Máscaras de Mercádia – Parte VIII
06/08/2017 10:00 / 2,502 visualizações / 11 comentários
 
Máscaras de Mercádia – Parte VIII
 
Vendeta
 
 

Gerrard e Tahngarth acharam uma boa maneira de passarem o tempo durante o cárcere. Vez o outra, os dois companheiros se digladiavam dentro da cela para passar o tempo. Com exceção disso, a única coisa que acontecia de diferente era as visitas de Takara.

A ruiva sempre vinha acompanhada de uma garrafa de vinho e uma língua ácida. Há tempos que Karn percebera que, ou o vinho que ela trazia, ou sua conversa, estavam envenenando o comandante Benaliano. E esse veneno era o da pior espécie: veneno da alma. A cada conversa, Gerrard se tornava mais e mais amargurado, sentindo-se culpado por todas as desgraças do Multiverso e por seu meio irmão, Vuel. Além dessa amargura que o entorpecia, ele estava se tornando uma pessoa ruim e sem empatia, coisa que nosso querido grumete Squee percebeu logo. Karn havia decidido não confiar mais em Takara.
 
A porta se abriu, mas dessa vez não era Takara e sim, o embaixador Kyren, Squee.
 
O pequeno senhor goblin não podia adentrar uma prisão sem soltar gracinhas para os prisioneiros, não é mesmo? Tentando parecer importante, ele queria saber quais os criminosos que gostaria de ver alguém com grandeza. De sua cela, Gerrard cuspiu suas palavras mandando o goblin embora, e pior, disse que todo aquele lance dos Kyren havia subido para a cabeça do homenzinho verde.

Karn, como sempre, trouxe um pouco de razão ao corrompido Gerrard. Ele disse que, apesar de o goblin viver entre os Kyren, ele ainda era leal a tripulação do Bons Ventos. Ele não era esperto, porém era leal e tudo o que ele precisava era de uma boa conversa, afinal ele podia ir a qualquer lugar na cidade. Relutante, Gerrard aceitou o conselho e pediu para o goblin entrar.

O Squee de agora era completamente diferente daquele que chegara a Mercádia. Ele caminhava com altivez, vestia roupas de seda e uma faixa de ouro cobria sua cabeça. Apesar de toda aquela pompa, ele ainda era o mesmo de sempre.
 

O pequeninho entrou na cela, subiu na mesa – para conversar na mesma estatura de Gerrard – e ostentava um anel reluzente em sua mão, demonstrando seu novo status entre os Kyren. O grumete estava feliz. Agora ele era respeitado e as pessoas gostavam – ou temiam –  e ele gostava disso. Ao dizer isso, ele percebeu algo estranho nos olhos de Gerrard, uma expressão que o estava atormentando-o.

“É isso o que você quer, Squee? Quer respeito? Deixe-me dizer o que você conseguiu aqui.”
 
A resposta veio de imediato. O braço do comandante acertou os pés do pequeno que o fez cair no chão, ele se ergueu tremendo e começou a recuar em direção a porta. E enquanto o coitado tremia, Gerrard continuava a dizer que o goblin nada tinha conseguido ali. O benaliano se posicionou acima do grumete e abaixou seu rosto, apenas o suficiente para ficar de frente com ele.
 
“Agora me escute, e não fale até que eu te dê permissão. Você é um grumete! Entendeu isso? Você é um grumete e nada mais! Eu não me importo como os goblins são tratados nesta cidade. Você é um membro da tripulação do meu navio, e está sujeito ao meu comando! Você receberá ordens de mim. Quando eu digo mexa-se, você se mexe. Quando eu digo pule, você dirá qual altura,e é isso! Entendeu?” (Máscaras de Mercádia, p. 196)
 
Aquele não era Gerrard de forma alguma!
 
Parece que toda a amargura estava saindo pelos poros. Squee deu uma resposta com um rosnado, mas foi repreendido por Gerrard. O pequeno olhou para o chão, assentiu com a cabeça e disse que esquecera tudo aquilo, da tripulação e das visitas porque Gerrard se tornara uma pessoa malvada. Sem entender a pergunta, o comandante ergueu sua mão para golpear outra vez, mas Tahngarth segurou seu braço e concordou com o goblin.

Inconformado com a afirmação do minotauro, ele se soltou do poderoso aperto e partiu para cima do amigo, mas outra mão o deteve. Dessa era Karn que também concordava com a afirmação de ambos.
 
