmo tempo, se preocupe em como tirar um CotV do oponente da mesa. Isso será extremamente relevante.

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Wasteland hoje define toda a base de mana do formato. Toda. Os únicos deck que conheço que jogam sem lands básicas, ou com poucas, são os combos, onde a proposta do deck é ganhar antes que se torne relevante perder uma land; e os Stax, que usam Crucible of Worlds como estratégia a favor e contra Wastelands. Fora isso, muitos decks adaptaram suas bases de mana para algo como 5 Ilhas, 5 Fetchs, 2 Volcanic, 2 Underground. Isso tudo por causa dessa monstrinha aqui. Ou seja, se você vai jogar com qualquer deck, pense bem na sua base de mana.

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Quem diria que uma criatura custo 11 seria a mais importante do Vintage. Quem diria... Bom, eu! Isso sempre soou uma boa idéia pra Vintage, já que, na prática, o Colosso custa apenas 2U.
E ainda por cima é uma kill condition tão eficiente que mesmo depois de mais de um ano na ativa, o combo Tinker-Colosso consta nas mais diversas listas imagináveis. Até alguns Oath tem a dupla no side "just in case". Decks de Tendrils combo também carregam o casal no sideboard contra certos matchups.
É extremamente versátil, barato, eficiente e sem drawbacks. O único drawback possível é comprar o Colosso, mas Brainstorm e TfK resolvem isso sem problemas.
Enfim, o bicho bate muito e você deve ter muito medo dele.

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E aqui entra o trio maravilha. É simples pensar porque essas 3 cartinhas são tão importantes. Mas são mais ainda: o formato gira em torno delas.
Cada uma delas define um arquétipo do formato. E a importância delas é tão grande que qualquer restrição abalaria o equilíbrio do T1 imediatamente.
É simples entender porque. Magic é um jogo simples. Trata-se de utilizar seus recursos da maneira mais eficiente possível e, para isso, obter recursos o mais rápido possível. Daí que Card Advantage é importante, e daí que aceleradores de mana são MUITO importantes. E as três não são nada mais nada menos do que aceleradores de mana.
Cada uma a seu modo, as três sustentam a velocidade dos três arquétipos e suas explosividade. Control, Prison e Combo, respectivamente, devem suas vidas a essas belezuras. Ao mesmo tempo, isso implica num fator importante: se seu deck não usa nenhuma das três, porque você está jogando com esse deck?
Não que isso seja inviável. Fishes reinaram por um tempo sem nenhuma delas. Mas é simples entender que, se você está num formato altamente explosivo, não utilizar essa explosividade pode ser fatal.
Então, sente, pense, e descubra bons motivos para não colocar nenhuma dessas no seu deck. Mas em motivos MUITO bons.


No final de tudo isso, conhecendo um poucos mais, resta saber o que seria um metagame. Ao mesmo tempo muita e pouca coisa mudou desde o artigo Vintage Desvendado 5. Vários decks continuam na ativa, mas com alguma diferença.
Vou falar rapidamente de alguns importantes:

Metagame


- Baseados na Mana Drain

Control Slaver
Se resume a jogar grandes artefatos no cemitério e reanimá-los com Welder. Hoje se sofisticou mais e não depende tanto de Welder. As listas usam menos Welders, um ou outro Gifts Ungiven e às vezes até Memory Jar. Lembro que uma ativação de Mindslaver é game contra a maioria dos decks.

Gifts
Gifts é talvez o substituto indireto de 4C Control. Indireto porque é um deck de controle que tem facetas de combo. Isso porque um Gifts Ungiven resolvido pode virar o jogo: junto com Yawgmoth`s Will e Recoup, coloca um Colossus na mesa e dar 2-3 Time Walks seguidos; ou simplesmente gera storm 10 e ganha com um Tendrils. Sofreu algumas modificações (principalmente depois da errata de Time Vault) e hoje têm duas variantes. Uma que usa Misdirection e Merchant Scroll (p/ Ancestral Recall), a outra usa Thirst for Knowledge e Pithing Needle.

