[Lore] Guia de Planeswalker para Ixalan - Parte 2

       

Por: Alysteran em 14/11/17 17:43 | 0 comentários / 48 visitas

Olá, pessoal

 

Segue a segunda parte do Guia de Planeswalker para Ixalan, publicado pela Wizards na semana passada.

Enquanto a primeira parte tinha como foco o Império do Sol e os Arautos do Rio, essa segunda é sobre a Legião do Crepúsculo e a Coalizão Brônzea.

Vejam também a primeira parte: [Lore] Guia de Planeswalker para Ixalan - Parte 1.

 

Abraço!

 

Alysteran

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GUIA DE PLANESWALKER PARA IXALAN, PARTE 2

 

Texto original em inglês: PLANESWALKER'S GUIDE TO IXALAN, PART 2

Publicado em Feature em 8 de novembro de 2017

Por R&D Narrative Team

 

 

A CONQUISTA DE TORREZON

 

Há oito séculos, o continente de Torrezon era um aglomerado de diversas nações e cidades-estado, desfrutando de um período de renascença no progresso científico, florescimento artístico e comércio vibrante. Porém, quando a guerra eclodiu em uma nação montanhosa e remota, a Legião do Crepúsculo nasceu. Lideradas por conquistadores vampíricos letais, as forças da Legião varreram o continente de forma implacável. Conforme mais e mais do continente caía sob o controle da Legião, ondas de refugiados escaparam de seu avanço. Prósperos marinheiros mercadores das Cidades Livres costeiras empreenderam uma ousada expedição através do mar para a costa de Ixalan, onde tentaram estabelecer comércio com o Império do Sol. Rejeitados pelo Império, esses mercadores voltaram-se para a pirataria. Torrezon agora está completamente sob o controle da Legião, cujas colônias se espalham pelo mundo. Agora eles também atravessaram o mar e iniciaram sua maior invasão até agora, buscando conquistar o Império do Sol, afastar os piratas e reclamar para si o poder da cidade dourada.

 

 

A HISTÓRIA DE TORREZON

 

Embora a Legião do Crepúsculo e os marinheiros que formam a Coalizão Brônzea sejam recém-chegados à região de Ixalan, suas histórias ancestrais estão ligadas às do Império do Sol e dos Arautos do Rio pelo Sol Imortal.

 

 

O Pôr do Sol

 

Antes que o Sol Imortal fosse trazido para Ixalan, ele foi originalmente colocado sob os cuidados das pessoas que depois se tornariam a Legião do Crepúsculo. Por gerações, o Sol Imortal permaneceu sob a proteção de seus guardiões sacros em um monastério no topo de uma montanha.

 

Ainda que o Sol Imortal tenha se tornado um objeto de veneração religiosa, sua presença dava ao monarca local uma quantidade de influência desproporcional em assuntos regionais. A inveja desabrochou, e o monastério caiu sob o ataque das forças de um rei rival, que é lembrado como Pedron, o Impuro. Suas forças adentraram o santuário, sobrepujaram os monges e tomaram o Sol Imortal. A última guardiã do precioso artefato, uma mulher chamada Elenda, foi deixada à beira da morte no chão do santuário. Quando as forças de Pedron partiram, uma criatura alada desceu dos céus e tomou deles o Sol Imortal, carregando a relíquia para o oeste, onde ele se perdeu.

 

Por um tempo, o povo da região foi assolado pela obsessão de recuperar o Sol Imortal, o ponto de convergência de sua veneração. Os anos se passaram, mas o Sol Imortal continuou perdido. A obsessão transformou-se em acusações. A igreja apontou o dedo para os ímpios, enquanto os governadores laicos se enredavam em seus próprios conflitos políticos. O Sol Imortal, antes tido como um objeto físico de veneração, transformou-se em lenda, em pouco mais do que uma curiosidade.

