As Máscaras de Mercádia - Parte XII
22/10/2017 10:00 / 1,519 visualizações / 9 comentários

 

As Máscaras de Mercádia – Parte XII
 
O Lamentar de Ramos
 
 

Após a cessação, o calor do dia parecia que havia alcançando a todos.

Toda a tripulação seguiu Gerrard, respeitosamente, através do corredor de dríades. Eles se dirigiram para o círculo de pedras que parecia acenar ou talvez isso fosse algum efeito do calor excessivo. Gerrard pisou entre duas pedras, mas era como se houvesse uma barreira de ar em frente dele. Ele tentou outra vez e conseguiu escorregar entre as pedras, mas o esforço o deixou sem fôlego. Os outros seguiram seu exemplo. Eles escalaram o círculo de areia Aquele altar, ao contrário do restante das edificações encontradas no caminho, estava em perfeito estado. Sua superfície polida irradiava com o brilhar da luz do dia.
 
No centro da tábua uma tigela baixa estava escavada, e dentro dela estavam os cinco Ossos de Ramos.
 
Powerstones!
 
Gerrard as encarava estupefato. Antes de vir a Mercádia ele somente vira os cristais Thran em alguns ornitópteros em Dominária e o cristal que energizava o Bons Ventos. Aquelas que existiam em Mercádia eram minúsculas, mas essas... cada um dos cristais irregulares tinha o tamanho da palma da mão. Mas a comitiva não viera para ver os Ossos de Ramos, mas sim, o próprio Ramos.
 
De repente, o chão começou a tremer. A tripulação caiu e as pedras que circuncidavam  a areia, tremeram.
 
Ramos estava vindo.
 
A areia que estava além do altar explodiu. Do solo, uma enorme cabeça começou a subir, longa, com um bico afiado e olhos de lagarto. Escamas de metal polido reluziam.  Dois chifres delgados se erguiam sobre um longo e sinuoso pescoço. Areia escorria dos ombros mecânicos da besta e um par de garras  monstruosas puxou o corpo para fora da sua toca.
 

Ramos era um dragão, mas o que mais impressionava todos era que ele era um dragão mecânico. Gerrard se recordou de Multani e seus esboços. Na época da Guerra dos Irmãos, eles foram os artefatos mais poderosos. Com eles, Urza e Mishra se armaram e lutaram até que a terra de Terisiare se afundasse sob seus pés. Ramos fora um daqueles dragões, reprogramados por Urza, não para matar, mas para salvar.

Gerrard se curvou perante a grande besta. Sisay e os demais seguiram o exemplo.
 
Enquanto isso, Ramos se esticou e ficou em seu tamanho pleno: trinta metros de altura. Ele envergou sua cabeça para trás, placas de metal brilharam e sua mandíbula se abriu. Sisay ficou esperando por alguma baforada, mas ao invés disso Ramos falou. Sua voz era antiga, suas palavras mal podiam ser reconhecidas – um sotaque que deve ter sido comum em Dominária na época de Urza e Mishra.
 
“Gerrard do Bons Ventos, você veio saquear um templo, saquear um túmulo.”
 
Em resposta a isso, Gerrard replicou que, na verdade, eles estavam ali para cumprir uma profecia. O que soou de forma profética e respeitosa, para Ramos, a ideia de profecia não fazia sentido, pois ele sabia exatamente o que e quem ele era. Um som foi emitido, um som metálico e ameaçador, embora pudesse ser nada mais que uma risada.

“Você se esquece, Gerrard do Bons Ventos, que estas profecias são ficções sobre mim. Eu sou Ramos, a quem você veio para despertar. Mas eu não posso me reerguer, ou eu já o teria feito. A chegada do seu navio nesse mundo – através do mesmo portal que eu tomei de Phyrexia, agora movido para Rath – somente se parece, coincidentemente, com a minha própria chegada. Nós dois caímos neste mundo. Nenhum de nós se erguerá outra vez.” (Máscaras de Mercádia, p.264)
 
Não era o tipo de resposta que se espera de um “deus”, ainda mais do deus que você está tentando trazer de volta à vida. Gerrard percebeu tudo. Ramos sabia de tudo. Afinal, por que ele teria permitido que Gerrard pegasse alguma das pedras sagradas? Em resposta, ele tentou persuadir o grande Ramos alegando que o Bons Ventos fosse o verdadeiro Unificador. Talvez as profecias não fossem meros caprichos.