- Baseados no Dark Ritual
Tendrils Combo
O mesmo Tendrils-based Combo de antes. Tenta gerar Storm 10 o mais rápido possível, comprando muitas cartas, gerando muita mana e brincando de Yawgmoth’s Will. Agora tem 3 versões.
Uma é a Intuition Tendrils: usa Intuition para buscar bombas e aumentar storm count.
A outra é a Grim Long: O Grim Long usa Grim Tutors como base para acelerar o deck. Usa também uns Xantid Swarm.
Pitch Long: A 3ª versão usa FoW’s e Misdirection para conseguir passar pelas barreiras de counter adversárias.

- Baseados na Mishra`s Workshop
Stax
Como o Stax de antes, tenta travar o oponente com variados artefatos de efeito universal, junto com Goblin Welder. Com a diferença de que Trinisphere é restrita, o deck continua muito parecido. A 3sphere foi substituída pela antiga Sphere of Resistance. Junto com CotV, Smokestack, Tangle Wire e Crucible of Worlds, o deck continua dando dor de cabeça pra muita gente. Acrescente um In the Eye of Chaos pra mistura e...

UbaStax
É um Stax mais redundante. Usa Uba Maske Bazaar of Baghdad para comprar muitas cartas e lockar o oponente. Mata de chatice, junto com Duplicant, Solemn Simulacrum e Barbarian Ring. Algumas versões usam (pasmem) Granite Shard.

- Outros
Dragon
O mesmo combo de antes. Hoje, usa Read the Runes no lugar de Compulsion e mata de Eternal Witness + Ancestral Recall, preferencialmente. Muito forte, muito rápido e muito vulnerável, usa Bazaar of Baghdad para jogar um Worldgorger Dragon no grave e reanimá-lo de diversas maneiras. A diferença crucial do antigo deck para esse é que agora ele pode matar em resposta, graças à Necromancy e Eternal Witness.

Oath
Também o mesmo de antes. Muitas variações porém. Hoje usa Akroma e Razia como criaturas MD e Simic Sky Swallowerno SB. Varia entre versões com preto e sem preto. O objetivo ainda é o mesmo: baixar um Oath o quanto antes e gerar fichas com Forbidden Orchard, assim ativando o Oath e matando com bichões.

Ichorid
Essa versão do deck para Vintage usa 4 Ichorid e 4 Ashen Ghoulpara matar. Além disso, várias criaturas com Dredge e Bazaar of Baghdad como arma principal. É rápido e eficiente. Usa também Leyline of the Void, Chalice of the Void e Cabal Therapy/Unmask para parar o oponente.

Fishes
Ainda como antes, as diferentes versões de Fish usam pequenas criaturas para gerar tempo advantage, aliando a counters e disrupts. O que mudaram foram as criaturas e as techs do deck. Principalmente, não mais Standstill, mas sim Stifle (assassino de fetch lands e wastelands).

Agora chegou a hora de você escolher o que fazer! É claro que esse artigo é apenas uma introdução. Eu paro de escrever no dia em que alguém fizer um artigo que explique todo um formato em poucas páginas. Ainda assim, espero que vocês corram atrás para entender o formato que eu considero mais divertido de todos, e a única razão pela qual ainda não parei de jogar Magic. Espero que esse texto acenda a chama da curiosidade e faça com que vocês corram atrás de informações complementares para entender melhor esse formato, procurando por artigos, discussões e listas.
Por fim, espero encontrar muitos de vocês no Nacional Vintage e, claro, ganhar de todos!
Nos vemos na corrida pela Library of Alexandria!
Você vai de que? Drain, Workshop ou Ritual?

ps: Quer ver uma lista base dos principais decks? Clique AQUI.

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Comentários

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tokenzao (18/07/2007 03:33)

Eu nem li mais nao quero vc com 5 estrelas FLW

Candango (15/08/2006 13:27)

Os artigos Desvendando Vintage são os mais interessantes da liga.
Cinco estrelas para ele.

JorgeTNT (02/08/2006 04:43)

artigo de respeito.
o meu interesse por vintage é muito maior do que pelos outros formatos.
é um formato muito mais cerebral do que os outros.
o cara tem que saber todas as possibilidades que o esperam quando for montar um deck pra esse formato e esse artigo mostrou muito bem isso.
esta de parabéns.
valeu!!!!