Ele parou por um instante, e viu seu reflexo no peitoral do golem. A figura que ali estava era distorcida e demoníaca. Tentando se recobrar, ele argumentou que era pelo fato de estarem enclausurados, porém Tahngarth discordou e disse que a culpa era do vinho de Takara. Por um momento ele pensou que havia veneno nele, mas o que o minotauro estava tentando dizer era que ela havia envenenado os pensamentos dele. Ele respirava pesadamente e olhou para seus velhos amigos que apenas assentiam quietamente.
 
Percebendo que todos diziam a verdade, Gerrard pegou a garrafa de vinho de Takara e a chutou para longe. Ele decidira que não beberia mais do vinho dela.
 
* * * * *
 
Takara ordenara uma audiência com o magistrado. Sim, isso mesmo. Ela ordenara uma audiência para ela e Starke. Não somente exigiu isso, mas deu ordens para que o recinto fosse esvaziado dos cortesãos e que as portas fossem barradas!

Ao adentrar a câmara, o pomposo lorde perguntou sobre o tratamento de Starke. A resposta veio com um sacar de espada e mais ordens. Os próximos segundos foram um verdadeiro pandemônio de pessoas saindo e Kyren fechando as portas. Agora que eles estavam a sós – Starke, Takara, Kyren e o magistrado – o homem gordo tremia visivelmente. Com uma voz trêmula, o magistrado perguntou sobre a condição do velho cego.
 
“Você não precisa se preocupar Eu garantirei que ele receba o que lhe é devido.  Vindo por detrás de seu pai, ela o empurrou. Sua bota o acertou na parte de trás do joelho. Ele caiu no chão.” (Máscaras de Mercádia, p. 199)
 
 
 
Será que sua estadia na Fortaleza a deixou tão maligna ao ponto de maltratar o próprio pai?

As palavras que frequentemente saiam da sua boca “ódio” e “vingança.” O próprio Starke estava perplexo – e não era pra tanto, afinal ele estava indefeso e cego. Como uma fera que circunda sua presa, assim Takara circundava o coitado pai. Ela revelou a ele que avisou Gerrard sobre suas traições com Sisay, porém agora ela falava sobre a traição de Starke com relação à Vuel.
 
Em sua defesa, Starke disse que tudo o que ele fez foi por ela. Toda aquela traição foi para poder resgatá-la. Ah, as coisas que se faz por amor... infelizmente nem sempre esse amor é recíproco.
 
“E agora, o traidor é traído, ela disse com deleite. Enquanto ela andava ao redor dele, um abutre circulando um homem condenado, ela lentamente puxou uma adaga do cinto. Eu sou aquele que o cegou, Starke, ou você não sabia?” (Máscaras de Mercádia, p. 199)
 
Eu não gosto de spoilers, mas acredito que até o presente momento todos – ou uma grande maioria – já sabem o que vai acontecer... Starke estava totalmente confuso. Afinal não fora sua filha que o cegara, mas sim o Evincar de Rath. A voz de Takara, agora, parecia um chiado venenoso, repleto de ódio e rancor. Starke traíra tudo e a todos para recuperar sua querida filha, mas traição é uma aposta que somente ganha através dos seus próprios meios.
E então, Starke percebeu de quem era a voz que ele ouvia.
 
 

Finalmente!

Não aguentava mais manter o segredo. Ver Takara influenciando toda tripulação e manipulando os Kyren estava me matando de aflição. Mas eu não podia
estragar o momento.
 
Sim meus caros planinautas. Volrath estava vivo e bastante presente durante toda essa trama, representando o papel da filha de Starke. Para aqueles que não conhecem muito sobre o Evincar, Volrath, além de controlar vários metamorfos em Rath, também possuía esse poder.
 

Essa repentina revelação foi a última coisa que Starke fez. Takara, ou melhor, Volrath, agarrou o pobre homem segurando pela testa e com sua faca, ele fez um profundo corte em sua garganta. O golpe foi tão forte e carregado de ódio que quase decapitou Starke.
 

Aqui eu percebo algo bastante curioso. Nós sabemos que Volrath foi totalmente transformado pela ciência Phyrexiana e que sua humanidade se fora, todavia em diversos momentos durante essa saga de Mercádia presenciamos seus discursos de ódio. Quase todos eles estavam relacionados à Gerrard e como ele usurpara seu Legado, mas eu vejo algo mais. Eu vejo Volrath falando sobre o ódio a Gerrard, mas na realidade ele sabia que a verdadeira culpa provinha de Starke. Isso ficou bem claro nesse ato de vendeta.

Isso me faz pensar que, talvez – lembrem-se desse talvez porque faz bastante diferença – sobrasse alguma sombra de humanidade nele. Não exatamente humanidade, não depois do que ele fez, mas parece que alguma parte dele se lamentava por ter acabado daquela forma e todos esses atos de violência fossem puro ódio por ter se transformado e corrompido.
 