Um argumento belo, porém, sem fundamento, ainda mais diante de alguém que consegue perscrutar alguém tão bem quanto Ramos. Ele sabia que Gerrard não acreditava em nada daquilo. Gerrard nunca fora um místico. Ele não acreditava nessas profecias. Mas ele acreditava em esperança, e profecias vinham da esperança. O povo que acreditava naquela profecia acreditava na história de como foram trazidos para aquele plano. Eles se lembravam da dor e do horror, mas os transformaram em esperança. Eles se lembravam de Ramos, porém esperavam pelo Unificador. A diferença agora era que, aquilo não era uma profecia sobre coisas destinadas a acontecer, mas esperanças, desejos do que deviam acontecer.
 
O dragão mecânico ficou encarando Gerrard sem dizer palavra alguma.
 
Aquele lugar fora construído em memória dos mortos, mas e os vivos? Continuou Gerrard. Ramos veio para este lugar para se curar da ferida feita quando ele transplanou para Mercádia, e agora ele tinha a chance de fazê-lo. O dragão permaneceu de luto por centenas de milhares que ele matou, mas luto não era o suficiente. E as centenas de milhares que sofriam agora?

Os Ossos de Ramos pareciam apenas relíquias egoístas agora. Porém, dentro do Bons Ventos, eles poderiam erguer o Unificador. Eles poderiam reunificar este mundo e salvar os perdidos. Então, sem motivo algum, Gerrard começou a rir. Ele nunca falara com tanta paixão na vida. A princípio, ele apenas riu, mas as tentativas de estancar as risadinhas só pioraram. Logo ele gemeu, dando uma bofetada na perna.
 
O que era tão engraçado assim?
 
“É que... é que eu costumava ser como você, Ramos. As pessoas decidiam que eu era o Unificador. Pessoas diziam que eu tinha o Legado, que eu tinha uma missão para cumprir. Eles me diziam que eu devia salvar o mundo. Por um longo tempo eu arrastei meus calcanhares. Como um homem salva o mundo? Mas então, eu desisti de lutar. Era muito difícil lutar contra o destino. Foi só agora, enquanto eu ouvia minha própria voz falando com você – foi nesse momento que percebi que meu destino havia me alcançado. Sem nem mesmo saber, eu me tornei tudo o que todo mundo dizia que eu devia ser.” (Máscaras de Mercádia, p.266)
 
E terminou sua sentença em uma gargalhada.
 
Gerrard sempre fora um personagem controverso. Ele nunca desejou fazer parte de destino algum, muito menos ser parte das conspirações de Urza. De fato, ele nunca soube que fizera parte dos planos do planinauta ou que ele ainda estava vivo. Urza era uma lenda em Dominaria, visto como protagonista ou antagonista dependendo do ponto de vista. Poucos sabiam que ele ainda estava vivo e Gerrard só descobriu tais fatos ao final da primeira fase da Invasão Phyrexiana.

Em sua carreira como Capasheno, ele sempre lutou contra a ideia de ser uma marionete do destino e agora, aqui estava ele, tentando convencer um deus a ser o que ele deveria ser.
 
Um grande arrepio percorreu o dragão mecânico. Ele pareceu cair em resignação. Ele concordava com o Capasheno que tudo aquilo era um absurdo. A tripulação partiu em busca de um mito criado para se lembrar de Ramos. O intuito era ir buscar os cristais que se romperam do núcleo de Ramos milênios atrás. Mas Ramos os instruiu que, as pedras somente tinham poder porque estavam perto dele, no meio da floresta. Além da cratera, elas eram nada. O dragão entendia de esperança e sabia que era difícil matá-la, por isso permitiu que Gerrard as levasse para que ele visse por si mesmo. Além daquele lugar as pedras escureceriam e serviriam de nada.
 