Blacker_Lotus (01/08/2006 19:04)

mt bom o artigo. kra, sabia q são esses artigos sobre vintage q me fizeram começar a jogar o formato??? com eles eu aprendi q vintage não é coin flip sempre, q o formato não é ganho só no 1º turno, q existem aggros/controls além de combos (diferente do q mt gente acredita)

é uma pena q eu não possa jogar a Era glacial (acho q não tem champ em SP né?), e pq eu não tenho as cartas, msm q tivesse as próteses (mas vô aproveitar meus desires aki... quem sabe não sai alguma coisa XD)

parabéns kra. e qd vêm o vintage desvendado: coldsnap???

flowz

Chamelet (31/07/2006 20:18)

Vc é um vacilão. Ponto. Sem mais comentários.

E sim, tá aqui em casa a bonitinha.

VIP OURO SilverGreen (31/07/2006 19:24)


Como era de imaginar, não deu pra eu ir, meu fds foi totalmente corrido. Vai haver report do champ? Tô louco pra saber como foi...

E vc comprou a LoA do vencedor, Fernando?

Chamelet (30/07/2006 23:39)

Tô começando a questionar a Null Rod de 10ª colocada... não tinha sequer 1 no Nacional Vintage...

Doidera (30/07/2006 14:29)

Esse merece 5 estrelas! Pelo fato de ser a primeira vez em que eu consegui entender como jogar em T1, e a importância de muitas cartas que são e serão sempre fatores definidores do metagame em Vintage! Eu não li todos os outros artigos sobre o formato, mas esse poderia ter sido o 1°, pois qqer principiante consegue visualizar bem como é o ambiente!

Nativo (30/07/2006 12:29)

claro q da cara!!! me esprecei errado falandu P9, quis dizer moxs e black lotus... garantu q da cara mais isso é muito complexo é só para quem sabe jogar!!!

_Judeu_ (29/07/2006 22:16)



lol c vc resolver joga t1 e naum tiver as p9 desiste q num tem como ateh parece q da pra joga sem mox lol

Nativo (29/07/2006 19:00)

O vintage é o melhor!!!
Aq em pernambuco é um dos unicos cantos do brasil q tem T1 semanalmente ainda e na maioria das vezes os caras q possuem P9 naum ganham! com isso:

Esse tópico deu uma ajuda ótima aos jogadores q acham q P9 é tudo,
o P9 é bom mais naum é o q ganha jogo, concerteza tem coisas q os bom jogadores vão levar para pararem os artefato bomba do velho e bom T1.

o artigo está ótimo e a nota é: 10 o artigo é 10...


obs: se eu for jogar eu naum levarei o P9!!!

Chamelet (28/07/2006 22:42)

Bom, não era... na verdade nunca foi. Sempre teve problemas. Acontece que hj em dia muitos decks são mais rápidos que isso. Doomsday era interessante pq vc escolhia quando combar. Gifts faz isso e é muito mais consistente.

Bom, eu também não tenho nada. Por isso jogo com próteses...

kurtlogan (28/07/2006 17:54)

Oi,
Excelente artigo!!! Dá até vontade de jogar T1...
O que aconteceu com o Doomsday? Para mim era o melhor deck do mundo...

SHAFT (28/07/2006 17:43)

Muito bom, parabéns.
Um dos melhores artigos de magic que ja li, junto com os seus anteriores.

TheDrummer (28/07/2006 14:06)

muito bom, acompanhei todos artigos da série e tu ta de parabéns!

mas jogar vintage IRL é complicado, quase ninguém joga, os q jogam não tem as cartas + brokens, e eu não tenho nada, dai fica complicado ^^

Cambraia (28/07/2006 05:08)

Bom artigo, gostei da visualização das cartas, que facilitou muito!

Rox mesmo é pegar aqueles caras que acham que entendem de T1 e que vem de belcher ;/

Ai voce pega seu Null Rod. O cara pensa... E vira um mox

- Ei!! Olhe meu Null Rod
- Habilidades de mana não podem ser anuladas. ¬¬
- Eu não estou anulando...
- ..

Vice (28/07/2006 00:18)

Eu tento deixar meu oponente confiante =P E eu posso fazer o que quiser no treino =P Sabe que na hora do Top8 eu SEMPRE te estouro mesmo.

Vassourada (27/07/2006 20:54)

Você não é o cara que vira Trinisfera de Tangle Wire para deixar terreno aberto ?

Vice (27/07/2006 19:08)

Po Fernando, mt 10 o artigo, só achei que você cometeu um erro nesse seu post em dizer que vença você, vc já sabe q quem ganha essa joça sou eu mesmo.