Bem, isso são apenas especulações que talvez nunca tenhamos as respostas.
 
Starke estava morto e com o corpo veio uma poça de sangue. E foi nessa hora que Takara voltou a ser Volrath. Roupas se transformaram em placas de aço e um corpo musculoso surgiu. Durante toda essa metamorfose, o magistrado olhava com terror para o corpo ensanguentado e para o Evincar.  Os Kyren surgiram e expulsaram o gordo do seu assento deixando-o vago para que o verdadeiro senhor de Mercadia o tomasse.
 

Volrath caiu através da poça de sangue, sem se importar com o corpo de Starke, e subiu até o trono. Logo após se assentar, o líder dos Kyren, Lorde Griid, perguntou se os planos do mestre Volrath estavam indo bem.

Não poderia haver melhor resposta.
 
“Sim. Meu irmão de sangue, Gerrard, está quase destruído. Seu navio está em minhas mãos. Seus amigos viajam para recuperar o artefato que o reparará. Meus agentes já os tornaram culpados pelo rapto do dispositivo. Uma vez em minhas mãos, meu povo reparará o navio, e eu matarei Gerrard e voarei com o Bons Ventos e o Legado de volta para Rath. Ele sorriu com um deleite maléfico. Sim. Os planos do Mestre Volrath vão bem.” (Máscaras de Mercádia, p. 201)
 
Retornando a minha teoria de “humanidade” em Volrath. Ele conversa com Lorde Griid sobre como procederiam com o corpo de Starke. Uma jogada bastante simples. A culpa recairia sobre algum curandeiro furioso que o atacou durante o tratamento, claro que esse pobre infeliz que levaria a culpa deveria desaparecer, e Takara deveria parecer arrasada com esse fato. Durante essa conversa, Volrath disse que Starke era “a máscara mais pesada que ele carregava”. E isso era devido ao fato de que, por saber que fora ele que o arrastou a Phyrexia, Volrath não conseguia encará-lo e por isso tinha que proceder com cautela enquanto interpretava Takara.

Como disse, todo esse ódio parece mais como um reflexo por ter se corrompido e não um ato de maldade oriunda da própria corrupção.
 
Mas deixando as conjectura de lado, voltemos à realidade de Mercádia. E essa realidade era marcada por reviravoltas lideradas pelos Ramosianos. Desejando ações rápidas e eficazes, Volrath queria que o Lorde Kyren acabasse com os rebeldes o quanto antes, mas, para a desgraça do goblin, ele somente respondia em forma de perguntas. Ele alegava que a culpa desses ataques era por causa dos rumores dos matadores de gigantes.
Para Volrath aquilo não passava de desculpas de um incompetente apoiadas por contos. Tentando se justificar, Griid disse que a ficção podia reunir pessoas. “Como os Ramosianos usam mentiras para fomentar rebeliões? Não é surpreendente como seu líder, Lahaime, controla mentes vulgares?”
Essas perguntas foram infelizes. Furioso, Volrath segurou o goblin pela cabeça como se fosse um melão. Ele exigia ações. Mais uma vez, Griid tentou se justificar com seu argumento lógico. Segundo ele os matadores de gigantes – Sisay, Gerrard e seus amigos – acabaram se tornando em heróis populares e que agora, a esperança tomou lugar do medo. O povo que obedecia sem questionar, agora abrigava e ajudava revolucionários. Não tinha como dissipar tudo isso enquanto Gerrard vivesse.
 
Palavras audaciosas para um goblin, mesmo sendo um Kyren. Lorde Griid desconsiderava a estratégia de Volrath, pois após o reparo do Bons Ventos toda a tripulação seria morta e isso, teoricamente, acabaria com esses contos de esperança criados pela plebe.
 
“Talvez não.”
 
Foi essa a infortuna resposta dada pelo goblin. Acontece que, graças às histórias, o povo estava mais forte e se unindo com os Ramosianos. Entre os rebeldes havia um líder, Lahaime, e esse Ramosiano era responsável pelas incursões e enquanto ele vivesse a revolução viveria.

“Nós o encontraremos, então, o mataremos, Volrath replicou. Você pode matar Lahaime, mas não pode matar o Unificador. O Unificador! Rosnou Volrath. Em fúria, sua mão se apertou, os dedos perfurando o crânio do Kyren como se fosse um melão maduro.” (Máscaras de Mercádia, p. 203)
 
Esse fim já estava previsto. Após ter retrucado por diversas vezes o Evincar, o goblin mencionou a palavra proibida: Unificador. Esse era uma crença poderosa entre os rebeldes de Rath e, aparentemente, também se expandia pelas terras de Mercádia, porém com uma diferença. Segundo os Rebeldes o Unificador seria o próprio Ramos, mas já em Rath, por um momento, houve a crença que Gerrard fosse o Unificador. Pensar que seu maldito irmão pudesse ser o responsável pela união das tribos de Rath e pela queda do Evincar resultou no corpo sem vida de Lorde Griid.
 