Mas Gerrard estava convicto de que ele é que faria Ramos ver. Esperança pode animar pedras mortas.
 
Apesar das palavras desencorajadoras do dragão, Gerrard pegou as pedras – Crânio, Olho, Coração, Chifre e Dente. E uma a uma, ele as entregou para Sisay, Tahngarth, Takara, Chamas e Dabis. Quanto a Fewsteen, ele lideraria a marcha para fora da cratera. Após agradecer a Ramos e dizer que, talvez, ele estivesse errado, o dragão mecânico se retirou para seu ninho outra vez. Ele não acreditava que podia salvar Gerrard nem Mercádia.
 
 
E o deus dos povos voltou ao seu sono.

A tripulação marchou para fora da cratera e, enquanto desciam, as advertências de Ramos se confirmaram. Um por um, a luz interna das pedras falhava e minguava. A pedra de Sisay – o Crânio de Ramos – piscaram tepidamente, seu brilho azul desapareceu na hora que ela pisou fora da cratera.
Estava morta, assim como as outras.
 
Eles percorreram todo aquele percurso perseguindo uma mentira. Mas parece que Gerrard não entregaria os pontos assim. A conversa com Ramos o mudou. Ele estava decidido a encontrar alguma solução para aquilo. Quem sabe após uma noite de descanso ele conseguiria pensar direito.
 
O dia seguinte foi dedicado a enterrar o que sobrou de Ilcaster e erguer um memorial para ele e Tallakaster. Gerrard e a tripulação fizeram seu acampamento perto das dríades, mas quando a noite veio, elas simplesmente sumiram. Gerrard teve a impressão de que, alguma forma, elas foram absorvidas pelas próprias árvores e permaneceriam lá até que elas renovassem suas energias. Apenas os anciãos do povo da madeira permaneceram visíveis.
 
Enquanto o resto da tripulação descansava, ele se aproximou do chefe das dríades. Ele ergueu sua mão em sinal de paz e sentou-se no chão. O chefe o imitou. O Benaliano pegou o Coração de Ramos, e segurando-o, apontou para a pedra. A dríade esticou sua mão delgada e segurou a powerstone. Ele a ergueu perto dos olhos, e fez um som que lembrava o som de um sino. O tom ressonou até que encheu o ar. As árvores pareciam vibrar.
 
A dríade abaixou a mão e no centro da powerstone, dentro do seu coração havia agora um brilho de uma distinta fagulha de energia. O Comandante deu um brado que assustou a dríade e fez os outros despertarem. Ofegante, ela indagou como ele fez para que a pedra funcionasse. Ele havia feito nada, mas foi o chefe que fez que, a propósito, estava envolto ao seu povo olhando nervosamente para a tripulação.
 
Mas o brilhou durou pouco e começou a oscilar minguando. Gerrard pegou a powerstone e a entregou para o chefe outra vez e espalhou suas mãos em um gesto interrogativo. A criatura pegou cuidadosamente a pedra e fez um gesto arrebatador em direção a floresta, seguido de tremor de som. Foi Chamas quem conseguiu compreender um pouco dessa língua antiga. A dríade estava tentando falar alguma coisa sobre o círculo e ajuntamento. Ela conseguiu decifrar um pouco da linguagem das dríades após observá-las e ouvi-las. Ela estendeu sua mão em direção a dríade, dois dedos estendidos em forma de V. ao mesmo tempo, e deu uma ululação terminando em uma espécie de guincho.
 
As dríades observaram atentamente e replicaram com uma série de movimentos e trinos.
 
Tudo isso foi a maneira de dizer “obrigado” na língua delas. Era uma língua antiga que se desenvolveu entre gestos e palavras. O que determinava o sentido era o som junto do movimento certo de mão. O Comandante deu a ordem para que todos entregassem as pedras para o chefe. Ele as recebeu e iniciou um som agudo.
 
A tripulação permaneceu sentada, mas Sisay estava impaciente. Nenhum deles sabia o que as dríades estavam fazendo, na verdade. Logo, as dríades cercaram a tripulação como se tivessem criado raízes. Elas permaneceram imóveis, com os rostos erguidos para as estrelas que iluminavam o céu sem nuvens.
 