 

 

A Guerra Apóstata

 

Embora o domínio dos monarcas da Legião hoje se estenda por todo o continente, nem sempre foi assim. Há oitocentos anos, uma nação montanhosa chamada Torrezon (que depois deu nome ao continente) dividiu-se em três partes quando seu monarca morreu, com cada porção governada por um de seus filhos. Os dois irmãos mais novos marcharam com seus exércitos contra sua irmã mais velha, que tinha herdado a maior porção de terra, em uma violenta tentativa de reunir o reino dividido. A Igreja de Torrezon era uma força poderosa em todos os três reinos, e seus líderes denunciaram os irmãos rebeldes como usurpadores hereges, talvez como parte de um esforço para aumentar a influência da igreja. Os dois irmãos ficaram conhecidos como os Príncipes Apóstatas.

 

Os exércitos de Torrezon foram logo tomados por uma onda de fervor religioso, e entraram em combate contra os Príncipes Apóstatas com uma devoção fanática. Mas o poder combinado dos príncipes provou-se maior até mesmo do que o exército fanático de Torrezon. A guerra arrastou-se por três séculos, com os filhos e netos de todos os três governantes levando o conflito adiante. A brutalidade absoluta da guerra dizimou a população de toda a região. A nobreza diminuiu e as fileiras de cavaleiros se estreitaram, mas tanto os governantes de Torrezon quanto os pontífices da igreja se recusaram a admitir a derrota. No terceiro século de batalhas, os exércitos Apóstatas obtiveram uma série de vitórias, e logo avançaram tanto que chegaram ao alcance da linha de visão dos espigões da capital de Torrezon. Os remanescentes das forças combinadas do monarca e da igreja entraram em formação para enfrentar o exército invasor e seus números esmagadores.

 

Quando a derrota era iminente, uma estranha surgiu. Coberta por uma fumaça negra ondulante, a amazona avançou sobre a guarda de honra dos Príncipes Apóstatas, trucidando todos em seu caminho. As fileiras do exército inimigo se romperam e recuaram. A estranha apresentou-se como Elenda, que tinha retornado depois de séculos em busca da relíquia perdida. O monarca e o pontífice não podiam acreditar em tal reivindicação, e Elenda confessou que tomara para si a bênção do vampirismo para continuar sua busca. Logo, muitos nobres de Torrezon seguiram o ritual de transformação de Elenda, e ele ficou conhecido pela igreja como o Rito de Redenção.

 

 

A Conquista Vampírica

 

O Rito de Redenção logo se tornou norma entre as famílias nobres de Torrezon. Com o poder de sua nobreza vampírica marchando contra os Príncipes Apóstatas, o reino e a igreja de Torrezon unidos rapidamente asseguraram a vitória e finalmente reunificaram a nação. Mas depois de três séculos de guerra, os governantes de Torrezon não estavam satisfeitos com seus antigos limites, e começaram uma campanha de conquista pelo continente. Combinando séculos de experiência no campo de batalha com uma legião de nobres cavaleiros armados com os dons sobre-humanos do vampirismo, o exército de Torrezon tornou-se o mais mortífero no continente. Ao longo de mais quatro séculos, períodos alternados de guerra intensa com breves intervalos de uma paz apreensiva, os exércitos de Torrezon lentamente engoliram reino após reino, expandindo-se para longe de seu centro montanhoso inicial e lançando ondas de refugiados aos mares.

 

 

A Queda das Cidades Livres

 

Aproximadamente no final do século da expansão de Torrezon, os desesperados remanescentes das antigas cidades-estado – ainda habitadas e governadas por humanos vivos – agarraram-se à sua liberdade no litoral sul do continente. Eles usufruíram de um breve período de grande prosperidade quando desenvolveram conhecimento sobre as técnicas de navegação e um rico comércio se desenvolveu entre as cidades. Eles estabeleceram colônias pelas ilhas dispersas e distantes do continente, aproveitando-se dos abundantes recursos naturais da região. As artes e as invenções floresceram em uma era de prosperidade e iluminismo.

 

Em pouco tempo, porém, as sombras da Legião do Crepúsculo alcançaram também as então chamadas Cidades Livres. Mas, ao invés de se submeterem à derrota inevitável, os audaciosos e indomáveis marinheiros das Cidades Livres partiram em busca de uma nova vida para si mesmos em terras distantes que a Legião do Crepúsculo nunca alcançasse – ou assim eles esperavam. Estimando a liberdade acima de todo o resto, esses aventureiros destemidos e obstinados lançaram-se ao mar rumo ao oeste, para o desconhecido.