A falha fatal em qualquer plano é a presunção de que você sabe mais do que o seu inimigo.
 
Essa frase foi dita pelo próprio Volrath e vejam só, ele mesmo caiu em sua armadilha. Volrath esqueceu que, o Bons Ventos era um oráculo onde quer que fosse e que seu advento ressurgiria a centelha da crença dos Ramosianos. Parece que até mesmo o Evincar estava sujeito as falhas dos mortais.
 
Ele caminhou por entre os corpos. Enquanto ele saia, Kyren surgiram para retirar os corpos e limpar o magistrado retocando sua maquiagem. Aos poucos, Volrath voltou a ser Takara e saiu do recinto, abrindo sem dificuldade as portas que estavam travadas e barradas.
 
Em seu caminhar, amedrontados cortesões e soldados abriam caminho para que ele passasse. Para Volrath, sempre haveria pessoas atrás do que era dele. Sua herança, família, direito a liderança, o Legado. Fosse Gerrard ou os rebeldes de Rath e Mercádia, sempre haveria alguém atrás do seu prêmio.
Porém para lidar com esses usurpadores a resposta era simples... ele teria que lutar para defender seu Legado com mais ferocidade e ódio.
 
 
 

Leandro "Arconte" Dantes (VIP STAFF Arconte)
Leandro conheceu o Magic em 1998 e, desde então, se apaixonou pelo Lore do jogo. Após retornar a jogar em 2008, se interessou por lendas, o que resultou por despertar a paixão pela escrita. Sempre foi mais colecionador do que jogador e sua graduação em Pedagogia pela Ufscar cooperou para que ele aprimorasse e desenvolvesse um estilo próprio. Autor de alguns contos, todos relacionados ao Magic, já traduziu o livro de Invasão e criou sua própria saga com seu personagem, conhecido como Arconte.
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Comentários

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VIP STAFF Arconte (04/09/2017 15:46:27)

Rapaz, se eu não tivesse voz de pato rouco até me animava de fazer isso. Nem áudio no whats eu gosto de mandar rsrs

DonnieDarko (16/08/2017 08:54:23)

Olha, Punch, se Jaya morreu mesmo, isso é com a WotC: se quizerem criam um motivo e pronto! ela volta - já fizeram umas contradições antes, nada os impede de fazerem outras novamente.

Sobre Karn, a experiência de fechar um rift temporal era tremenda. Ele se afligiu quando percebeu que o óleo phyrexiano de seu coração estava começando a tomá-lo; isso enfraqueceu sua vontade e logo ele não mais confiava em si mesmo.

A ideia do "coração vazendo óleo" foi uma das revisões mais criticadas pelos leitores por ela parecer arbitrária e sem qualquer sentido em termos de história, mas foi como eu disse: se a WotC quiser, eles mudam e pronto.

Vamos esperar pra ver...
Abraço, Punch!

Punch (16/08/2017 03:20:15)

Donnie será mesmo que jaya faleceu? Eu conheço também sobre esse relato do Jodah, mas confesso que fiquei esperançoso pois na lore da chandra houveram vários comentários sobre a Jaya e sabe como é né...
Essa parte sobre o auto-exílio de Karn é interessante mesmo, o que será que o afligiu, o ato de fechar a rift ou o Obliterar de Barrin?
Bom, pelo menos sobra o Squee até então...
o/

DonnieDarko (15/08/2017 19:47:31)

Sim, nada foi falado a respeito porque depois do bloco de Time Spiral a WotC partiu para explorar outros mundos, começando por Lorwyn e, bem, veja o que temos nos últimos 10 anos!

Descendentes? Olha, se formos pensar, desde então até hoje teriam se passado umas 13 gerações. Sisay foi parte do projeto Bloodlines, talvez a possível linhagem dela encontre algum destaque na próxima história - faria sentido.

Sobre Squee, bem, se ele tivesse uma centelha, dificilmente ela teria passado despercebida, ao meu ver, por Urza e, mesmo que tivesse, ela deveria ter sido disparada quando ele morreu pela primeira vez. Mas, nunca se sabe né?