A canção delas se iniciou com um barulho baixo, tão fraco que Gerrard pensou que fosse os insetos da floresta. Então, ele cresceu intensivamente, uma vibração. Era como se estivessem no centro de um tambor, com a superfície tensa com a pressão da força. Do norte, Gerrard sentiu um chamado. Ele percebeu que veio do dragão mecânico. A solidão indescritível infundiu o som, como se Ramos tivesse esperado uma eternidade por este momento. Por milênios, ele estivera sozinho, realmente sozinho. Phyrexianos o construíram, e Urza deu a ele um propósito, mas por eras, Ramos esteve além de qualquer propósito. Ele esperou. O povo que ele salvara se recordava dele como um mito, não verdadeiro. O lamento do dragão encheu Gerrard com uma tristeza esmagadora.
 
Em outras partes da floresta, novas mentes despertaram. A solidão de Ramos deu pensamento, existência, a floresta ao redor dele. Animados pelas visões do sonho do dragão, os cidadãos da floresta foram envolvidos por um padrão de crescente complexidade, retirando sua força da própria terra. Árvores se tonaram neurônios em uma grande mente. Um círculo de lobos ergueu suas gargantas uivando. Flora e fauna ergueram uma canção solo com muitas vozes, inundando em uma antífona triunfante.
 
Uma nova luz rompeu. Nas mãos do chefe, os Ossos de Ramos começaram a brilhar. Um brilho fraco a princípio, mas mais reluzente depois. A luz se espalhou pelo círculo de dríades, através de toda a tripulação. Eles não conseguiam olhar diretamente para a luz das pedras. Ondas de energia surgiram das pedras muito mais fortes do que os fluxos do cristal Thran no centro do Bons Ventos.
 
Ramos estava se ajuntando a eles!
 
Ele estava se ajuntando as pedras. Ele estava se ajuntando ao Unificador.
 
As pedras estavam ligadas ao dragão. Nenhuma delas poderia funcionar sozinha por muito tempo, mas quando reunidas pelo poder de Ramos, elas
criavam uma fonte inesgotável de energia. Era como se cinco mundos únicos se ajuntassem nas pedras, e cada universo dentro das pedras fosse parte do grande Multiverso.
 
De repente, Gerrard soube com certeza que todo o labutar que ele sofreu – os inimigos encarados em Rath e nessa realidade – eram parte de uma pela cósmica que estava sendo travada em todas as realidades da existência.
 
A ironia desse acontecimento se deu quando Gerrard se deparou consigo mesmo. Ao confrontar Ramos ele percebeu que estava confrontando a si próprio, e todas as suas desculpas para seguir em frente com seu destino traçado. Ao perceber como a negligência do dragão refletiria na vida de milhares de outros, ele começou a compreender como sua própria negligência afetava a todos: o Legado, o Bons Ventos, sua tripulação, amigos e Hanna. Ele nunca pôs sua crença em profecias, muito menos nas expectativas relacionadas a ele, todavia ao depositar sua fé na Esperança e perceber que as atitudes de Ramos significavam exatamente o oposto. Ramos era a desilusão. A mesma desilusão que assombrou Gerrard por anos e que fez com que ele fugisse para Benalia, fugindo de seu compromisso com o Legado. Seu encontro como Ramos serviu de espelho para sua alma, e agora o Comandante Capasheno sabia exatamente o que fazer e como agir a partir de agora.
 
A canção das dríades lentamente murchou. Enquanto diminuía, o brilho em cada pedra diminuía. Quando finalmente a música cessou, cada pedra reteve uma porção do seu fogo interior. O silêncio caiu sobre todos. Ele se estendeu por toda a terra por milhas, uma quietude que abraçava todas as criaturas vivas. Gerrard percebeu que estava ofegante. Ao lado dele estava Sisay sentada, com a cabeça curvada entre os joelhos e lágrimas caindo pelas bochechas.  
 