Chamelet (27/07/2006 05:56)

Puxa, assim fico até emocionado!
É bom ver que a receção ao formato está melhorando e que, principalmente, a recepção às próteses está melhorando.
Espero mesmo que o Nacional Vintage seja bem bacana, bem disputado e que vença... eu! hehehe... (meu sonho sempre foi ter uma LoA!)
Muito obrigado pelo retorno, pelos elogios e espero q todos vcs também se apaixonem pelo formato.

Pela primeira vez vou me dar uma nota 5!
Isso pra comemorar o 10º artigo!

Logo após o Nacional o nº11 vem aí com Coldsnap...

VIP OURO SilverGreen (27/07/2006 01:42)

Ehhrrr.... Mago, o artigo não é meu não... =/

Mas se fosse, eu estaria orgulhoso. Está muito bom! =]

mago_003 (26/07/2006 23:24)

ya, boa silver! Você conseguiu cumprir a sua proposta que vc sugeriu neste artigo: mostrar como o vintage é simples.

é o típico artigo que vc lê rapidinho e quer ler mais, muito bom mesmo!

Cavaleiro (26/07/2006 23:12)

5 estrelas pra vc!
Quem sabem conhecendo um pouco o formato, as pessoas não passem a se interessar por ele. Já que nem todos tem dinheiro pra comprar P9, a questão de se jogar com próteses deveria ser considerada (desde que não seja um número abusivo) acabando assim com o estígma de formato caro.
Parabéns pela iniciativa.

CarlosLeonarth (26/07/2006 19:49)

Artigo perfeito brother!!!!
E vou sim me interessar por Vintage.
Parece sim um formato mt interessante.
Artigo bom...bom msm!!!

Takuma (26/07/2006 18:56)

Ótimo artigo, mostra coisas bem importantes do vintage, ó amado vintage :D
Da pra fazer decks muito bons, e se n forem bons, pelo menos bem legais com cartas baratas no vintage, e em ambiente powered ainda existe a possibilidade do contra power, sera q alguem vai aparece com um deck com 4 REB, 4 oxidize, 4 wasteland, regrowth, life from the loam?? , CoTv, intimidar e coisitas mais?
Com 18 proteses sendo permitidas, um contra power n seria dificil d se montar. quem vai t a coragem? :D
Por mais, boa sorte pra todo mundo q for joga o torneio, e q vença o melhor, pq ganha no coinflip é meio caminho andado, APENAS PARA QUEM SABE O Q FAZER :D

FuZzY_No0b (26/07/2006 16:56)

Pôxa, já que o SilverVagalGreen resolveu parar de fazer os artigos sobre legacy, pelo menos tem algum tipo de leitura interessante pra hj!

Tava até meio que desistindo de jogar por falta de idéias sobre o que jogar... Mas agora... Hmm...

Talvez se eu arranjar compania pra ir no rio eu não acabe com um terreno caro nas mãos...

Só não concordei com algumas listas... Por exemplo a do UW Fish, que deveria rodar com Lions/Isamaru e Kataki, ou o Ichorid que não usa LED.

Olhei meio por cima... Mas não gostei delas.

Mas como a nota é pro ARTIGO, não pras decklists... Five Stars 4 You!

Degas (26/07/2006 14:55)

Bem escrito, muito explicativo, um dos melhores artigos sobre magic que eu li.

valeus.
Degas.

felipedamatta (26/07/2006 13:19)

Parabéns por mais um ótimo artigo Fernando ... Precisamos de mais pessoas como vc que incentivam o meu formato preferido ... e o melhor de todos ... Nos vemos no campeonato , quem sabe na final !

jumanedu (26/07/2006 12:58)

novamente estou lhe dando 5 estrelas ... parabens pelo que voce ta fazendo pelo magic no brasil ...

aoshishinomori (26/07/2006 12:54)

dahora...5 estrelas...
gostie..tem muita coisa legal"^^"

xito (26/07/2006 12:32)

5 estrelas.

po T1 é o melhor, mto bom o artigo tb.



^^

Vassourada (26/07/2006 11:00)

Pelo mesmo motivo que é bom pra mim abrir de Stomping Grounds, Kird Ape ou ainda Mana, Bird pra fazer Centauro no 2o turno e favela no 3o.

É assim em todo o formato Judeu... talvez menos no T4.