Jaya? Bem, até onde foi escrito, ela está morta. Jodah revela isso para Freyalise antes dela selar o rift sobre Skyshroud. Não foi relevado como ou quando, talvez seja mencionado por ele em algum momento caso ele retorne em 2018.

Karn conseguiu fechar o rift de Tolaria antes que Barrin lançasse o feitiço Obliterar e logo em seguida sua consciência começou a se deteriorar. Telepaticamente ele advertiu Venser para que ninguém o seguisse e então, quando o vemos novamente, ele está perturbado, refugiado no centro do Mirrodin.

Até onde foi contato, Barrin morreu durante a destruição da ilha ou a linha do tempo teria sido reescrita. Era um dos meus personagens favoritos.

Abraço! o/

Punch (15/08/2017 18:39:33)

Opa Donnie, pois é, eu sei que fizeram um navio novo, mas desde então nunca mais falaram nada a respeito, seria interessante um Squee e os decendentes de sisay e thangarth na tripulação... Até poderiamos pensar num Squee (deixando de lado a nostalgia do combo de Squee com forbid, sempre achei essa personagem legal, ainda mais agora depois de ler esse resumo do arconte sobre máscaras de mercadia) que ascendeu a planeswalker quem sabe?
Realmente existem várias jóias a serem lápidadas, além de Jhoira que você citou gostaria muito de ver como está a Blue Hater Jaya Ballard, e estou com dúvida quanto a uma coisa também, sei que num ponto da história karn volta ao passado para impedir Barrin de usar a magia de obliterar (devido aos efeitos catastróficos que ela causou), não sei se ficou específico se ele faleceu ou não (já que Karn o impediu)...

DonnieDarko (15/08/2017 12:00:48)

Oi Punch, tudo certo?

Sobre os tripulantes do Bons Ventos, na cronologia atual, já devem estar todos mortos. O bloco de Time Spiral se passa uns 300 anos depois da invasão phyrexiana e já se passou mais de 100 anos depois da Emenda - desde então estamos a acompanhar apenas Jace Bieber e os Power Rangers.

Sobre Karn, ele foi resgatado de Mirrodin por Elspeth, Koth e salvo pelo sacrifício de Venser. Desde "The Quest for Karn" não há notícias dele, mas ele pretendia enfrentar a infecção phyexiana em seu antigo mundo. O que será que aconteceu?

Em março de 2018 a coleção Dominaria será lançada (conforme anunciado pela WotC), e é MUITO provável que vejamos novamente personagens como Karn, Jhoira e Jodah - que são imortais - já outros como Teferi, por exemplo, é um mistério se ele sobreviveria tanto tempo sem sua centelha.

O Bons Ventos? Bem, a história dele terminou ao final do bloco de Invasão. Sisay e o que restou da tripulação seguiram em outro navio - SE tal navio ainda estiver na ativa e SE a imortalidade de Squee não tiver se perdido, bem, não me espantaria se ele fosse seu atual capitão. Tudo isso descobriremos na próxima coleção (penso eu).

Um abraço! o/

Punch (15/08/2017 09:58:57)

Em se tratando de lore do mtg, a história de Urza e da tripulação dos bons ventos é o que mais me atrai(as únicas coisas do mtg que eu coleciono são os cards da tripulação do bons ventos), eu conheço a história, mas careço das minúcias, acho muito interessante a narrativa do Arconte devido aos detalhes que vão muito além dos resumos que encontramos na internet, Estou ansioso pra ver o desenrolar da história, sempre que entro aqui na liga procuro ver se há continuação da história.
Arconte, sei que não se deve colocar a carroça a frente dos cavalos, mas teria conhecimento ou teorias do que aconteceu ao resto da tripulação pós apocalipse (afinal pelo menos Squee é imortal não é?), nunca vi citações de Karn sobre seus companheiros nas cartas mais atuais, se há indícios de estarem vivos, tenho esperanças que retorno a Dominaria traga algo sobre a lendária tripulação e mais ação e foco em Karn (chega de power rangers)

radjahh (14/08/2017 20:53:27)

iria ser legal um video do arconte contado as historias! sugestão!

FelipeBentoPereira (10/08/2017 18:37:34)

eu estou acompanhando essa serie!! ta incrível, pra falar verdade eu entro nesse site mais pra ver se foi postado um novo capitulo!!! parabéns pelo trabalho continue assim!!!

VIP STAFF Arconte (09/08/2017 22:23:29)

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk melhor comentário!

aziszoo (09/08/2017 19:03:39)

Que isso meu povo! vamos comentar aqui pro Arconte continuar a história até apocalipse pelo menos! O sentimento não pode parar. Se fosse de commander tinha mil comentários: Melior formatu!

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