O Chefe se aproximou e pôs as pedras aos pés de Gerrard. Dedos que pareciam videiras se esticaram em direção ao Benaliano. Ele também estendeu sua mão e pequenos e rápidos surtos de energia surgiram entre eles, e Gerrard outra vez entendeu. Ele sabia que Ramos havia dado sua bênção. Ramos se ajuntara ao Unificador e com essas pedras, ele voltaria com eles para Mercádia.
 
Enquanto ele falava, as dríades se foram e a tripulação se pôs de pé. Ninguém disse coisa alguma. Não havia necessidade. O Comandante começou a ajuntar as pedras e guardá-las. Ele permaneceriam ali naquela noite, e a primeira luz, partiriam para Mercádia.
 
Pela manhã, os Ossos de Ramos e Takara haviam sumido.
 
 

Leandro "Arconte" Dantes (VIP STAFF Arconte)
Leandro conheceu o Magic em 1998 e, desde então, se apaixonou pelo Lore do jogo. Após retornar a jogar em 2008, se interessou por lendas, o que resultou por despertar a paixão pela escrita. Sempre foi mais colecionador do que jogador e sua graduação em Pedagogia pela Ufscar cooperou para que ele aprimorasse e desenvolvesse um estilo próprio. Autor de alguns contos, todos relacionados ao Magic, já traduziu o livro de Invasão e criou sua própria saga com seu personagem, conhecido como Arconte.
Redes Sociais: Facebook

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Comentários

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FelipeBentoPereira (31/10/2017 13:00:09)

otima ideia de fazer um canal de lores no youtube!!!
ultimamente estão surgindo uns canais a respeito de lores, mas quanto mais melhor...
tinha um excelente lore pepe mas esse canal nao existe mais

radjahh (31/10/2017 00:56:17)

valeu ai Donnie Darko! obrigado mesmo!

e desculpa ai a todos por não ter respondido antes! as vezes por motivos de força maior acabo por não se logar na net!

e acorte estamos esperando o próximo episódio de mercadia!

DonnieDarko (27/10/2017 09:28:33)

Oi Rad, tudo certo?

Se você quiser, pode encontrar os livros em .pdf para download na sessão Storyline do Forum da LM.

Aqui está o linnk para Máscaras de Mercadia, com suas duas expansões e todo o trabalho do Arconte.

https://www.ligamagic.com.br/?view=forum/mensagem&id=133266

Um abraço, boas leituras!

youkai (26/10/2017 20:33:36)

Excelente a inciciativa de trazer esse material tão bom pra que todos possamos ler.

VIP STAFF Arconte (24/10/2017 20:43:29)

Ao final de Mercadia colocarei para Download a compilaçao em PDF dos resumos. Mas se você quer o livro, ele ja esta aqui no site so que esta em Ingles. Eu nao traduzi Mercadia, apenas as partes que faço referencia nos artigos para enriquecer o trabalho.

radjahh (24/10/2017 20:07:29)

Ar

imagino como é... um artista como vc nao deve ficar confortável com isso!
pense em fazer um canal no youtube contando as varias historias de magic!
acho que vai ser o maior sucesso!
se possível poste o livro de mercadia também...
gostaria muito de ler toda a publicação e adicionar a minha coleção pessoal!

Forte abraço!

att

VIP STAFF Arconte (23/10/2017 20:05:04)

Ola Radj, obrigado pelas dicas. Sobre a periodicidade dos artigos, quem determina isso é nosso redator chefe, eu apenas recebo as datas de postagem. Quanto ao tamanho, eu praticamente dobrei o tamanho dos artigos para nāo se demorar muito, mas mesmo assim fica complicado. Eu tento resumir dois capitulos ou 1 capitulo e meio. Esse, por exemplo, e resumo de apenas 1 capitulo. Mas pensarei sobre o que disse em postagens futuras.

Abraços

radjahh (23/10/2017 18:52:14)

os capitulos eram pra ser semanais ou mais extensos... geralmente espero uns 3 pra poder ler!
ai o cara perde a empolgação!
O restante ta de parabéns!
curto seu trabalho a muito tempo!

fica a dica!
att

FelipeBentoPereira (23/10/2017 15:16:20)

viciei nessa lore!...
parabens pelo trabalho!!! excelente!!!