 

A perícia dos marinheiros no oceano, combinada com a magia e a inventividade que haviam aperfeiçoado suas pequenas e lustrosas embarcações, os ajudaram a navegar pelas águas traiçoeiras do Mar dos Destroços. Mesmo com todo o seu talento e sua capacidade de adaptação, muitos navios foram perdidos em tempestades titânicas, naufragaram em pequenas ilhas de rochas pontiagudas, acabaram engolidos por redemoinhos ou tragados para baixo das ondas por monstros cheios de tentáculos. Apenas as tripulações mais duronas sobreviveram, maltratadas e quase derrotadas, para chegar às praias de Ixalan.

 

Saqueadora de Naufrágios | Arte de Wayne Reynolds

 

Quando essas embarcações alcançaram Ixalan e suas tripulações pisaram em terra firme, ficaram aliviadas em encontrar a região colonizada e cultivada pelo povo do Império do Sol. Eles esperavam estabelecer comércio, trocando os tesouros trazidos consigo para reabastecer seus suprimentos – e pela promessa de paz. Mas o Império do Sol os rejeitou, expulsando-os de suas praias e enviando-os de volta aos perigos do mar.

 

 

A IGREJA E O CLERO

 

A Igreja do Crepúsculo possui uma rígida estrutura hierárquica, liderada pelo Pontífice do Crepúsculo. Enquanto a igreja de Torrezon possui uma hierarquia elaborada de sacerdotes supremos e cardinais, apenas três ordens do clero importam para a Legião do Crepúsculo em Ixalan: os diáconos, de menor posição, que auxiliam os clérigos, os próprios clérigos, que executam a maior parte dos ritos da igreja, e os bispos, que dirigem os clérigos.

 

Os preceitos da igreja são relativamente simples, sintetizados em três pontos:

 

- Sangue é Sagrado. É aquele que traz a vida. É o portador da vitalidade. É o lembrete da mortalidade de um ser. É a prova de uma linhagem.

 

- O Sol Caído. Salvação tem um preço. Assim como o sol deve se pôr para permitir um novo amanhecer, uma pessoa pode voltar-se para trevas se isso acarretará a salvação vindoura.

 

- A Era Prometida do Fluxo Perene. A lenda do Sol Imortal inflamou uma nova ideia na igreja: reivindicar o artefato trará a verdadeira vida eterna para aqueles que se voltaram para o vampirismo, substituindo a sombria, porém eterna, existência dos mortos-vivos.

 

Cada ordem de cavaleiros e companhia de conquistadores possui consigo ao menos um membro do clero. Esses clérigos cumprem uma vasta gama de funções: servindo como emissários, cuidando dos feridos, e lançando sobre os inimigos a fúria sagrada da igreja. Eles podem ser identificados por suas vestes flutuantes.

 

O Jejum de Sangue

 

Às vezes os vampiros se abstêm de se banquetearem em sangue em um sacramento religioso chamado de Jejum de Sangue. Depois de algum tempo, a fome aguda do vampiro em jejum leva-o a um estado de hiperconsciência.

 

Vampiros nesse estado são absolutamente aterrorizantes, pois com seus sentidos elevados vem uma fúria insana que a igreja declarou como a mais pura forma de devoção pia.

 

 

Invocação dos Veneráveis

 

Os Veneráveis da igreja são seus santos – vampiros mortos que são tidos como paradigmas dos ideais da igreja. Vampiros devotos frequentemente evocam o poder de um Venerável através do uso de relíquias, que podem incluir uma arma, uma peça de armadura, uma mecha de cabelos secos, um dente, ou mesmo um osso de um dedo que pertencera ao Venerável.

 

 

Glorificadores

 

Alguns clérigos vampiros, chamados de Glorificadores, especializam-se em lançar as bênçãos da igreja para apoiar os pios. Seus louvores podem fechar ferimentos graves e inspirar os fiéis. Eles fazem uso extensivo de sangue em seus rituais, frequentemente oferecendo suas bênçãos através do sangue derramado em cálices ornamentados. No campo de batalha, eles podem extrair poder do sangue derramado em combate e compartilhar essa força entre seus aliados.

 

 

Condenadores

 

Condenadores utilizam seus poderes para punir aqueles que não reconhecem a devida autoridade da igreja, impondo-lhes toda a fúria sacra. Suas maldições podem murchar a carne, invocar a escuridão, corromper a terra, esgotar a energia espiritual e até mesmo extrair o sangue de seus inimigos por seus poros e dutos lacrimais. Alguns Condenadores podem provocar um medo paralisante através do poder de seu olhar.

 

Uma ordem especializada de Condenadores, os Vincula-Sombras, capturam e vinculam magicamente espíritos mortos-vivos compostos de escuridão, usando braseiros abençoados que emanam fumaça negra como tinta. Esses espíritos guardam os navios quando os conquistadores desembarcam, e algumas vezes são vinculados a armas vampíricas.

 

 

O NASCIMENTO DA COALIZÃO BRÔNZEA

 

Os capitães das Cidades Livres não fugiram da Legião do Crepúsculo só para serem obrigados a se curvar diante de um império diferente. Reafirmando sua feroz independência, eles reivindicaram as águas como seu domínio e voltaram-se à pirataria e à pilhagem. Eles abraçaram a vida no mar, com a liberdade que acompanha tal estilo de vida. Cada navio tornou-se um poder soberano, com o capitão como seu monarca. Alguns capitães construíram impérios – frotas de navios – unidos sob sua liderança carismática ou tirânica. Como qualquer nação, esses navios tornaram-se um território disputado: motins poderiam rapidamente transformar um imediato em capitão e um capitão em oferenda aos monstros das profundezas. Um navio cobiçado por sua velocidade poderia hastear uma bandeira pela manhã e outra na mesma tarde.

 

Um tanto de ordem foi colocada nos navios piratas depois de uma batalha feroz entre a Flagelo, comandada pela jovem Capitã Beckett Bronze, e a Olhos de Lula, guiada por seu navegador, Jareth Wake. Depois que a Flagelo abalroou a Olhos de Lula, as duas embarcações ficaram absurdamente entrelaçadas. A batalha tornou-se furiosa enquanto as duas tripulações lutavam por todo o convés de ambos os navios, cada uma na esperança de reivindicar os botes quando as embarcações inevitavelmente começassem sua descida rumo ao fundo do oceano. Mas por um equívoco do destino, os dois navios permaneceram à tona. Eventualmente, os dois capitães concordaram com uma trégua, percebendo que a vitória era impossível para qualquer lado. Os Capitães Bronze e Wake levaram pequenos grupos nos botes dos navios e partiram em busca de novas embarcações para comandarem, enquanto o resto de suas tripulações ficou para trás, inicialmente tentando separar as duas naus e depois trabalhando juntas para garantir que não afundassem. Em algum momento, eles declararam-se os primeiros habitantes de Banco de Areia – um território neutro onde piratas poderiam se encontrar e trocar mercadorias, ferramentas, tesouros e histórias. Com o tempo, outras embarcações abandonadas acabaram encalhadas em Banco de Areia – ou eram rebocadas até lá por embarcações em melhores condições – e as dimensões do lugar se expandiram até o que logo se tornou uma cidadezinha cheia de vida. A existência de Banco de Areia propiciou a criação de uma moeda nada usual entre os capitães piratas: favores e obrigações.

 

Acordos temporários e alianças duradouras foram forjadas (e quebradas) entre os inúmeros mastros e conveses inclinados da cidade flutuante, e eventualmente uma rede de relacionamentos uniu os capitães. Rivalidades e disputas persistem, é claro, mas os capitães reconhecem que se unirem contra inimigos em comum é mais importante do que qualquer animosidade entre si, especialmente agora que a Legião do Crepúsculo alcançou Ixalan logo depois deles. Já que uma conexão duradoura existe entre os piratas, eles chamam a si mesmos de Coalizão Brônzea, em homenagem à Capitã Bronze, que agora comanda a maior frota da coalizão.

 

Almirante Beckett Bronze | Arte de Jason Rainville

 

A Almirante Beckett Bronze e a Frota Abissal

 

Beckett Bronze, em seu tempo como capitã da Flagelo, criou uma reputação formidável graças tanto à sua habilidade como espadachim (empunhando seu sabre, Estripador) como também por sua maestria em encantamentos. Uma lenda bem conhecida afirma que aqueles que navegavam a Flagelo eram mais sortudos, mais rápidos e mais fortes do que jamais tinham sido antes de se juntarem à sua tripulação. Isso é creditado à carranca de bronze que enfeita a proa de seu navio, pois dizem que ela foi infundida com a magia da capitã para dar uma dádiva a qualquer membro da tripulação a bordo. Devido a essa magia, a tripulação da Capitã Bronze sempre encontra os maiores tesouros e atacam as embarcações rivais. Muitos piratas cobiçam uma posição em sua tripulação, e muitos desertaram seus próprios capitães na esperança de encontrar a Flagelo e ganhar um posto a bordo. Mas se algum desertor já encontrou um lugar na tripulação da Capitã Bronze – ou se eles ao menos encontraram a Flagelo – nunca ninguém ficou sabendo. Isso apenas aumenta o ar de mistério que cerca a capitã, seu navio e sua mágica carranca de bronze.

 

Jareth Wake, navegador do navio chamado Olhos de Lula, tornou-se obcecado em descobrir a verdade. Focando toda sua experiência na missão de encontrá-la, ele projetou bússolas encantadas, mapas, sextantes e paquímetros, todos ajustados para um único ponto: a localização da Capitã Beckett Bronze. Ele convenceu seu capitão a autorizar sua busca prometendo que ele poderia pilhar a carranca da Capitã Bronze e talvez extrair alguns de seus segredos mágicos.

 

Mas a Capitã Bronze sabia que estava sendo rastreada, e foi até sua própria navegadora de confiança e imediata, Lex Briggs. Lex se especializara em ampliar magicamente – e debilitar – equipamentos de navegação. Suas ampliações eram capazes de criar bússolas que apontariam para grandes quantidades de ouro, mapas que revelariam a localização de tesouros enterrados, cartas que mostrariam o movimento de outros navios no mar, e paquímetros capazes de encurtar a distância que sua tripulação tinha que viajar para chegar ao destino desejado. Mas sua magia podia também ofuscar a localização de seu navio, obscurecer mapas ou fazer com que as agulhas de outras bússolas girassem loucamente fora de seus eixos.

 

Às ordens da Capitã Bronze, Lex produziu não menos do que seis amuletos para confundir a magia de Jareth Wake, e a Flagelo provavelmente o teria evitado para sempre se não fosse por Swab, o goblin travesso da Flagelo. Um das brincadeiras de Swab interrompeu o efeito dos amuletos de Lex por tempo suficiente para que Jareth ajustasse seu curso e finalmente descobrisse a Flagelo.

 

A literal colisão da Flagelo com a Olhos de Lula levou à criação da cidade flutuante de Banco de Areia e, em última análise, à formação da Coalizão Brônzea. Desde então, a Capitã Bronze tornou-se Almirante Bronze, no comando de um grupo de navios disciplinados e temidos, conhecido como a Frota Abissal. Embarcações como a Cilada do Enforcado (capitaneado por Sedden Dray), a Guincho da Bruxa (capitaneada por Farrien Goss), a Vinculavento (com seu capitão e mago-de-leme Kalishah Abban) e a própria Segunda Flagelo da Almirante Bronze serviram para aumentar sua reputação temível. Muitos capitães provaram-se dispostos a entregar parte de sua própria liberdade em troca da relativa segurança que advém de navegar sob a bandeira da Almirante.

 

Piratas da Frota Abissal podem ser reconhecidos pelos ornamentos de corda trançados em suas roupas, celebrando as linhas metafóricas que ligam os navios da frota – e, de fato, toda a Coalizão Brônzea.

 

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NOTAS DA TRADUÇÃO

 

Ainda não foram publicadas traduções oficiais para os nomes dos navios apresentados neste texto. Todas as traduções aqui presentes são adaptações livres.

 

 

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